<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0">
    <channel>
        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
        <link>https://expressodasilhas.cv</link>
        <generator>EI</generator>
        <lastBuildDate>Mon, 10 Aug 2026 07:37:54 GMT</lastBuildDate>
        <atom:link href="https://expressodasilhas.cv/cultura/rss" rel="self" type="application/rss+xml"/>
        <pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:59:32 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
        <item>
            <title><![CDATA[Baía das Gatas: Terceira noite viaja do Carnaval do Mindelo ao reggae africano]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A
noite começou com Edson Oliveira, Gai, Anísio Rodrigues e Constantino Cardoso,
vozes ligadas ao Carnaval do Mindelo, que levaram ao palco do festival ritmos e
interpretações associados à festa que marca o calendário cultural de São
Vicente.</p><p>O
porta-voz do grupo, Anísio Rodrigues, considerou motivo de orgulho actuar no
maior palco de música de Cabo Verde e defendeu a valorização do Carnaval de São
Vicente e da música produzida no âmbito desta manifestação cultural.</p><p>“Vir
para a Baía das Gatas, para os artistas, é uma forma de valorizar o nosso
trabalho, apesar de a música do Carnaval de São Vicente ser tocada durante o
ano inteiro”, afirmou.</p><p>Sobre
a reacção do público, reconheceu que começou de forma tímida, mas ganhou força
com a entrada dos restantes artistas. Referiu ainda a ausência, este ano, das
bailarinas que, segundo explicou, costumam contribuir para a animação do
espectáculo.</p><p>A
programação prosseguiu com Hélio Batalha, na sua estreia a solo no Festival
Internacional da Baía das Gatas, apresentando temas do seu percurso no rap
crioulo e na música urbana cabo-verdiana.</p><p>O
artista interpretou músicas como “Karta D’Alforria”, “Di Cairo a Cabo”, “O Ki
Fomi Txiga”, “Dexam Bua” e “Abensuadu”, além de temas do álbum “Testamentu”,
lançado em Março deste ano.</p><p>Hélio
Batalha disse que esta participação teve um significado especial por se tratar
da sua primeira actuação a solo no festival, depois de uma passagem anterior
integrada num projecto que reunia vários rappers e artistas.</p><p>“Este
teve um sabor especial porque foi um show somente meu. Chegar a São Vicente foi
sempre um prazer, porque sou muito bem recebido, os shows são sempre cheios e o
pessoal me dá bom carinho”, afirmou.</p><p>O
rapper destacou ainda o crescimento do rap crioulo e a abertura dos festivais
nacionais aos artistas deste género.</p><p>“O rap
crioulo já teve um avanço enorme. Hoje os festivais em Cabo Verde estão a abrir
portas para os jovens rappers, mas temos que valorizar cada vez mais o rap
crioulo, porque é um movimento grande e bonito”, defendeu.</p><p>Garry
foi o artista seguinte, numa actuação que percorreu a kizomba, o afro-pop e
outras sonoridades da música urbana cabo-verdiana.</p><p>Na sua
estreia na Baía das Gatas, o cantor apresentou temas do álbum “100% Mi” e
músicas como “Passada” e “À Deriva”, além de “Nha Preta”, interpretada em
colaboração com Hélio Batalha.</p><p>O seu
show também foi aproveitado para um pedido de casamento protagonizado por dois
jovens.</p><p>No
final da actuação, Garry disse que a participação representou uma das maiores
emoções da sua carreira.</p><p>“Baía
foi, sem sombra de dúvidas, uma das maiores emoções que já senti. Segurei para
não chorar, algumas vezes chorei, tremi do início até ao fim do show. Não tenho
palavras”, afirmou.</p><p>O
cantor explicou que, depois do espectáculo, desceu do palco para junto do
público para abraçar e cumprimentar os espectadores, como forma de retribuir o
carinho recebido.</p><p>Garry
destacou também o facto de esta edição homenagear a Selecção Nacional de
Futebol, considerando especial participar num festival dedicado aos Tubarões
Azuis.</p><p>“Não
há artista cabo-verdiano que recuse o palco da Baía das Gatas”, afirmou,
