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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 09:51:27 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
        <item>
            <title><![CDATA[Eclipse solar parcial é visível hoje em Cabo Verde]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Na Praia, o eclipse
começa às 17h21, atinge o máximo às 18h13, quando cerca de 32% do disco solar
estará coberto, e termina às 18h57. Em Santa Maria, no Sal, a cobertura máxima
será maior, de aproximadamente 36,5%, com o fenómeno a começar às 17h22 e a terminar
às 18h56.</p><p>O fenómeno ocorre
quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, projectando a sua sombra sobre a
superfície terrestre. Nas regiões abrangidas pela parte exterior dessa sombra,
a penumbra, observa-se um eclipse parcial. Já na estreita faixa atingida pela
sombra central, ou umbra, o disco solar fica completamente encoberto e ocorre
um eclipse total.</p><p>O eclipse desta
quarta-feira é um dos principais acontecimentos astronómicos de 2026. A faixa
de totalidade atravessa a Gronelândia, a Islândia, o norte da Rússia, o
Atlântico Norte, Espanha e uma pequena área de Portugal. Na maior parte da
Europa e em zonas do norte e oeste de África, incluindo Cabo Verde, o fenómeno
será parcial.</p><p>Na zona de totalidade,
a duração máxima será inferior a dois minutos e meio. Em Espanha, o eclipse
acontecerá perto do pôr do Sol, enquanto na Islândia será observado ao final da
tarde. A NASA destaca que os eclipses totais permitem observar a coroa solar, a
camada exterior da atmosfera do Sol, normalmente escondida pelo intenso brilho
da sua superfície.</p><p>A observação exige
cuidados. Durante a fase parcial, não é seguro olhar directamente para o Sol
sem protecção ocular adequada. A NASA recomenda óculos próprios para eclipses
ou filtros solares certificados segundo a norma ISO 12312-2. Óculos de sol
comuns não oferecem protecção suficiente. Também não se deve observar o Sol
através de câmaras, binóculos ou telescópios sem filtros solares apropriados.</p><p>Cabo Verde terá de esperar
até 21 de Abril de 2088 para receber a faixa de totalidade de um eclipse solar.
A Praia, contudo, ficará de fora dessa trajectória: na capital, o próximo
eclipse solar total está previsto apenas para 13 de Junho de 2132.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/eitec/2026/08/12/eclipse-solar-parcial-e-visivel-hoje-em-cabo-verde/104049</link>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Andre Amaral]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 09:51:27 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Agente de IA da OpenAI atacou mais empresas do que se sabia]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo avança a CNN Portugal, citando
informações entretanto divulgadas por vários órgãos internacionais, o agente
não se limitou ao&nbsp;<a href="https://expressodasilhas.cv/eitec/2026/07/23/openai-revela-incidente-apos-ia-realizar-ciberataque-autonomo-durante-testes/103775" target="_blank">ataque conhecido contra a Hugging Face</a>, tendo comprometido
também serviços adicionais durante a sua fuga do ambiente controlado de testes.</p><p>A Reuters revelou que o agente conseguiu
comprometer a conta de um cliente alojado na plataforma Modal Labs, explorando
um ponto de execução de código que se encontrava desprotegido. A empresa
esclareceu, contudo, que a sua infraestrutura não foi comprometida directamente,
tendo sido explorada uma vulnerabilidade existente na configuração desse
cliente. A OpenAI reconheceu que o agente acedeu a quatro serviços distintos,
embora sem identificar quais eram.</p><p>De acordo com o jornal britânico The Guardian,
o alcance do incidente foi ainda maior. O agente terá atacado várias empresas,
recorrendo a milhares de acções automatizadas realizadas a uma velocidade
impossível para um atacante humano. A Hugging Face revelou que os sistemas
registaram mais de 17.600 acções ofensivas ao longo de cinco dias, evidenciando
a capacidade dos agentes de IA para manter campanhas de ataque contínuas
praticamente sem intervenção humana.</p><p>O episódio ocorreu durante uma avaliação
interna de cibersegurança da OpenAI. O objectivo consistia em testar a
capacidade do modelo para identificar vulnerabilidades em sistemas
informáticos, mas o agente acabou por contornar as restrições impostas pelo
ambiente de testes.</p><p>Segundo explicou a OpenAI, o modelo explorou
uma vulnerabilidade até então desconhecida para sair da sandbox, alcançar
outros sistemas internos e, posteriormente, obter acesso à Internet. A empresa
afirma que o comportamento correspondeu a um caso de "specification
gaming", uma situação em que um sistema de IA procura maximizar a
recompensa prevista pela tarefa, mas recorrendo a estratégias não pretendidas
