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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <lastBuildDate>Thu, 01 Oct 2026 19:28:16 GMT</lastBuildDate>
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        <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 17:33:00 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
        <item>
            <title><![CDATA[Governo esclarece aumento dos combustíveis e  afirma estar a  revisar mecanismo de mitigação]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em comunicado, o Governo explicou que pretende 
aperfeiçoar o actual mecanismo legal de estabilização, para que seja possível
considerar não apenas as variações entre duas actualizações, mas também o
impacto acumulado de aumentos sucessivos.</p><p style="text-align: justify;">O objectivo, conforme a referida fonte, é encontrar
soluções que permitam proteger melhor as famílias e a economia, garantindo, ao
mesmo tempo, a sustentabilidade financeira do Estado e a segurança do
abastecimento de combustíveis ao país.</p><p style="text-align: justify;">O mesmo ressaltou que interveio para reduzir o impacto
do aumento do gás butano sobre as famílias e que, sem esta intervenção, o preço
do gás teria aumentado 19,18%. Neste sentido, decidiu absorver, através do
mecanismo público de mitigação, 70% do diferencial do aumento, limitando a
subida suportada pelos consumidores a 5,73%.</p><p style="text-align: justify;">“A medida constitui uma resposta imediata, mas a actual
conjuntura mostrou também a necessidade de reforçar os instrumentos de que o
país dispõe para enfrentar períodos prolongados de subida dos preços
internacionais”, assegurou.</p><p style="text-align: justify;">O Governo reconheceu que a actualização dos preços dos
combustíveis para o mês de Outubro representa um peso adicional para as
famílias e para diversos sectores da economia, com impacto nos transportes, nas
pescas, nas empresas e no custo de vida dos cabo-verdianos.</p><p style="text-align: justify;">“A prioridade é reduzir, tanto quanto possível, o impacto das oscilações
externas na vida dos cabo-verdianos e na economia, reforçando a capacidade do
país para responder a situações como esta”, concluiu.</p><p>fotografia: <a href="https://depositphotos.com/photos/combustivel.html?filter=all&qview=359165318">Depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/10/01/governo-esclarece-aumento-dos-combustiveis-e-afirma-estar-a-revisar-mecanismo-de-mitigacao/104886</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Anilza Rocha]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 17:33:00 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Transporte público no Paul passa a ter novas tarifas a partir de hoje ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo a Câmara Municipal do Paul, a atualização dos preços
resulta de um encontro de concertação promovido pela autarquia com
proprietários e condutores de transportes públicos e pretende ajustar as
tarifas às distâncias e às condições de transporte entre as diferentes zonas do
concelho.</p><p>De acordo com a tabela divulgada pela autarquia, as tarifas
individuais variam entre os 40 e os 460 escudos, enquanto o serviço de aluguer
apresenta valores entre os 400 e os 4.600 escudos, dependendo do percurso.</p><p>A tarifa mais baixa, de 40 escudos, corresponde ao trajecto
entre Cidade das Pombas e Barraca. Já o percurso entre Cidade das Pombas e Pico
da Cruz passa a custar 460 escudos por passageiro, sendo de 4.600 escudos no
regime de aluguer.</p><p>Para outros destinos, a tarifa individual é de 50 escudos
entre Cidade das Pombas e Eito/Boca Cavouco e entre Cidade das Pombas e Ribeira
das Pombas, enquanto para Tarafe é fixada em 60 escudos. </p><p>Os percursos para Boca de Figueiral/Rocha Grande, Praia de
Gi e Ribeira de António passam a custar 70 escudos.</p><p>A tabela estabelece ainda tarifas de 100 escudos para
destinos como Figueiral, Dragoeiro, Rua de Paris, Passagem, Lombinho, Ribeira
de Janela, Ribeira de Penedo e Ribeira Grande (Centro).</p><p>Já Chã João Vaz tem uma tarifa de 130 escudos, enquanto Chã