manifestando a expectativa de voltar ao festival em futuras edições.</p><p>A
noite terminou com Tiken Jah Fakoly, que regressou ao palco da Baía das Gatas
cerca de 20 anos depois da sua última actuação no festival.</p><p>O
músico costa-marfinense, que já tinha actuado na Baía das Gatas em 2002 e 2006,
apresentou o seu reggae ligado às raízes africanas e a temas sociais.</p><p>Conhecido
pela intervenção política através da música, Tiken Jah Fakoly aborda nas suas
canções questões relacionadas com o colonialismo, a corrupção e as injustiças
sociais.</p><p>A sua
actuação encerrou uma noite que cruzou o Carnaval do Mindelo, o rap e a música
urbana cabo-verdiana com o reggae africano.</p><p>A 42.ª
edição do Festival Internacional da Baía das Gatas termina hoje, com actuações
de Black Side, Lisandro Cuxi e MC Cabelinho.</p><p>Este
ano, o festival homenageia a Selecção Nacional de Futebol pela sua prestação no
Mundial de Futebol de 2026.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/09/baia-das-gatas-terceira-noite-viaja-do-carnaval-do-mindelo-ao-reggae-africano/104017</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/09/baia-das-gatas-terceira-noite-viaja-do-carnaval-do-mindelo-ao-reggae-africano/104017</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 09 Aug 2026 10:59:32 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1786273127978.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[ Encontro de Vozes junta gerações da música cabo-verdiana na segunda noite]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Tito
Paris abriu a sua actuação com “Nha Pretinha”, seguindo-se “M’Cria Ser Poeta” e
“Dançá Ma Mim Criola”, temas que integram o seu percurso artístico.</p><p>Com o
seu jeito brincalhão, que cativou o público, Ceuzany também revitalizou “Sem
Ninguém”, clássico em homenagem ao artista Jorge Neto, e depois lembrou Cesária
Évora ao descalçar-se antes de interpretar “Flor de Paul” e fazer incursões por
músicas do Carnaval mindelense.</p><p>Diva
Barros foi a terceira voz do encontro. Com a sua voz grave, interpretou temas
como “Um Bem Dum Cavakim”, “Jazz Criol” e “Mi É Dod Na Bô”, dando continuidade
ao diálogo entre diferentes gerações da música cabo-verdiana.</p><p>A mais
jovem do quarteto, Elly Paris, encerrou o Encontro de Vozes com “Lembranças”,
“Espiá Bo Oiá”, “Ninguém Te Mandá Na Mim” e “El Ê Dju”.</p><p>Para
Tito Paris, a actuação foi “fantástica”, sobretudo por voltar ao palco da Baía
das Gatas 15 anos depois.</p><p>“Esta
actuação foi fantástica, correu bem e a junção com a jovem geração é sempre
importante, porque nós trocamos experiências e ambas as partes saem mais
ricas”, afirmou, acrescentando que é “extremamente gratificante quando um jovem
vem tocar com o mais velho”.</p><p>O
músico considerou igualmente importante o contacto entre artistas dentro e fora
do palco, sublinhando que a troca de experiências entre gerações contribui para
o desenvolvimento da música cabo-verdiana.</p><p>Ceuzany
considerou a Baía das Gatas a sua “segunda casa” e aproveitou a ocasião para
deixar um apelo à valorização dos artistas nacionais.</p><p>Para
Diva Barros, a Baía das Gatas é um espaço “especial”, pelo tempo, pelo lugar e
pelo movimento que o festival provoca em São Vicente.</p><p>“O
palco é grande, é antigo, tem uma energia própria, porque talvez seja o palco
que já movimentou mais artistas e mais gente. E o povo de São Vicente gosta,
porque a Baía traz sempre alegria”, afirmou.</p><p>A
cantora lembrou ainda o impacto económico do festival e a tristeza provocada
pela não realização da edição anterior, devido à passagem da tempestade Erin.</p><p>Diva
Barros defendeu que o festival deve continuar, sobretudo depois de 42 edições e
numa altura em que Cabo Verde celebra a qualificação dos “Tubarões Azuis” para
o Mundial de Futebol de 2026.</p><p>Elly
Paris, por sua vez, considerou a presença no palco da Baía das Gatas a