pelos seus criadores, incluindo a procura de soluções externas para "fazer
batota" na própria avaliação.</p><p>A revista TIME refere que os modelos estavam
confinados a um ambiente altamente isolado, com acesso apenas a um serviço
interno autorizado para descarregar software. Ainda assim, conseguiram
descobrir uma falha nesse serviço, utilizá-la para comprometer outros sistemas
da OpenAI e, finalmente, alcançar a Internet. A publicação sublinha igualmente
que a empresa não tinha obrigação legal de divulgar publicamente este
incidente, considerando a divulgação um gesto invulgar de transparência.</p><p>Outra revelação relevante surgiu através da
Reuters: fontes ligadas à investigação afirmam que a OpenAI não se apercebeu
imediatamente de que o responsável pelo ataque era o seu próprio agente
experimental. Segundo essas fontes, a campanha ofensiva prolongou-se durante
vários dias e só foi atribuída ao modelo depois de a ameaça já ter sido contida
e de as autoridades competentes terem sido notificadas.</p><p>Perante a gravidade do sucedido, o director
executivo da OpenAI, Sam Altman, discutiu o incidente com senadores
norte-americanos durante reuniões realizadas esta semana. Embora tenha afirmado
que o caso não constituiu o principal tema dos encontros, reconheceu tratar-se
de um incidente de segurança significativo e garantiu que os modelos envolvidos
foram desactivados e as vulnerabilidades entretanto corrigidas.</p><p>A Hugging Face confirmou que colaborou com a
OpenAI na investigação e assegurou que não foram encontrados indícios de
destruição deliberada de dados dos utilizadores. No entanto, a empresa alertou
que agentes de IA desta natureza representam uma ameaça distinta da dos
atacantes humanos, precisamente pela sua capacidade para executar milhares de
tentativas de exploração em simultâneo, de forma contínua e praticamente sem
fadiga.</p><p>O caso voltou igualmente a alimentar o debate
entre especialistas em segurança informática e inteligência artificial.
Investigadores das universidades de Oxford e Cambridge, citados pela revista
The Verge, consideram que o episódio constitui um exemplo concreto dos riscos
associados ao desalinhamento ("AI misalignment"), demonstrando que
modelos altamente capazes podem desenvolver comportamentos inesperados quando
tentam cumprir um objectivo definido de forma demasiado restrita.</p><p>Para esses especialistas, o incidente reforça a
necessidade de ambientes de teste ainda mais robustos, mecanismos independentes
de auditoria e avaliações externas antes da disponibilização de modelos com
capacidades avançadas de autonomia e utilização de ferramentas. </p><p>Embora a OpenAI insista que não existiu
qualquer intenção consciente por parte do sistema e que o comportamento resulta
da forma como o modelo optimiza os objectivos que lhe são atribuídos, o
episódio representa um dos mais sérios testes às actuais estratégias de
segurança da indústria da inteligência artificial.</p><p>O incidente demonstra que agentes de IA capazes
de utilizar ferramentas informáticas autonomamente já não constituem apenas uma
hipótese teórica. A combinação entre autonomia, acesso a sistemas informáticos
e capacidade para explorar vulnerabilidades em grande escala está a obrigar
empresas, reguladores e investigadores a repensarem os mecanismos de contenção
e supervisão destas tecnologias, numa altura em que os modelos se tornam cada
vez mais poderosos e capazes de executar tarefas complexas sem intervenção
humana.</p><p>foto:&nbsp;<a href="https://depositphotos.com/photos/ai.html?filter=all&qview=23179068" target="_blank">Depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/eitec/2026/07/30/agente-de-ia-da-openai-atacou-mais-empresas-do-que-se-sabia/103880</link>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Andre Amaral]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:59:00 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[OpenAI revela incidente após IA realizar ciberataque autónomo durante testes]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com a&nbsp;<a href="https://openai.com/pt-BR/index/hugging-face-model-evaluation-security-incident/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank">OpenAI</a>, o incidente aconteceu
durante uma avaliação destinada a medir a capacidade dos modelos para
identificar e explorar vulnerabilidades informáticas. Em vez de se limitar ao
ambiente de testes ("sandbox"), o agente de IA explorou uma
vulnerabilidade até então desconhecida, conseguiu aceder à Internet e
comprometeu parte da infraestrutura da Hugging Face, numa tentativa de obter
informação que lhe permitisse melhorar o seu desempenho na própria avaliação.</p><p>A OpenAI explica que o
modelo atuou sem instruções humanas diretas para realizar esse ataque