de Manuel Santos, Chanzinha (Cabo de Ribeira) e Lombo Comprido ficam nos 150
escudos. Para Cova, a tarifa individual é de 400 escudos e para Porto Novo
(Centro), de 350 escudos.</p><p>A Câmara Municipal afirma que a medida pretende contribuir
para uma mobilidade mais justa, transparente e sustentável, enquadrando-se na
política de melhoria dos serviços públicos no concelho.</p><p><img src="https://static.expressodasilhas.cv/media/2026/10/1790850775238.normal.jpeg"></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/10/01/transporte-publico-no-paul-passa-a-ter-novas-tarifas-a-partir-de-hoje/104877</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:37:59 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Governo autoriza aval de até  3,7 milhões de dólares para locação de aeronave da LACV ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A autorização consta de uma resolução aprovada em Conselho
de Ministros a 29 de Setembro e publicada no Boletim Oficial desta
quarta-feira, 30.</p><p>Segundo o documento, o aval terá um prazo de oito anos,
contado a partir da data da sua emissão.</p><p>Ainda conforme a mesma fonte, a garantia do Estado é
necessária para assegurar o cumprimento das obrigações assumidas pela LACV no
âmbito do contrato de locação operacional da aeronave ATR 72-600, com o número
de série de fabricante MSN 1829.</p><p>Segundo o Governo, a entrada da aeronave permitirá aumentar
a capacidade operacional da LACV e melhorar a regularidade e a fiabilidade das
ligações aéreas interilhas.</p><p>O documento estabelece que o aval agora autorizado constitui
a primeira fase da operação. </p><p>Uma segunda garantia está prevista para outra aeronave ATR
72-600, com o número de série MSN 1830, prevista para o início de 2027. </p><p>A emissão dessa segunda garantia ficará, contudo, sujeita a
nova autorização nos termos legais.</p><p>Embora o contrato de locação da aeronave MSN 1829 tenha uma
duração prevista de 144 meses, ou seja, 12 anos, o aval do Estado é concedido
por oito anos.&nbsp;</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/10/01/governo-autoriza-aval-de-ate-37-milhoes-de-dolares-para-locacao-de-aeronave-da-lacv/104876</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:09:47 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ministério da Educação admite atrasos no pagamento de salários a professores na Boa Vista]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Em nota de esclarecimento divulgada na sequência de notícias sobre o caso, o Ministério explica que alguns processos sofreram atrasos devido à assinatura tardia de determinadas adendas contratuais. Segundo a tutela, o processo decorreu durante o período de férias, quando alguns professores já se encontravam fora dos concelhos onde trabalham.</p><p>Esta situação dificultou o contacto com os docentes, a recolha e a validação das assinaturas necessárias, bem como a conclusão dos processos dentro dos prazos previstos.</p><p>A situação também coincidiu com um período de transição na estrutura dos serviços desconcentrados do Ministério, nomeadamente nas Delegações Escolares. O MEFPESCI refere que algumas adendas foram assinadas pelos anteriores responsáveis. </p><p>Os novos delegados, por ainda não estarem formalmente nomeados, não estavam habilitados a assinar os documentos necessários à conclusão dos processos.</p><p>Apesar dos constrangimentos, o Ministério informa que a maioria dos professores cujos processos foram concluídos no final de Julho já recebeu os respectivos salários. Mantém-se, contudo, um número reduzido de processos pendentes devido aos trâmites administrativos necessários à sua conclusão.</p><p>A tutela afirma que os processos pendentes estão a ser acompanhados com carácter prioritário e que estão em curso as diligências necessárias para a sua regularização.</p><p>Outro dos pontos esclarecidos pelo Ministério diz respeito aos descontos efectuados nos salários. </p><p>Segundo a tutela, o montante mencionado pelos professores inclui uma contribuição de 7.280 escudos para o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), além do Imposto Único sobre o Rendimento (IUR).