concretização de um sonho partilhado por muitos artistas cabo-verdianos.</p><p>“É uma
confirmação de que o artista está a trabalhar e a seguir o bom caminho e que
merece estar no maior palco de Cabo Verde e num dos maiores de África”,
declarou.</p><p>Após o
Encontro de Vozes, a programação da segunda noite prosseguiu com o lendário
grupo Cabo Verde Show, formado em França, em 1976, por músicos de origem
cabo-verdiana.</p><p>O
grupo presenteou o público com temas como “Sururu”, “Da Li, Da Lá” e “Falal Nha
Amigo”, entre outras canções que marcaram o seu percurso.</p><p>A
noite incluiu ainda a actuação de Dieg, nome artístico de Diego Gomes, cantor,
compositor, multi-instrumentista e produtor natural do Mindelo, que integra uma
geração de artistas que cruza a música cabo-verdiana com novas sonoridades.</p><p>O
encerramento coube ao grupo Ferro Gaita, que este ano assinala 30 anos de
carreira.</p><p>A
formação levou ao palco o funaná, revisitando temas do primeiro álbum, “Fundu
Baxu”, lançado em 1997, e apresentando também músicas do mais recente trabalho
discográfico, “Tokador de Gaita”, lançado em Junho.</p><p>O
festival prossegue hoje, com vozes do Carnaval do Mindelo, como Edson Oliveira,
Gai, Anísio Rodrigues e Constantino Cardoso. Também subirão ao palco Hélio
Batalha, Garry e Tiken Jah Fakoly.</p><p>No
domingo, último dia do Festival Internacional da Baía das Gatas, o palco será
de Black Side, Lisandro Cuxi e MC Cabelinho.</p><p>Este
ano, o festival homenageia a Selecção Nacional de Futebol pela sua prestação no
Mundial de Futebol de 2026.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/08/encontro-de-vozes-junta-geracoes-da-musica-cabo-verdiana-na-segunda-noite/104011</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/08/encontro-de-vozes-junta-geracoes-da-musica-cabo-verdiana-na-segunda-noite/104011</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 09:16:39 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1786180586903.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[São Vicente: Zia Soares orienta criação para abertura do Mindelact 2026]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com uma nota da Associação Artística e Cultural Mindelact, enviada à Inforpress, ao longo das próximas semanas, os formandos vão trabalhar com a encenadora num processo de experimentação, pesquisa e criação colectiva, que culminará na apresentação de um espectáculo inédito.</p><p>O espectáculo resultante da residência artística está previsto para abrir oficialmente a 32.ª edição do Festival Internacional de Teatro Mindelact, agendado para decorrer de 2 a 7 de Novembro de 2026, na cidade do Mindelo.</p><p>“Esta iniciativa representa uma oportunidade única de formação e de intercâmbio artístico para os jovens participantes, reforçando o compromisso da Associação Mindelact com a qualificação de novos talentos e com a promoção da criação teatral em Cabo Verde”, destacou a associação.</p><p>Segundo o Mindelact, a presença de Zia Soares constitui igualmente um importante momento de aproximação entre diferentes experiências e linguagens cénicas do espaço lusófono.</p><p>A residência insere-se no Curso de Iniciação ao Teatro promovido pela Associação Mindelact, uma iniciativa co-financiada pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), com o apoio do Centro Cultural do Mindelo.</p><p>Para a Associação Mindelact, a iniciativa enquadra-se na sua aposta na formação, criação e valorização das artes performativas, através da criação de oportunidades de aprendizagem e de contacto com profissionais do sector.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/08/sao-vicente-zia-soares-orienta-criacao-para-abertura-do-mindelact-2026/104006</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/08/sao-vicente-zia-soares-orienta-criacao-para-abertura-do-mindelact-2026/104006</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 08:42:18 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1786178469171.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Simpósio Internacional Batuku e Finason termina com balanço positivo e proposta de segunda edição na Europa]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Realizado pela Sankofa Editora, o evento teve a co-organização
