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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 10:34:25 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
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            <title><![CDATA[Estabilidade financeira em máximo histórico sob contexto internacional cada vez mais adverso]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O Índice de Estabilidade Financeira calculado
pelo BCV - um indicador sintético que agrega dimensões de robustez bancária,
desenvolvimento financeiro, vulnerabilidade e clima económico externo - atingiu
em 2025 o nível mais elevado de toda a série histórica, que recua a 2011. O
principal motor foi a melhoria dos indicadores de robustez do sector bancário.</p><p style="text-align: center;"><strong>Banca em alta</strong></p><p>O sector bancário fechou 2025 no melhor momento
da sua história recente, com solvabilidade recorde, crédito malparado em queda
e lucros históricos. O rácio de solvabilidade - que mede a capacidade dos
bancos para absorver perdas - atingiu os 24,8%, mais do dobro do mínimo exigido
por lei, que é de 12%. É o nível mais alto desde 2010, o ano mais antigo da
série disponível. Os fundos próprios, que funcionam como almofada de segurança
do sistema, cresceram 12,7%.</p><p>Os lucros também bateram recordes. O resultado
líquido do conjunto do sector aumentou 7,8% face ao ano anterior, atingindo um novo
máximo. O produto bancário cresceu 10,1%, impulsionado tanto pela margem
financeira, como pelas receitas de comissões e serviços. A rendibilidade dos
capitais próprios situou-se nos 18,1%.</p><p>A própria eficiência melhorou. O rácio <em>cost-to-income</em>
–quanto custa aos bancos gerar cada escudo de receita - desceu para 43,4%,
abaixo do benchmark internacional de referência para bancos de retalho. </p><p>O activo total do sistema cresceu 9,8% em termos
homólogos, passando a representar 132,3% do PIB do país. Dentro do balanço dos
bancos, há uma tendência que o BCV regista: o crédito à economia, apesar de ter
crescido 4,6%, continua a perder peso relativo no conjunto dos activos. Em Dezembro
de 2025 atingiu o valor mínimo desde 2010 como proporção do total do balanço.
Em contrapartida, os bancos estão a aplicar cada vez mais recursos em títulos e
em depósitos junto de outras instituições financeiras. São estes, activos mais
líquidos e de menor risco, mas também de menor contributo directo para o
financiamento da economia produtiva.</p><p style="text-align: center;"><strong>Crédito malparado recua</strong></p><p>Uma boa notícia do boletim é que o rácio de
crédito em incumprimento desceu para 5,1%, uma redução de 2,8 pontos
percentuais face ao ano anterior. O rácio de crédito vencido fixou-se em 5,2%,
também em queda. Os dados confirmam a trajectória descendente do crédito
malparado.</p><p>As imparidades constituídas pelos bancos cobrem
90,8% do crédito em incumprimento. E os fundos próprios do sistema excedem em
1,6 vezes o total dos créditos considerados de grande risco, o que dá uma
margem de segurança adicional.</p><p>Há, porém, uma nota de cautela: a concentração
bancária no mercado de crédito permanece elevada. Os bancos sistémicos detêm
mais de metade do crédito total - uma estrutura que limita a concorrência,
embora em trajectória descendente. O mesmo padrão de concentração existe no
mercado de depósitos. Os cinco maiores depositantes do sistema representavam,
em Dezembro de 2025, quase um quarto do total dos depósitos (24,9%). Esta
concentração é identificada pelo BCV como um risco: se um desses grandes
depositantes decidir retirar os seus fundos, o impacto sobre a liquidez dos
bancos pode ser significativo.</p><p style="text-align: center;"><strong>Depósitos crescem, taxas convergem</strong></p><p>A base de financiamento do sistema bancário
reforçou-se em 2025. Os depósitos de clientes, principal fonte de funding dos
bancos cabo-verdianos, cresceram 12,9% e representam agora 84,5% do
financiamento total. O crescimento foi mais expressivo nos segmentos de outros
residentes, outros não residentes e do sector público administrativo.</p><p>O diferencial negativo entre as taxas de juro