</p><p>A tutela lamenta ainda que os casos tenham sido apresentados sem a identificação dos docentes envolvidos e alega que a indicação dos nomes permitiria uma análise individualizada de cada processo e uma resposta mais precisa.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/10/01/ministerio-da-educacao-admite-atrasos-no-pagamento-de-salarios-a-professores-na-boa-vista/104874</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:54:08 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Gasolina passa para 197,20 escudos e gasóleo para 190,30 escudos por litro em Outubro ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com a nova tabela da ARME, o gasóleo para eletricidade passa a custar 175,80 escudos por litro, o gasóleo marinha 153,30 escudos e o petróleo 216,90 escudos por litro.</p><p>Nos combustíveis destinados à produção de energia, o fuelóleo 380 passa a custar 94,80 escudos por quilograma, enquanto o fuelóleo 180 fica fixado em 104,90 escudos por quilograma.</p><p>No caso do gás butano, o preço a granel passa para 149,40 escudos por quilograma. As garrafas de 12,5 kg passam a custar 1.868 escudos, as de 6 kg, 897 escudos, as de 3 kg, 426 escudos, e as de 55 kg, 8.219 escudos.</p><p>Segundo a ARME, a cotação média do petróleo Brent em Setembro atingiu 99,16 dólares por barril, mais 14,36% do que em agosto. </p><p>Os preços médios de referência dos derivados de petróleo aumentaram, em média, 20,54%,e o gás butano registou uma subida de 45,44%, a gasolina 16,60%, o Jet A1 20,60%, o gasóleo 14,52% e o fuelóleo 5,55%.</p><p>Para o gás butano, diz a ARME, o Governo decidiu aplicar um mecanismo excecional de mitigação do aumento do preço durante o mês de Outubro, na sequência da Resolução n.º 111/2026, de 30 de Setembro.</p><p>A medida determina que apenas 30% da diferença positiva resultante da atualização seja repercutida no consumidor, ficando os restantes 70% abrangidos pelo mecanismo de mitigação aprovado pelo Executivo.</p><p>Sem esta medida, a aplicação integral do mecanismo ordinário de fixação de preços levaria a um aumento de 19,18%, correspondente a 27,10 escudos por quilograma. </p><p>Com a intervenção do Governo, o aumento do gás butano fica limitado a 5,73%, ou seja, 8,10 escudos por quilograma.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/10/01/gasolina-passa-para-19720-escudos-e-gasoleo-para-19030-escudos-por-litro-em-outubro/104873</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:53:50 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Turismo de Natureza: Ribeira Principal, Pico d’Antónia e Calabaceira lideram preferências na ilha de Santiago]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Em entrevista à Inforpress, a guia de turismo profissional Nilza Barros, da Associação de Guias de Turismo da Ilha de Santiago, identificou uma crescente procura por caminhadas, tanto entre visitantes estrangeiros como entre cabo-verdianos.</p><p>De acordo com a profissional, com quase 40 anos de experiência, o percurso da Ribeira Principal destaca-se por reunir diferentes elementos numa mesma experiência, permitindo ao visitante atravessar zonas montanhosas, conhecer comunidades e observar áreas protegidas.</p><p>A caminhada parte da zona da Serra da Malagueta e permite alcançar uma comunidade situada numa área de elevada altitude, proporcionando ainda o contacto com diferentes paisagens do interior da ilha.</p><p>O Pico d’Antónia surge igualmente entre as opções referidas pela guia. Com uma altitude de 1.394 metros, o percurso, segundo a mesma fonte, proporciona uma caminhada com vista sobre áreas como São Jorge, Picos e outras zonas do interior de Santiago.</p><p>Já na zona da Cidade Velha, a Ribeira da Calabaceira combina natureza, formações rochosas e património histórico, com o percurso pelo vale da Ribeira Grande a terminar junto aos monumentos do centro histórico.</p><p>Nilza Barros referiu também a existência de outros percursos com potencial, entre os quais o Caminho das Águas, em Rui Vaz, que descreveu como uma caminhada de grande beleza, e zonas da costa de Santiago que, segundo a profissional, permanecem pouco exploradas.