da Câmara Municipal de Santa Catarina, do projecto Ubuntu e do projecto Nha
Balila. Esta primeira edição prestou homenagem a três grandes guardiãs da nossa
memória colectiva: Nha Balila, Nha Mita Pereira e Nha Nácia Gomi.</p><p>Vanilson Gonçalves Teixeira, da Sankofa Editora, disse
que o simpósio terminou com uma avaliação muito positiva e que, inclusive,
houve uma proposta para a realização de uma segunda edição na Europa.</p><p>“Houve várias pessoas a enviar mensagens nas redes
sociais para a Editora, a dar ideias de temas que podemos abordar nas próximas
edições. Isso também demonstra que houve um grande engajamento, e foi muito
importante”, refere.</p><p>Acrescentou que o feedback dos participantes e das
pessoas que acompanharam o evento, através das redes sociais, foi positivo.</p><p>O simpósio aconteceu durante dois dias em Santa
Catarina de Santiago, tendo o encerramento decorrido na Cidade da Praia, com
vários workshops de “Txabeta”, conversa comunitária e a presença de Nha Balila,
que recebeu a homenagem pessoalmente.</p><p>“Foi um momento de muita alegria. Tivemos, por
exemplo, um painel com Neuza Araújo, psicóloga nos Estados Unidos, que falou
sobre batuco, terapia, cura e educação. Mostrou que, nos Estados Unidos, estão
a utilizar o batuco como forma de tratamento de mulheres que, quando crianças,
foram vítimas de abuso sexual e que hoje recorrem ao batuco como terapia”,
realça.</p><p>Tendo em conta que o batuco está a ser utilizado nos
Estados Unidos como forma de cura de traumas provocados pela violência sexual,
Vanilson Gonçalves Teixeira considera que, em Cabo Verde, deve ser dada mais
atenção a este género musical.</p><p>“Em Cabo Verde temos ainda muito caminho a percorrer.
O simpósio foi isso, uma forma de abrir portas, um momento para juntarmos
forças e dignificar o batuco. Temos muito trabalho de casa para fazer. Por isso
é que eu disse que ainda é cedo, porque estamos a receber muitas sugestões de
pessoas que perceberam que o simpósio é para isso. Temos de promover mais
diálogo e dar mais abertura às batucadeiras e finadeiras”, assegura.</p><p>Vanilson Gonçalves Teixeira afirmou que ficou muito
claro, neste simpósio, que Cabo Verde precisa de um Estatuto do Investigador,
para que os investigadores possam ter melhores condições de trabalho e
desenvolver investigação que contribua para a valorização da cultura nacional.</p><p>“Ficou explícito que o Estatuto do Investigador é
muito importante. Tivemos também, por exemplo, a empresa CriativeFilme, que
esteve presente e manifestou abertura para gravar videoclipes e músicas das
batucadeiras, porque sabemos que o cachê não dá sequer para ser repartido entre
os membros do grupo”, relata.</p><p>Vanilson Gonçalves Teixeira disse ainda que no
simpósio estiveram presentes não só especialistas, mas também pessoas ligadas
ao cinema e à política. Por isso, defendeu a necessidade de criar sinergias
entre editoras, instituições políticas, públicas e privadas, sublinhando
igualmente a importância da comunicação social.</p><p>“Temos de nos sentar para dialogar e ver como cada um
de nós pode ocupar o seu lugar para emancipar o batuco e o finason, porque lá
fora já estão a utilizá-los de uma forma muito proactiva”, indica.</p><p>Por
outro lado, salientou que, em Cabo Verde, muitas pessoas pensam que o batuco e
o finason são a mesma coisa, mas não.</p><p><em><strong>Texto originalmente publicado na edição impressa do