pagas pelos bancos cabo-verdianos e praticadas na Área do Euro reduziu-se
substancialmente.</p><p>Os depósitos de outros não residentes (categoria
que inclui investidores e empresas estrangeiras), passaram, desde Maio de 2025,
a apresentar uma ligeira vantagem face aos equivalentes europeus. É uma mudança
com relevância para a política monetária: significa que o risco de saída de
capitais para a Europa, que motivou três subidas das taxas directoras do BCV em
2025, está a ser mitigado.</p><p>As taxas directoras do BCV mantiveram-se
inalteradas desde Maio de 2025, após esse ciclo de subidas. </p><p style="text-align: center;"><strong>Seguros resistem</strong></p><p>Falando agora do sector segurador, este fechou
2025 com resultados inferiores ao ano anterior. A razão terá sido a tempestade
Erin que gerou um aumento significativo dos custos com sinistros. Os resultados
líquidos reduziram 12,4% face a Dezembro de 2024, e a rendibilidade dos
capitais próprios desceu de 20,6% para 15,8%.</p><p>Mas o sector mantém-se sólido, com um rácio de
solvência de 669,2%, mais de 6,7 vezes acima do mínimo regulamentar. Os activos
representativos das provisões técnicas são suficientes para cobrir a totalidade
das responsabilidades futuras assumidas, e o grau de liquidez dos activos é
satisfatório.</p><p>O peso do sector segurador na economia mantém-se
modesto: a taxa de penetração dos seguros situou-se em 1,5% do PIB em Dezembro
de 2025, muito abaixo da média dos países de rendimento médio, o que sugere um
mercado com espaço considerável para crescer.</p><p style="text-align: center;"><strong>Mercado
de capitais acelera</strong></p><p>O mercado de valores mobiliários cresceu
significativamente em 2025, com o fluxo total de emissões a atingir 33.301
milhões de escudos, mais 56% face ao ano anterior.</p><p>O crescimento foi particularmente expressivo nas
emissões <em>Corporate</em> - obrigações emitidas por empresas -, que
quintuplicaram, atingindo 7 mil milhões de escudos, equivalentes a 2,6% do PIB.
Predominaram empresas dos sectores dos transportes, indústria farmacêutica,
construção, energia e água.</p><p>A expansão do segmento <em>Corporate</em> e
Municipal representou 80,5% do total das emissões privadas, o que sugere que as
empresas cabo-verdianas estão progressivamente a diversificar as suas fontes de
financiamento, recorrendo ao mercado de capitais como alternativa ou
complemento ao crédito bancário.</p><p>O rácio de incumprimento da dívida titulada por
sociedades não financeiras situou-se em 12,2% em Dezembro de 2025. É uma
descida de 1,8 pontos percentuais face a 2024, e ocorre num contexto de
crescimento do stock total de emissões. É um sinal positivo, mas continua a ser
rácio elevado por qualquer padrão internacional.</p><p>O mercado secundário, onde os títulos já emitidos
são transaccionados entre investidores, continua a ter uma dinâmica muito
limitada, com as transacções neste mercado a representarem apenas 2,3% do total
de emissões. </p><p>Esta assimetria entre um mercado primário
dinâmico e um mercado secundário estagnado é um dos constrangimentos
estruturais ao desenvolvimento do mercado de capitais cabo-verdiano.</p><p style="text-align: center;"><strong>Excedente orçamental histórico</strong> </p><p>Um dos principais elementos a destacar no boletim
é que, em 2025, Cabo Verde registou um excedente orçamental global pela
primeira vez desde 2007. Ou seja, dezoito anos depois, o Estado recebeu mais do
que gastou.</p><p>O excedente no saldo orçamental primário - que
exclui o pagamento de juros da dívida - já se mantinha há doze trimestres
consecutivos, mas o excedente global é um patamar diferente. Terá sido
alcançado por via de um crescimento mais acelerado das receitas fiscais e de um
expressivo aumento dos rendimentos de propriedade, embora o Estado também tenha
aumentado as despesas correntes e as despesas com activos não financeiros.</p><p>Esta melhoria das contas públicas teve reflexo no
rating soberano do país. A agência Standard & Poor's melhorou a notação da dívida
pública de Cabo Verde de B para B+ com outlook positivo, em Fevereiro de 2026.