</p><p>Quanto ao perfil dos visitantes, indicou que franceses e alemães estão entre os estrangeiros que mais procuram caminhadas na ilha, embora tenha identificado uma maior diversidade de nacionalidades nos últimos tempos.</p><p>A procura não se limita, contudo, ao mercado externo. Segundo a guia, a população local tem aderido cada vez mais às caminhadas, motivada sobretudo pela procura de “qualidade de vida, exercício físico e pela vontade de conhecer melhor o próprio território”.</p><p>“Eu acho que até uma febre de caminhadas está a surgir por esses percursos”, observou Nilza Barros, em relação ao aumento do interesse dos residentes pelas actividades de natureza.</p><p>A profissional situou entre os 20 e os 40 anos uma parte significativa das pessoas que actualmente procuram este tipo de actividade, embora tenha indicado que as caminhadas também atraem pessoas de meia-idade e da terceira idade.</p><p>Para além do interesse recreativo, a guia entende que o turismo de natureza pode aproximar os visitantes das comunidades locais, sobretudo quando existem iniciativas capazes de integrar alojamento, restauração, guias comunitários e outros serviços.</p><p>Nesse sentido, mencionou experiências em São Jorge dos Órgãos e na Ribeira Principal, onde iniciativas locais têm procurado associar as comunidades às actividades turísticas e fazer com que parte das receitas permaneça no território.</p><p>Nilza Barros defendeu que Santiago reúne condições para ampliar a oferta de turismo de natureza, desde que os percursos sejam devidamente estruturados e acompanhados por profissionais qualificados.</p><p>A diversificação da actividade turística, para a guia, passa por valorizar não apenas os recursos naturais, mas também as comunidades, a história e as experiências que podem ser construídas em torno de cada localidade.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/09/30/turismo-de-natureza-ribeira-principal-pico-dantonia-e-calabaceira-lideram-preferencias-na-ilha-de-santiago/104863</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:51:40 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[PIB cresce 8,9% no segundo trimestre de 2026 ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Conforme os dados do INE, o Valor Acrescentado Bruto (VAB),
a preços de base, registou, no segundo trimestre, uma evolução homóloga
positiva de 9,7% em termos reais, superior em 3,3 p.p. em relação ao trimestre
anterior.</p><p>Já o VAB do ramo da Agricultura aumentou 32,6% no 2º
trimestre de 2026, com um contributo positivo de 0,9 p.p. para a variação total
do PIB.</p><p>Quanto ao VAB do ramo das Indústrias Transformadoras, registou um aumento de 5,5% (+7,6% no 1º trimestre de 2026), com um contributo
positivo de 0,3 p.p. para a variação total do PIB.</p><p>Os dados indicam que o VAB do ramo da Construção registou um
aumento de 35,3% no 2º trimestre, com um contributo positivo de 1,3 p.p. para a
variação total do PIB.</p><p>Comparativamente ao mesmo trimestre de 2025, o VAB do ramo
do Comércio e reparação apresentou, no 2º trimestre de 2026, uma variação
homóloga positiva de 25,9%, em volume (+7,3% no trimestre anterior),
traduzindo-se num contributo positivo de 2,6 p.p. para a variação total do PIB,
o mais elevado entre os ramos de atividade.</p><p>Os ramos de Transporte e Armazenagem e de Alojamento e
restauração registaram, em termos reais, variações do VAB de 0,3% e -8,8%,
respetivamente, no 2º trimestre, com contributos de +0,02 p.p. e -0,7 p.p.,
respetivamente, para a variação total do PIB.</p><p>Relativamente ao VAB do ramo das Atividades financeiras e de
seguros, o INE indica que  aumentou 18,0%
no 2º trimestre de 2026 (+17,2% no trimestre anterior), com um contributo
positivo de 1,1 p.p. para a variação total do PIB.</p><p>Por sua vez, os Impostos líquidos de subsídios sobre os
produtos, em termos reais, apresentaram uma variação homóloga positiva de 4,7%
no 2º trimestre, contribuindo com 0,8 p.p. para a variação total do PIB.</p><p>O Consumo Final (privado e público) teve uma variação
homóloga positiva de 6,8% no 2º trimestre de 2026 (+5,7% no trimestre