Expresso das Ilhas nº 1288 de 05 de Agosto de 2026.</strong></em></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/08/simposio-internacional-batuku-e-finason-termina-com-balanco-positivo-e-proposta-de-segunda-edicao-na-europa/104003</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/08/simposio-internacional-batuku-e-finason-termina-com-balanco-positivo-e-proposta-de-segunda-edicao-na-europa/104003</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 08:25:32 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1786122834857.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Festival regressa e devolve à Baía das Gatas o ambiente de outros anos]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A 42.ª edição do Festival da Baía das Gatas
realiza-se entre 6 e 9 de agosto, com quatro dias de programação
musical. O arranque está marcado para quinta-feira, às 21h30, com o brasileiro
Léo Santana. Na sexta-feira, a partir da mesma hora, sobem ao palco o Encontro
de Vozes, Cabo Verde Show, Dieg e Ferro Gaita.</p><p>O
programa de sábado inclui o Carnaval de Mindelo, Hélio Batalha, Garry e Tiken
Jah Fakoly, também a partir das 21h30. No domingo, o encerramento começa mais
cedo, às 18h30, com actuações de Black Side, Lisandro Cuxi e MC Cabelinho.</p><p>A
Câmara Municipal de São Vicente (CMSV) garante que a montagem do recinto se
encontra na fase final. “Já está tudo praticamente preparado. Estamos a dar os
últimos retoques. O palco já está, estamos na montagem dos equipamentos de som,
as barracas estão praticamente todas montadas e estamos a fazer a montagem dos
balaios. As roulottes já estão a chegar e a ser instaladas. Digamos que, até
quarta-feira de manhã, tudo ficará pronto para o festival”, afirma o vereador
José Carlos da Luz.</p><p>Segundo
o autarca, foram disponibilizadas 86 barracas, todas já ocupadas, além de
espaços para 32 balaios e 18 roulottes, igualmente distribuídos. Os preços
mantiveram-se em relação ao ano passado. Os comerciantes que já tinham
adquirido espaços para a edição de 2025, posteriormente cancelada, conservaram
o direito de ocupação e foram os primeiros a ser contactados este ano. </p><p>A
preparação envolve a Polícia Nacional, os bombeiros, as Forças Armadas, a Cruz
Vermelha e outras entidades públicas e privadas, com medidas definidas para o
trânsito, o estacionamento e a segurança do recinto. </p><p>O
regresso do festival ocorre um ano depois da tempestade Erin, que levou ao
cancelamento da edição de 2025. </p><p>“Traz
um suspense, tendo em conta o que aconteceu no ano passado. Este ano escolhemos
uma data um pouco mais cedo, mas é lógico que ficamos sempre com aquele
suspense sobre a possibilidade de acontecer alguma coisa”, reconhece o
vereador.</p><p>A
composição do cartaz ficou igualmente condicionada pelos compromissos assumidos
antes do cancelamento. “Foi o cartaz possível. Já tínhamos compromissos com alguns artistas do
ano passado. Tivemos que honrar o compromisso porque, no ano passado, não
puderam actuar e já tinham recebido parte do contrato”, explica José Carlos da
Luz. </p><p><strong>Comerciantes</strong></p><p>A
montagem das barracas começou vários dias antes do festival. Valdir Santos, que
participa há vários anos, instalou-se na Baía das Gatas no final da semana
passada e prevê permanecer no local até depois do encerramento. </p><p>“Comecei
a montar na sexta-feira. Desde sábado estou cá. Os meus amigos passam por cá
para me visitar. Faço grelhados, o pessoal vem comprar e, depois do festival,
talvez volte para a cidade na terça-feira. Vou aproveitar para tomar uns dois
banhos de mar”, diz.</p><p>Segundo
o comerciante, o valor cobrado pela Câmara Municipal é acessível, mas a ligação
eléctrica custa perto de dez mil escudos para os quatro dias do festival e nem
sempre é feita com a antecedência desejada. </p><p>Os
custos também são referidos por Angelino Lopes, que esta segunda-feira à tarde
ultimava a organização da barraca.</p><p>“Tivemos
um pouco de sobrecarga porque as coisas estão a ficar mais caras a cada dia.