A Fitch, em Abril, confirmou o rating em B- mas melhorou o outlook de estável
para positivo. São sinais de reconhecimento, mas que, como o próprio BCV
sublinha, não elimina, os riscos associados à sustentabilidade da dívida.</p><p style="text-align: center;"><strong>Dívida pesada</strong></p><p>A dívida pública global continua a ser
classificada como de risco elevado para a sua sustentabilidade, e a dívida
externa como de risco moderado. O stock da dívida do governo central reduziu-se
pelo quarto ano consecutivo em percentagem do PIB, mas em valor absoluto
continua a ser pesado. O serviço desta dívida consome uma fatia significativa
das receitas do Estado, e qualquer perturbação externa - uma subida das taxas
de juro internacionais, uma quebra do turismo, um choque nos preços das
matérias-primas - pode tornar esse peso muito mais difícil de suportar.</p><p>Apesar destes riscos, a posição externa do país
reforçou-se. As reservas internacionais líquidas cresceram 44,6% em termos
homólogos em Dezembro de 2025 e situam-se agora em 8,8 meses de importações de
bens e serviços, um nível considerado confortável.</p><p style="text-align: center;"><strong>Economia cresceu, mas está a abrandar </strong></p><p>O pano de fundo macroeconómico em que tudo isto
ocorre é de crescimento, mas em desaceleração. As estimativas do Instituto
Nacional de Estatísticas apontam para um crescimento real do PIB de 6,3% em
2025, inferior aos 7,0% registados em 2024. A desaceleração reflecte, do lado
da procura, uma quebra nas exportações de bens e um consumo privado menos
dinâmico. Do lado da oferta, o comércio contraiu-se e os sectores do
alojamento, restauração e agricultura perderam velocidade, enquanto os
transportes, a educação e a administração pública foram os maiores
contribuidores para o crescimento. A construção, depois de cinco trimestres
consecutivos de forte crescimento, contraiu-se no quarto trimestre de 2025. </p><p>O BCV não antecipa nem aceleração significativa
nem deterioração, sendo que o crescimento deverá estabilizar num ritmo mais moderado
nos próximos anos.</p><p style="text-align: center;"><strong>Inflação </strong></p><p>Há também dados já de 2026, na frente da inflação.
Os preços desaceleraram de Janeiro a Março, em termos homólogos, sobretudo devido
à redução dos preços da energia e dos transportes. Aqui, é de lembrar, que o
governo adoptou medidas excepcionais para limitar o impacto dos preços
energéticos sobre famílias e empresas.</p><p>Mas o quadro não é tranquilizador. Os preços do
vestuário e calçado, dos bens alimentares, da saúde, da restauração e dos
serviços relacionados com habitação e férias subiram de forma mais expressiva.
Em Abril, os combustíveis inverteram a tendência e voltaram a encarecer. </p><p>O Banco de Cabo Verde alerta para pressões
adicionais decorrentes do aumento dos preços importados de bens não
energéticos, uma consequência directa das tensões comerciais internacionais e
do conflito no Médio Oriente, com a guerra envolvendo o Irão a ser o principal
factor de incerteza.</p><p style="text-align: center;"><strong>Contexto externo</strong></p><p>O
boletim dedica bastante espaço à conjuntura macroeconómica internacional. As perspectivas de crescimento da economia global
foram revistas em baixa para 2026 e 2027, num contexto marcado por essas
tensões, mas não só. </p><p>Nos EUA, no Reino Unido e na Área do Euro, a
inflação deverá manter-se acima dos objectivos dos respectivos bancos centrais
em 2026, o que limita a margem para descidas de taxas de juro e aumenta a
pressão sobre os preços dos bens importados.</p><p>O BCV identifica, assim, vários riscos
descendentes para a economia cabo-verdiana: subida dos preços das
matérias-primas, com impacto directo nas importações e na inflação; agravamento
das condições financeiras globais, que poderia tornar mais caro o financiamento
externo do país; e o risco de pressões cambiais e saída de capitais.</p><p>A dependência do país do turismo aumenta a
vulnerabilidade. Uma desaceleração na Europa, o aumento dos custos das viagens
ou perturbações na conectividade aérea teriam impacto directo nas exportações
de serviços e, por essa via, no crescimento, impostos, depósitos e crédito.</p><p>O documento deixa, pois, um aviso claro: o