anterior).</p><p>Quanto ao consumo privado aumentou 6,2%, em termos reais, no
2º trimestre de 2026 (+4,5% no 1º trimestre). </p><p>Conforme a mesma fonte, o consumo público apresentou uma
taxa de variação homóloga positiva de 8,7%, em volume (+10,0% no trimestre
anterior).</p><p>O Investimento registou uma variação homóloga positiva de
56,9%, em volume, no 2º trimestre de 2026 (+15,9% no trimestre anterior).</p><p>As Exportações de Bens e Serviços, em volume, no 2º
trimestre, apresentaram uma variação homóloga positiva de 8,8% (+5,5% no
trimestre anterior). </p><p>O INE mostra também que as exportações de bens apresentaram
um aumento de 42,8% face ao mesmo período do ano anterior (-5,5% no trimestre
precedente), enquanto as exportações de serviços diminuíram 4,0% em termos
homólogos (+9,7% no 1º trimestre).</p><p>As Importações de Bens e Serviços, em volume, aumentaram
21,3% em termos homólogos (+6,9% no trimestre anterior), observando-se um
aumento de 24,9% nas importações de bens (+5,7% no 1º trimestre de 2026) e de
7,9% nas de serviços (+11,4% no trimestre anterior).</p><p>No acumulado dos dois primeiros trimestres de 2026, o PIB
registou um crescimento de 7,6% em volume, que ficou a dever-se,
fundamentalmente, às atividades do Comércio e reparação, das Atividades
financeiras e de seguros, da Educação, da Construção e da Pesca.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/09/30/pib-cresce-89-no-segundo-trimestre-de-2026/104862</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:38:01 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[FIDA aprova financiamento de 8,844 milhões de euros para  PRO-ÁGUA em Cabo Verde]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O financiamento, aprovado pelo Conselho de
Administração do FIDA na sessão de 10 de Setembro de 2026, será destinado à
implementação do Programa nas ilhas de Santo Antão, São Nicolau, Santiago e
Fogo, de acordo com informações avançadas pelo&nbsp;Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas.</p><p style="text-align: justify;">O montante será disponibilizado através de dois
empréstimos, sendo 4,650 milhões de euros em condições altamente concessionais
e 4,194 milhões de euros em condições ordinárias.</p><p style="text-align: justify;">Com um custo total estimado em 23,31 milhões de
euros, o PRO-ÁGUA pretende "responder a um dos principais desafios estruturais
do desenvolvimento agrícola de Cabo Verde, relacionado com o acesso sustentável
e equitativo à água, criando melhores condições para uma agricultura mais
resiliente".</p><p style="text-align: justify;">De acordo com a referida fonte,&nbsp; a aprovação do financiamento constitui mais uma
etapa no processo de cooperação entre o Governo de Cabo Verde e o FIDA, na
sequência das negociações do Acordo de Financiamento, concluídas na Praia, a 16
de Julho de 2026.</p><p style="text-align: justify;">A próxima etapa será a assinatura do Acordo de
Financiamento, seguida das formalidades nacionais necessárias à sua
ratificação. O cumprimento dessas condições permitirá a entrada em vigor do
Programa e o início dos primeiros desembolsos.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/09/29/fida-aprova-financiamento-de-8844-milhoes-de-euros-para-pro-agua-em-cabo-verde/104847</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Anilza Rocha]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 12:11:35 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Empregadores e sindicatos querem respostas concretas no OE 2027 ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Comércio, Marcos Rodrigues, considera que a proposta é positiva e adequada à realidade do país.</p><p>“É uma proposta ajustada à realidade do país, tendo em conta as circunstâncias em que vivemos. O Orçamento é um reajuste das várias promessas eleitorais e a tendência é positiva. Há muitos compromissos assumidos pelo Governo anterior que têm de ser implementados agora. Compreendemos que nem tudo pode ser resolvido apenas neste Orçamento do Estado”, considera.</p><p>Marcos Rodrigues destaca a retirada da taxa extraordinária sobre as viaturas, uma medida que, segundo o responsável, vinha sendo reivindicada pelos empregadores.