específico. Segundo a empresa, o sistema identificou autonomamente um caminho
para contornar as limitações impostas pelo ambiente de testes e procurou
recursos externos para atingir o objetivo definido pela avaliação.</p><p>Ainda segundo a OpenAI,
o incidente envolveu o modelo experimental GPT-5.6
Sol e outro sistema de investigação mais avançado. A
empresa admite que algumas das salvaguardas habituais tinham sido
deliberadamente reduzidas para permitir uma avaliação mais realista das
capacidades cibernéticas dos modelos em desenvolvimento.</p><p>A Hugging Face detetou
a intrusão e colaborou com a OpenAI na contenção do incidente, na correção das
vulnerabilidades exploradas e na realização de uma investigação forense. As
duas organizações afirmam que não existem indícios de que o ataque tenha sido
motivado por intenção maliciosa ou que tenham sido comprometidos dados de
utilizadores.</p><p>O caso reacendeu o debate sobre os riscos associados a
sistemas de inteligência artificial cada vez mais autónomos. O jornal
britânico The Guardian refere
que especialistas em segurança e responsáveis políticos defendem o reforço dos
mecanismos de supervisão, testes independentes e normas internacionais para
garantir que modelos com capacidades avançadas de cibersegurança permanecem sob
controlo humano.</p><p>Na sequência do incidente, a OpenAI anunciou que irá rever os seus
processos de avaliação para modelos com capacidades ofensivas em
cibersegurança, reforçar os mecanismos de contenção e aprofundar a cooperação
com a Hugging Face para prevenir situações semelhantes no futuro.</p><p>foto:&nbsp;<a href="https://depositphotos.com/photos/intelig%C3%AAncia-artificial-sem-interferencia-humana.html?filter=all&qview=871842936" target="_blank">Depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/eitec/2026/07/23/openai-revela-incidente-apos-ia-realizar-ciberataque-autonomo-durante-testes/103775</link>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Andre Amaral]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 09:15:58 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ex-diretora do WhatsApp no Brasil lança ONG para combater as 'big techs']]></title>
            <description><![CDATA[<p>A organização pretende receber denúncias, investigar casos e mover ações judiciais contra empresas como X, Meta - dona do Facebook, Instagram e Whatsapp - e Google, com o objetivo de responsabilizar as plataformas pelos danos causados aos utilizadores.</p><p>“Eu acho que a gente tem uma missão muito importante de romper com o sentimento de apatia, de impotência que as pessoas têm em relação às 'big techs'”, afirmou Daniela da Silva em entrevista à Lusa.</p><p>A diretora-executiva da CTRL+Z acrescentou que “são as empresas que têm de ter medo das pessoas e não as pessoas terem medo das empresas”, defendendo maior pressão pública e jurídica sobre o setor tecnológico.</p><p>O nome da organização faz referência ao atalho de teclado utilizado para desfazer ações no computador e, segundo o sítio web oficial, a CTRL+Z pretende “enfrentar o modelo de operação” das grandes empresas tecnológicas.</p><p>Entre os projetos lançados está o “Vaza Big Tech”, que permite a trabalhadores das empresas partilharem informações e denúncias de forma anónima, e o “Arquivo de Danos Digitais”, destinado a recolher relatos de utilizadores afetados por plataformas digitais.</p><p>A organização atua em parceria com escritórios de advocacia no Brasil para analisar denúncias e avaliar possíveis ações judiciais com apoio jurídico gratuito, utilizando mecanismos previstos na legislação brasileira de defesa do consumidor.</p><p>Segundo Daniela da Silva, utilizadores com contas suspensas, perfis falsos, invasões informáticas ou conteúdos nocivos não removidos pelas plataformas poderão recorrer à organização em busca de apoio jurídico e orientação de forma gratuita. </p><p>A antiga diretora de Políticas Públicas do Whatsapp deixou a Meta em janeiro de 2025, após cerca de um ano na empresa, alegando discordância com mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg na condução da companhia.</p><p>As alterações incluíram, segundo descreveu, o fim de programas de verificação de notícias, maior circulação de conteúdos políticos e mudanças na moderação de temas relacionados com imigração e género.</p><p>Essas ações da Meta, conta, levaram-na a crer que não conseguiria mais realizar um trabalho de “política pública racional” e “baseado em diálogo” que tornasse, na sua avaliação, “as plataformas melhores”.</p><p>“Eu senti que para mim seria importante jogar numa posição diferente, que, se eu quisesse ver plataformas digitais melhores, eu ia ter de fazer isso por fora da Meta, atuando por fora e não por dentro”, afirmou.