contexto externo deteriorou-se e a estabilidade conquistada não é imune ao que
acontece fora de Cabo Verde.</p><p><em><strong>Texto originalmente publicado na edição impressa do Expresso das Ilhas nº 1282
de 24 de Junho de 2026.</strong></em></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/28/estabilidade-financeira-em-maximo-historico-sob-contexto-internacional-cada-vez-mais-adverso/103379</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sara Almeida]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 28 Jun 2026 10:34:25 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Tráfego doméstico cresce 43,2% e internacional 11,9% nos aeroportos nacionais em Maio 2026 - AAC  ]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De
acordo com o Boletim Estatístico Mensal referente ao mês de Maio,
2026, os aeródromos e aeroportos nacionais registaram, em
Maio, 3.232 movimentos de aeronaves, entre aterragens e descolagens, menos 4,0%
do que em Abril, resultado da redução tanto do tráfego doméstico (-5,5%) como
do internacional (-2,7%).</p><p>Apesar
da diminuição em relação ao mês anterior, a comparação homóloga revela um
crescimento de 23,5% face a Maio de 2025, evidenciando a manutenção da
recuperação da actividade aérea no país.</p><p>No
período em análise, passaram pelos aeroportos nacionais 258.689 passageiros,
entre embarques, desembarques e trânsito, o que representa uma redução de 11,6%
em relação ao mês de Abril. A quebra foi observada tanto no segmento doméstico,
que recuou 8,9%, como no internacional, com uma diminuição de 12,4%.</p><p>Contudo,
quando comparado com Maio de 2025, o número de passageiros aumentou 8,1%,
sustentado pelo crescimento de 43,2% no tráfego doméstico e de 11,9% no
internacional. Segundo a AAC, estes resultados demonstram que a procura pelo
transporte aéreo continua acima dos níveis registados no ano passado.</p><p>O
transporte de carga foi o indicador que apresentou o melhor desempenho durante
o mês de Maio. Segundo o relatório, foram movimentados 170.571 quilogramas de
carga, um aumento de 28,4% face a Abril. O crescimento foi impulsionado pelos
dois segmentos de mercado, com destaque para o tráfego internacional, que
aumentou 29,6%, enquanto o doméstico cresceu 19,5%. Em termos homólogos, a
actividade registou um aumento de 72,7%, o maior entre todos os indicadores
analisados pela AAC.</p><p>O
movimento de correio aéreo acompanhou a tendência de crescimento, totalizando
44.583 quilogramas em Maio, mais 8,6% do que no mês anterior. A evolução foi
sustentada sobretudo pelo segmento internacional, que registou um crescimento
de 32,7%, enquanto o doméstico permaneceu praticamente estável, com um aumento
de apenas 0,1%.</p><p>Comparativamente
a Maio de 2025, o movimento dos correios aumentou 12,3%, confirmando, segundo a
AAC, uma tendência de crescimento moderado nesta actividade.</p><p>O
relatório da AAC conclui que, apesar da redução verificada em alguns
indicadores relativamente a Abril, a comparação com o mesmo período do ano
passado evidencia uma evolução positiva da actividade aeroportuária nacional,
com aumentos nos movimentos de aeronaves, passageiros, carga e correio.</p><p>Foto:&nbsp;<a href="https://depositphotos.com/photos/trafego-aerio.html?filter=all&qview=333574160">depositphotos.</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/26/trafego-domestico-cresce-432-e-internacional-119-nos-aeroportos-nacionais-em-maio-2026-aac/103369</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Edisângela Tavares]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:47:01 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Cabo Verde Airlines inaugura hoje ligação aérea sazonal entre Sal e Bilbao ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo a empresa, a aeronave e a respectiva tripulação já
se encontram posicionadas em Bilbao para a realização do voo inaugural.</p><p>A operação passará a decorrer todas as quintas-feiras, com
chegada prevista à ilha do Sal às 19h40.</p><p>De acordo com a Cabo Verde Airlines, esta nova ligação
enquadra-se na estratégia de diversificação de mercados e de promoção do
turismo em Cabo Verde, contribuindo para o fortalecimento da conectividade