Esperávamos que a Câmara Municipal de São Vicente nos alugasse estes lotes mais
baratos, mas agora é trabalhar e garantir que terminamos o festival com nota
positiva”, afirma.</p><p>O
comerciante reconhece dificuldade em encontrar trabalhadores. Parte da equipa
habitual deixou de estar disponível. </p><p><strong>Campistas</strong></p><p>A
Baía das Gatas volta assim a ganhar o ambiente de todos os anos. É uma forma de estar que torna o festival uma
experiência única. Trata-se de uma tradição feita de praia, família e
convívio.</p><p>Há
quase uma semana instalada, Marly Dias mantém essa tradição. Antes da chegada
da maior parte dos festivaleiros, aproveita a tranquilidade, a brisa marítima e
o ambiente ainda pouco movimentado.</p><p>“Está
fresco, <em>ta sab, </em>e há uma paz enorme. É o pessoal vir aproveitar esta
paz, a brisa do mar e este calorzinho, antes de a praia começar a encher com os
festivaleiros”, comenta.</p><p>Depois
do cancelamento da edição do ano passado, Marly espera bom tempo e um festival
à altura da tradição.</p><p>Já
Dânia Monteiro regressa à Baía das Gatas depois de vários anos sem acompanhar o
festival.</p><p>“Espero
que tudo corra bem, que haja muito civismo e que mantenhamos a imagem, o nome e
a história do festival”, ambiciona. </p><p>As
portagens para acesso de viaturas deverão começar a ser vendidas na manhã desta
quarta-feira, uma decisão que a Câmara justifica com a intenção de reduzir o
risco de contrafacção.</p><p><strong>Léo
Santana na abertura</strong></p><p>Léo
Santana é o nome maior desta edição do
Festival Baía das Gatas. Ligado à música baiana, é conhecido como
“Gigante” (ou não tivesse 2 metros de altura). É o idealizador do Baile da
Santinha e comanda projectos como o “Bloco Vem com o Gigante”, um dos mais
tradicionais do Carnaval de Salvador. </p><p>O
canal de Léo Santana no YouTube ultrapassa 3 mil milhões de visualizações e
reúne 4,7 milhões de subscritores. Actua já esta quinta-feira, a partir das 21h30.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/07/festival-regressa-e-devolve-a-baia-das-gatas-o-ambiente-de-outros-anos/103992</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/07/festival-regressa-e-devolve-a-baia-das-gatas-o-ambiente-de-outros-anos/103992</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Nuno Andrade Ferreira]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:09:24 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1786097323466.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Tarrafal de Santiago acolhe nesta sexta feira a 11.ª edição do Festival do Peixe]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com nota da edilidade, o evento tem como principal objetivo
dinamizar a economia local, valorizar os recursos do mar, promover a
gastronomia e criar oportunidades de rendimento para famílias, pescadores,
comerciantes e demais operadores económicos do concelho.</p><p style="text-align: justify;">À semelhança das edições anteriores, a entrada no recinto será gratuita e o
público poderá desfrutar de um diversificado programa cultural, com atuações de
artistas nacionais e talentos locais.</p><p style="text-align: justify;">O cartaz integra nomes como Mário Lúcio, Dudu Araújo, I Roots, Gabriela
Mendes, Ary Kueka e grupos de Cotxi Pó.</p><p style="text-align: justify;">Na componente gastronómica, a Autarquia disponibilizou 40 stands aos
promotores económicos, onde serão servidos diversos pratos confecionados à base
de pescado e outros produtos do mar, reforçando a identidade gastronómica do
concelho.</p><p style="text-align: justify;">Conforme a referida fonte, a edição deste ano apresenta importantes
novidades para o reforço e a valorização do potencial turístico do Tarrafal.</p><p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, o festival contará com uma Feira de Exposição e Promoção
Turística, através de um espaço dedicado à divulgação dos principais atrativos
do município, disponibilizando aos visitantes informações, produtos e serviços
turísticos.</p><p style="text-align: justify;">Outra inovação será a realização de experiências ligadas ao mar, incluindo
passeios de bote, snorkeling e mergulho, permitindo aos participantes conhecer
de perto a riqueza natural da Baía do Tarrafal e viver experiências únicas