</p><p>Por sua vez, o presidente da CCSL, José Manuel Vaz, reconhece o consenso em várias matérias, mas defende avanços na implementação dos PCFR e na regularização dos vínculos na Administração Pública.</p><p>“Há muitos aspectos em que estamos alinhados, quer com o Governo, quer com os empregadores que aqui estão presentes. Em matéria de política de rendimentos e preços, há um consenso relativamente ao aumento faseado do salário mínimo. Até 2030, vamos ter um salário mínimo de 30 mil escudos, de forma faseada. E, também em relação à política de rendimentos e preços, temos ainda a questão dos PCFR, que vão ser implementados já a partir de 2027”, reconhece.</p><p>Segundo o sindicalista, existe também consenso quanto ao aumento faseado do salário mínimo nacional, com a meta de atingir os 30 mil escudos até 2030.</p><p>Já o vice-secretário-geral da UNTC-CS, Fernando Baldé, afirma que há acordo em várias questões, mas sublinha que os compromissos assumidos devem ser efectivamente concretizados.</p><p>“Nós, em linhas gerais, apoiamos todas as directrizes que foram apresentadas, mas esperamos que, de facto, sejam implementados os PCFR, que foram aprovados, mas ainda não foram implementados. Houve, de facto, um aumento da massa salarial, de 32% para 36%, e esperamos também que este aumento possa reflectir-se na reposição do poder de compra dos trabalhadores”, afirma.</p><p>Entre as principais questões levantadas na reunião estão o aumento do salário mínimo, a implementação dos PCFR e a regularização dos vínculos na Administração Pública.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Selton Monteiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 18:28:17 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Governo fixa Orçamento de 2027 em 101,7 milhões de contos 
]]></title>
            <description><![CDATA[<p>“Estamos a falar de um Orçamento que prevê despesas na ordem dos 101,7 milhões de contos cabo-verdianos e aqui falamos de tudo. Estamos a falar da priorização do ensino superior, estamos a falar da assunção, por parte do Governo, de todo o peso que é incluir no Orçamento as passagens para o transporte marítimo a 500 escudos, para o transporte aéreo a 5 mil escudos. Estamos a falar de toda a priorização pela implementação dos 12 PCFR”, afirma.</p><p>Em relação ao salário mínimo, o Governo mantém o compromisso de aumentar para 30 mil escudos até ao final da legislatura.</p><p>No entanto, não está prevista uma actualização do salário mínimo em 2027.</p><p>“O compromisso que foi assumido é de 30 mil escudos até ao final da legislatura. Nós aqui já conversámos, já deixámos, no fundo, patente que nós precisamos garantir que o Orçamento que temos, os recursos que os cabo-verdianos têm e que é este que nós temos, têm que ser empregados a partir da definição de prioridades. Portanto, as prioridades foram essas, portanto, não sobra mais para cumprir outra prioridade. Nós temos que esperar o Orçamento seguinte para nós irmos incluindo, portanto, isto”, realça.</p><p>Por seu lado, a secretária de Estado das Finanças, Maria Lopes, esclarece que, para já, não está prevista uma redução geral dos impostos em 2027.</p><p>“O que temos, em 2027, é mais rendimentos, medidas de imposto, vamos estudar. Temos várias medidas de políticas fiscais, sim, mas não a redução de imposto, porque o imposto foi reduzido já para o Orçamento de 2026. Vamos sentir esse impacto da redução de imposto em 2027. Então, vamos analisar prioridades, vamos analisar o que temos, o que é que o país pode dar em relação aos impostos, em relação às despesas, etc. E vamos fazer os ajustes, vamos estudar a redução de impostos, mas a partir de 2028.”</p><p>Para 2027, o Governo prevê, no entanto, “medidas fiscais inovadoras”, entre as quais a eliminação da taxa de Imposto sobre o Consumo Especial (ICE) sobre viaturas importadas com até quatro anos.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Selton Monteiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 18:27:56 GMT</pubDate>
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