aérea entre o arquipélago e o continente europeu.</p><p>“... e é realizada em parceria com um operador turístico”,
lê-se.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/25/cabo-verde-airlines-inaugura-hoje-ligacao-aerea-sazonal-entre-sal-e-bilbao/103353</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:32:57 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Preços dos produtos importados e exportados aumentam em maio de 2026

]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Segundo o INE, na
importação, os Índices Subjacente e Volátil aumentaram 7,5% e 6,3%
respetivamente, face ao mês anterior.</p><p style="text-align: justify;">O aumento dos preços dos
produtos importados ocorreu nas seguintes categorias de “Bens de Consumo”
(3,1%), impulsionada, sobretudo, pelo aumento dos preços dos “Produtos alimentares
transformados” (3,3%), “Bens Intermédios” (2,4%), justificado essencialmente
pela subida dos preços de “Outros produtos transformados” (23,0%) e “Combustíveis”
(14,3%).</p><p style="text-align: justify;">Já descida dos preços
ocorreu na categoria de “Bens de Capital” (-11.0%), justificado principalmente
pela descida dos preços da subcategoria “máquinas” (-12,3%).</p><p style="text-align: justify;">Os dados apontam ainda
que, em comparação com maio de 2025, os preços dos produtos importados
aumentaram 7,5%, enquanto os Índices Subjacente e Volátil da importação
registaram acréscimos de 8,0% e 6,2%, respetivamente.</p><p style="text-align: justify;">Os dados do INE indicam ainda que, em comparação
com maio de 2025, os preços dos produtos importados aumentaram 7,5%, enquanto
os Índices Subjacente e Volátil da importação registaram acréscimos de 8,0% e
6,2%, respetivamente.</p><p style="text-align: justify;">Relativamente às exportações, o índice de preços dos
produtos exportados fixou-se em 149,4 pontos em maio de 2026, representando um
aumento de 0,7% face ao mês anterior, quando se situava em 148,4 pontos. No
mesmo período, o Índice Subjacente da exportação registou uma subida de 2,6%,
ao passo que o Índice Volátil apresentou uma diminuição de 5,2% em relação a
abril.</p><p style="text-align: justify;">Em termos homólogos, o Índice de Preços das
Exportações registou um aumento de 0,9% em maio de 2026. No mesmo período, o
Índice Subjacente cresceu 2,6%, enquanto o Índice Volátil apresentou uma
diminuição de 4,3%, segundo o INE.</p><p style="text-align: justify;">Os dados revelam ainda que o Índice de Termos de Troca
(ITT) se fixou em 105,3 pontos, registando uma redução de 6,0% face ao mês
anterior. Em comparação com maio de 2025, o ITT apresentou igualmente um
decréscimo de 6,1%.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/23/precos-dos-produtos-importados-e-exportados-aumentam-em-maio-de-2026/103319</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Anilza Rocha]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:38:35 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Mundial2026: Visibilidade dos Tubarões Azuis obriga Cabo Verde a mudar paradigma de promoção turística - ITCV]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Jair Fernandes avançou que esta projecção vai exigir de Cabo Verde mais investimentos e uma presença reforçada em feiras e eventos internacionais ligados ao turismo e investimento.</p><p>Em entrevista à Inforpress, o responsável destacou que o desempenho dos Tubarões Azuis diante de selecções como Espanha e Uruguai colocou Cabo Verde sob os “holofotes mundiais”, gerando um “aumento imediato” da procura por informações sobre o arquipélago nas plataformas digitais internacionais.</p><p>“Hoje acordámos com uma mediatização e uma procura acrescida não apenas pela selecção nacional, mas também por Cabo Verde enquanto destino turístico”, afirmou.</p><p>Segundo o presidente do ITCV, o fenómeno já estava a ser antecipado desde a qualificação da selecção para o Mundial, sublinhando que estudos analisados pelo ITCV, incluindo casos de sucesso apresentados pela FIFA, apontavam para impactos significativos na notoriedade dos países participantes. </p><p>O dirigente recordou o exemplo da Croácia, que após uma prestação de destaque num campeonato mundial de futebol se tornou um dos dez destinos mais procurados da Europa.