associadas ao turismo náutico.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/05/tarrafal-de-santiago-acolhe-nesta-sexta-feira-a-11-edicao-do-festival-do-peixe/103974</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/05/tarrafal-de-santiago-acolhe-nesta-sexta-feira-a-11-edicao-do-festival-do-peixe/103974</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Anilza Rocha]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:47:48 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1785941227198.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Arymar convidado do “Ciclo 2026 - Concertos de Bolso”]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A entrada nos Concertos de Bolso é gratuita, mas o bilhete deve ser levantado na Recepção da Sede do Banco Interatlântico (Chã de Areia), na Cidade da Praia, até às 12h00 do dia 7 de Agosto.</p><p>O cantor e compositor Arymar, inspirado pelas raízes da terra que o viu nascer, canta temas sociais e culturais e, com tom de voz caloroso e suave, envolve quem o ouve.</p><p>Após alguns anos no mundo da música, em 2021, lançou o seu primeiro álbum “Sampadiu”, uma mistura da linguagem, estilo e ritmo (tabanca, morna, funaná) de todas as ilhas. </p><p>Depois disso, Arymar participou da 12.ª edição do Atlantic Music Expo (AME), que aconteceu na Cidade da Praia.&nbsp;</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/04/arymar-convidado-do-ciclo-2026-concertos-de-bolso/103957</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/04/arymar-convidado-do-ciclo-2026-concertos-de-bolso/103957</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:12:28 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1785845943432.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Obras de reabilitação da Casa da Tabanca de Achada Grande já arrancaram]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo o IPC,
a intervenção visa recuperar este importante espaço comunitário, dotando-o de
melhores condições para a preservação, promoção e transmissão das tradições da
Tabanca, uma das mais relevantes manifestações do património cultural imaterial
de Cabo Verde, profundamente enraizada na identidade e na memória coletiva
desta comunidade.</p><p>O projecto
contempla a criação de um espaço interpretativo dedicado à história e aos
valores da Tabanka, áreas destinadas à realização de oficinas de toque e de
confecção e organização das indumentárias, salas multiusos e outros espaços
vocacionados para actividades sociais, culturais e comunitárias.</p><p>A mesma fonte
acrescenta ainda que esta intervenção permitirá revitalizar o papel social da
Casa da Tabanka, transformando-a num espaço de referência para a salvaguarda,
transmissão e valorização desta importante manifestação cultural.</p><p>“Esta
intervenção permitirá reforçar a Casa da Tabanca como espaço de encontro,
socialização, transmissão de saberes, realização de actividades culturais e
valorização das expressões tradicionais, contribuindo igualmente para o
fortalecimento da participação comunitária, para a dinamização cultural da
localidade de Achada Grande e para a promoção do turismo cultural”, realça.</p><p>Com esta
intervenção, o Instituto do Património Cultural afirma que prossegue a sua
missão de proteger e valorizar o património cultural nacional, promovendo a sua
transmissão às gerações presentes e futuras.</p><p>“A obra
representa mais um passo na valorização do património cultural de Cabo Verde,
reforçando a identidade cultural, a coesão social e comunitária e criando novas
oportunidades para o desenvolvimento local”, reforça.&nbsp;</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/03/obras-de-reabilitacao-da-casa-da-tabanca-de-achada-grande-ja-arrancaram/103945</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/03/obras-de-reabilitacao-da-casa-da-tabanca-de-achada-grande-ja-arrancaram/103945</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:21:02 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1785763812389.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Artista cabo-verdiano Nelson Neves representa Cabo Verde no projecto internacional "Manifiesto Universal"]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Esta iniciativa reunirá mais de 200
artistas de diferentes países em torno de uma obra de arte colectiva destinada
a promover a paz, a tolerância e a harmonia entre os povos.</p><p>Numa nota enviada, a Federação
das Associações Cabo-verdianas do Luxemburgo (FACVL) indica que a
participação de Nelson Neves neste evento fortalece a presença cultural
cabo-verdiana em um país onde essa diáspora está bem estabelecida.</p><p>“Estou muito feliz por representar Cabo
Verde neste projecto artístico internacional. É uma honra ter sido convidado
pelos organizadores e poder contribuir, através da minha obra ‘Esperança’, para
uma mensagem universal de paz”, afirmou Nelson Neves. </p><p>Para esta participação, Nelson Neves apresentará
uma obra intitulada "Esperança", criada há poucos dias. Tal como as
dos outros artistas convidados, a sua criação será integrada numa grande
composição colectiva. </p><p>As várias telas formarão uma única obra
monumental, com o objectivo de chamar a atenção da comunidade internacional
para os valores da paz, da solidariedade e da coexistência.</p><p>Este projecto também possui um significado
especial para Cabo Verde devido aos laços históricos que unem o país à
Argentina. Esta nação sul-americana abriga uma grande comunidade cabo-verdiana,
composta por famílias estabelecidas há gerações, bem como por estudantes que
estão cursando ou já cursaram seus estudos acadêmicos no país. </p><p>O projecto incluirá uma exposição
itinerante, a produção de um documentário e a publicação de um catálogo que
apresentará os artistas e o trabalho colectivo.&nbsp;</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/03/artista-cabo-verdiano-nelson-neves-representa-cabo-verde-no-projecto-internacional-manifiesto-universal/103941</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/03/artista-cabo-verdiano-nelson-neves-representa-cabo-verde-no-projecto-internacional-manifiesto-universal/103941</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:00:50 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1785754304391.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Quatro curtas-metragens realizadas nas EB de Porto Novo (Santo Antão) selecionadas para o CineEco 2026]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo uma
nota da Associação Olho Largo, a selecção dos filmes para a Competição Oficial
representa um importante reconhecimento da qualidade artística e da relevância
das temáticas abordadas pelas produções.</p><p>“A presença de
quatro filmes na selecção oficial do CineEco 2026 reforça o percurso da
Associação Olho Largo na criação de conteúdos audiovisuais com impacto
educativo, cultural e ambiental, contribuindo para a afirmação do cinema de
animação como instrumento de sensibilização e transformação social”, destaca.</p><p>A mesma fonte
explica que o Txiluf é um projecto da Associação Olho Largo que utiliza o
cinema de animação como ferramenta de educação, participação comunitária e
valorização do património natural e cultural. “Desenvolvido em colaboração com
escolas, artistas e comunidades, promove a criatividade e a literacia ambiental
através de histórias inspiradas nos territórios e nas suas pessoas”.</p><p>Criado em 1995,
o CineEco é o mais antigo festival português dedicado ao cinema ambiental e é
uma referência internacional na promoção de obras que cruzam cinema,
sustentabilidade e educação.</p><p>Este ano, o
festival recebeu 410 candidaturas de todo o mundo e seleccionou 86 filmes,
provenientes de 34 países, para as seis competições oficiais.</p><p>Ao longo de
nove dias, o mais antigo festival de cinema ambiental de Portugal volta a
reunir realizadores, especialistas e público em torno de exibições, debates e
iniciativas dedicadas aos desafios ambientais da actualidade.</p><p>Entre os
prémios em disputa destacam-se o Grande Prémio Ambiente, no valor de 2.500
euros, e o Prémio Camacho Costa, de 2.000 euros, além de outras distinções para
produções nacionais, internacionais e regionais.</p><p>A forte participação internacional reforça, uma vez
mais, o prestígio do CineEco como uma das principais referências do cinema
ambiental em Portugal e no mundo.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/03/quatro-curtas-metragens-realizadas-nas-eb-de-porto-novo-santo-antao-selecionadas-para-o-cineeco-2026/103940</link>
            <guid isPermaLink="false">https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/08/03/quatro-curtas-metragens-realizadas-nas-eb-de-porto-novo-santo-antao-selecionadas-para-o-cineeco-2026/103940</guid>
            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 10:15:24 GMT</pubDate>
            <enclosure url="http://static.expressodasilhas.cv/media/2026/08/1785752034260.thumb.jpeg" length="0" type="image/jpeg"/>
        </item>
    </channel>
</rss>