</p><p>Com este panorama explicou, o Instituto do Turismo reformulou as suas estratégias promocionais e intensificou acções em mercados estratégicos, nomeadamente nos Estados Unidos, através da participação em eventos realizados em cidades como Tampa, Atlanta e Miami, estando ainda prevista uma acção em Houston.</p><p>“O objectivo é promover Cabo Verde não apenas como destino turístico, mas também como destino de investimento”, sublinhou Jair Fernandes.</p><p>Segundo o presidente do ITCV, o aumento da visibilidade internacional poderá traduzir-se em mais investimentos, maior procura turística e novas oportunidades de negócio para operadores nacionais.</p><p>“À medida que mais pessoas descobrem Cabo Verde, cresce também o interesse em visitar o país, o que terá impactos positivos tanto para o sector privado como para a economia nacional”, afirmou.</p><p>A mesma fonte acrescentou que este cenário exigirá investimentos estruturais em infraestruturas hoteleiras, aeroportuárias e portuárias, bem como um reforço da formação profissional nas áreas da hospitalidade, acolhimento e serviços turísticos.</p><p>Jair Fernandes defendeu ainda que a notoriedade conquistada pela selecção nacional deve ser aproveitada para promover outros segmentos além do tradicional turismo de sol e praia, apostando na valorização do turismo cultural, ecológico e de eventos.</p><p>Neste contexto, destacou a participação de Cabo Verde no Rock in Rio Lisboa, onde o espaço promocional do país foi decorado com referências aos Tubarões Azuis, numa estratégia que procura associar o sucesso desportivo à promoção da cultura cabo-verdiana.</p><p>O responsável revelou igualmente que o Instituto do Turismo está a trabalhar com a Federação Cabo-verdiana de Futebol na criação de iniciativas associadas à marca Tubarões Azuis, visando integrar o fenómeno desportivo nas futuras estratégias de promoção turística.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/23/mundial2026-visibilidade-dos-tubaroes-azuis-obriga-cabo-verde-a-mudar-paradigma-de-promocao-turistica-itcv/103315</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:08:37 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Produção industrial cresce 6,5% em termos homólogos no 1.º trimestre de 2026]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo o INE, no período em análise, a Indústria
Extrativa destacou-se com uma variação homóloga de 39,7%, enquanto a Indústria
Transformadora cresceu 6,2%. Já as indústrias de Eletricidade, gás, vapor, água
quente e fria e ar frio registaram um aumento de 7,0%, e a área de Captação,
Tratamento e Distribuição de água avançou 8,2%.</p><p>Em relaçao ao Índice de Preços na Produção
Industrial (IPPI), o INE indica que teve uma diminuição de 5,5% no primeiro
trimestre de 2026, comparando com o trimestre homólogo. </p><p>Para o INE, a diminuição do Índice de
Preços na Produção Industrial foi particularmente influenciada pelo agrupamento
das secções da Indústria Transformadora, e Electricidade, gás, vapor, água
quente e fria e ar frio, com contribuições para a variação de índice agregado
de 0,4 e -5,4 pontos percentuais, respectivamente.</p><p>Sobre o Índice de Volume de Negócios na Indústria
(IVNI), o INE indica que o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou
uma variação homóloga de 0,5%.  </p><p>Ja nas Indústrias Extrativas, mostra que registou-se
uma variação do volume de negócios de 78,1%. “O volume de negócios na Secção
das Indústrias Transformadoras registou variação de 9,7%, e as secções de
Eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio, e de Captação, Tratamento
e distribuição de água, registaram variações homólogas de -11,2% e 9,5%, respectivamente”.</p><p>O Índice de Emprego (ie) e Horas Trabalhadas
na Indústria (IHOT), no primeiro trimestre de 2026, a variação homóloga dos
Índices de Emprego e Horas Trabalhadas na Indústria foram possitivas, com 3,8%
e 3,7%, respectivamente.</p><p>“A secção das Indústrias Extrativas
registou variações homólogas de 0,0% em relação ao Índice de Emprego e de
-11,3% em relação ao Índice de Horas Trabalhadas”, revela. </p><p>Na secção das Indústrias Transformadoras,
registou-se uma variação homóloga de 4,5% no Índice de Emprego e 4,6% no Índice
de Horas Trabalhadas. “Nas secções de Eletricidade, gás, vapor, água quente e
fria e ar frio, e de Captação, Tratamento e Distribuição de água, foram
registadas variações homólogas no Índice do Emprego, de 2,5% e 5,4%. No Índice
de Horas Trabalhadas, se registaram variações de 2,2% e 5,1%”. </p><p>O Índice de Remunerações na Indústria (IREM)
mostra que no primeiro trimestre de 2026, a taxa de variação homóloga das
remunerações brutas na indústria foi de 5,0%. Neste período, as Indústrias
extrativas e Indústrias transformadoras registaram variações no Índice de
Remunerações, de 8,0% e 6,5%. </p><p>As secções de Eletricidade, gás, vapor,
água quente e fria e ar frio, e de Captação, Tratamento e Distribuição de água,
registaram variações de 2,4% e 6,0%, respectivamente.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/22/producao-industrial-cresce-65-em-termos-homologos-no-1-trimestre-de-2026/103311</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 15:24:42 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Banco central revê dados das remessas para Cabo Verde que crescem 2,5%]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O total dos primeiros três meses deste ano ascende a 7,6 mil milhões de escudos e surge no seguimento de uma tendência de valores recorde registados em 2024 e 2025.</p><p>Portugal foi a origem de mais de um terço das remessas (34,7%), seguindo-se os Estados Unidos (25,7%) e França (17,9%).</p><p>Os principais municípios de destino continuam a ser também os mais populosos: Praia, São Vicente e Santa Catarina.</p><p>Apesar de haver altos e baixos no envio de dinheiro para o país, desde 2019 que o valor dos depósitos de emigrantes acumulados nos bancos nacionais está em crescimento.</p><p>Segundo o mesmo boletim do Banco de Cabo Verde (BCV), em 2025, o valor chegou a cerca de 59,6 mil milhões de escudos.</p><p>No primeiro trimestre deste ano, a soma continuou a crescer e o total dos depósitos de emigrantes ultrapassou a fasquia de 60 mil milhões de escudos em Fevereiro – posicionando-se, no final de Março, nos 60,2 mil milhões de escudos.</p><p>As remessas são um dos principais pilares da economia nacional, a par do turismo, reflectindo o peso da diáspora, estimada em cerca de 1,5 milhões de pessoas – cerca do triplo da população das ilhas.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/17/banco-central-reve-dados-das-remessas-para-cabo-verde-que-crescem-25/103238</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:30:33 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Remessas de emigrantes para Cabo Verde cresceram 12% no primeiro trimestre]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O total dos primeiros três meses deste ano ascende a 8,3 mil milhões de escudos (75,4 milhões de euros) e surge no seguimento da tendência de valores recorde registados em 2024 e 2025, de acordo com o Banco de Cabo Verde (BCV).</p><p>Portugal continua a ser a origem de mais de um terço das remessas (34,8%), seguindo-se os Estados Unidos (26,3%) e França (17,3%).</p><p>Os principais municípios de destino continuam a ser também os mais populosos: Praia, São Vicente e Santa Catarina.</p><p>Apesar de haver altos e baixos no envio de dinheiro para o arquipélago, desde 2019 que o valor dos depósitos de emigrantes acumulados nos bancos do arquipélago está em crescimento.</p><p>Segundo o mesmo boletim do Banco de Cabo Verde (BCV), em 2025, o valor chegou a cerca de 59,6 mil milhões de escudos (540 milhões de euros).</p><p>No primeiro trimestre deste ano, a soma continuou a crescer e o total dos depósitos de emigrantes ultrapassou a fasquia de 60 mil milhões de escudos (544 milhões de euros) em fevereiro – posicionando-se, no final de março, nos 60,1 mil milhões de escudos (545 milhões de euros).</p><p>As remessas são um dos principais pilares da economia cabo-verdiana, a par do turismo, refletindo o peso da diáspora, estimada em cerca de 1,5 milhões de pessoas – cerca do triplo da população do arquipélago.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/16/remessas-de-emigrantes-para-cabo-verde-cresceram-12-no-primeiro-trimestre/103219</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 16:31:21 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Remunerações brutas aumentaram 6,6% no primeiro trimestre de 2026 – INE  ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo
os Indicadores de Actividade do Sector dos Serviços divulgados pelo INE, o
Índice de Volume de Negócios nos Serviços manteve uma evolução positiva face ao
primeiro trimestre de 2025. No entanto, em comparação com o trimestre anterior,
verificou-se uma diminuição de 3,2%.</p><p>Os
sectores do Comércio por grosso e a retalho, reparação de veículos automóveis e
motociclos e dos Transportes e Armazenagem foram os que mais contribuíram para
o crescimento registado. O comércio apresentou uma variação homóloga de 8,5%,
contribuindo com 4,4 pontos percentuais para a evolução do índice global,
enquanto os transportes e armazenagem cresceram 10,2%, representando um
contributo de 1,1 pontos percentuais. As restantes actividades contribuíram com
1,2 pontos percentuais para a variação total observada.</p><p>No
que se refere ao emprego, os indicadores mostram uma evolução positiva, ainda
que moderada. O Índice de Emprego a Tempo Integral registou uma variação
homóloga de 0,3%, enquanto o Índice de Emprego Total cresceu 2,3% em comparação
com o mesmo período de 2025.</p><p>Já o
Índice de Remunerações Brutas apresentou um aumento de 6,6% face ao primeiro
trimestre do ano anterior, reflectindo uma melhoria dos rendimentos no sector
dos serviços. Contudo, quando comparado com o quarto trimestre de 2025, o
indicador registou uma redução de 0,9%.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/15/remuneracoes-brutas-aumentaram-66-no-primeiro-trimestre-de-2026-ine/103201</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Edisângela Tavares]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:39:27 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Santiago, Sal e São Vicente acima dos 30% de penetração de energias renováveis]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Os números evidenciam a crescente integração de fontes
de energia limpa na matriz energética nacional e reforçam a trajectória do país
rumo à transição energética e à redução da dependência dos combustíveis
fósseis.</p><p>Entre as três ilhas analisadas, Santiago registou a
maior participação das energias renováveis na produção de electricidade, com
mais de um terço da energia gerada a ter origem em fontes como a energia solar
e eólica. Seguem-se o Sal, com 32%, e São Vicente, com 31%.</p><p>A evolução destes indicadores surge num contexto em que
Cabo Verde tem vindo a reforçar os investimentos em infra-estruturas de
produção de energia renovável, com o objectivo de aumentar a segurança
energética do país, reduzir os custos associados à importação de combustíveis e
contribuir para o cumprimento das metas ambientais assumidas a nível
internacional.</p><p>Os dados do ONSEC demonstram igualmente a importância
crescente das energias renováveis para o funcionamento do sistema eléctrico
nacional, num arquipélago particularmente vulnerável aos efeitos das alterações
climáticas e fortemente dependente de recursos energéticos importados.</p><p>A aposta em fontes limpas é considerada um dos pilares
da estratégia nacional para o sector energético, permitindo não apenas reduzir
as emissões de gases com efeito de estufa, mas também aumentar a resiliência do
sistema eléctrico e promover um modelo de desenvolvimento mais sustentável.</p><p>Cabo Verde tem assumido nos últimos anos metas
ambiciosas para a incorporação de energias renováveis na produção de
electricidade, procurando posicionar-se como uma referência regional na
transição energética. Os resultados alcançados nos primeiros cinco meses de
2026 demonstram progressos nesse sentido e confirmam o papel cada vez mais
relevante das energias renováveis no abastecimento energético das principais
ilhas do país.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/economia/2026/06/12/santiago-sal-e-sao-vicente-acima-dos-30-de-penetracao-de-energias-renovaveis/103164</link>
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            <category><![CDATA[Economia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Andre Amaral]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 11:16:31 GMT</pubDate>
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