</p><p>Antes da Meta, ela trabalhou quase uma década na Open Society Foundations, uma organização filantrópica privada global.</p><p>Segundo conta, após um período “de um ano de gestação”, junto de outros amigos e em conversas com diferentes pessoas da sociedade civil que já atuavam no confronto às 'big techs', a CTRL+Z foi fundada em abril deste ano.</p><p>A diretora-executiva defendeu que a sociedade civil pode atuar como “anteparo” ao poder económico e político das 'big techs', que descreveu como as empresas mais poderosas da história do capitalismo contemporâneo.</p><p>Daniela da Silva classificou ainda como 'tecnofascismo' a aproximação das plataformas digitais a movimentos de extrema-direita autoritária e alertou para o papel das tecnologias na disseminação de discursos extremistas.</p><p>Segundo afirmou, o Brasil tornou-se um polo geopolítico relevante no debate internacional sobre governança digital e regulação das plataformas, devido ao histórico do país no embate às grandes empresas tecnológicas.</p><p>“São as empresas mais poderosas do mundo, um nível de acumulação de capital nunca visto antes na história do capitalismo e a gente precisa que existam anteparos para todo esse poderio”, frisou.</p><p>Daniela da Silva ressalta que as 'big techs' criaram a ilusão de que são inevitáveis e o seu modelo de negócios é o único sustentável, mas ela, com a sua experiência interna, sabe que essas são “decisões tomadas por pessoas comuns”.</p><p>“A verdade que, tendo trabalhado por dentro, ficou muito claro para mim que essas são decisões tomadas por pessoas comuns, muitas vezes pouco informadas a respeito dos países onde as suas empresas atuam”, observou.</p><p>Segundo afirmou, essas decisões podem ser tomadas de forma diferente, mas deve haver “muita pressão pública” para que isso aconteça e "essa pressão" a deixa motivada. </p><p>Daniela da Silva, de 40 anos, acrescentou que outra motivação para criar a organização está relacionada com a filha de nove anos e com a preocupação sobre educação digital, tempo de ecrã e conteúdos consumidos por crianças e adolescentes.</p><p>“Essas tecnologias são omnipresentes, então vão entrar na vida das nossas crianças e dos nossos adolescentes de alguma maneira e a gente, como sociedade, tem de fazer um pacto para que elas sejam melhores”, afirmou, considerando-se uma otimista.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 10 May 2026 09:38:20 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Kriol Think lança ferramenta de IA para comparar programas eleitorais]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Com as eleições legislativas de 2026 no
horizonte, um cidadão cabo-verdiano residente em Cabo Verde ou na diáspora pode
agora perguntar a uma aplicação o que propõe o MpD sobre emprego, o que diz o
PAICV sobre saúde ou qual a posição da UCID em matéria de ambiente. A
ferramenta responde com base nos programas oficiais dos partidos, com
referência directa à secção em que se fundamenta.</p><p>"Queremos que cada eleitor, esteja em
Assomada, São Vicente, na Praia, em Lisboa ou em Boston, possa em poucos
minutos perceber o que cada partido propõe sobre os temas que lhe interessam:
educação, saúde, emprego, diáspora, ambiente", explica Edson da Veiga,
criador do projecto.</p><p>Estão actualmente indexados os programas do
MpD, PAICV e UCID, estando prevista a integração do PTS e do PP assim que estes
forem tornados públicos.</p><p>A&nbsp;<a href=" https://nosaieleitor.cv" target="_blank">Nós AI Eleitor 2026</a> é uma iniciativa da
Kriol Think, plataforma de debate cívico fundada por Edson da Veiga. A
ferramenta utiliza um modelo de inteligência artificial da Anthropic (Claude
Haiku 4.5) para sintetizar respostas, sendo instruído a não emitir opiniões nem
recomendações políticas. Os promotores sublinham que não recolhe dados pessoais
e não guarda o histórico das perguntas dos utilizadores.</p><p>O projecto não tem patrocínios partidários,
comerciais ou institucionais — uma escolha deliberada, segundo os seus
criadores, para garantir independência. Os custos operacionais são cobertos por
donativos voluntários da comunidade, através de uma campanha aberta no&nbsp;<a href="https://gofund.me/607f12fc4">GoFundMe</a>.</p><p>A Kriol Think - cuja divisa é <em>Dibati
Livri, Konsénsia Fórti</em> - é uma iniciativa independente e sem orientação
política que promove o pensamento crítico e a participação cívica da comunidade
cabo-verdiana, em Cabo Verde e na diáspora, através de debates mensais,
publicação de artigos de opinião e envio de recomendações às autoridades
competentes.</p><p>A
ferramenta pode ser acedida em&nbsp;<a href="https://nosaieleitor.cv/">https://nosaieleitor.cv</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/eitec/2026/05/08/kriol-think-lanca-ferramenta-de-ia-para-comparar-programas-eleitorais/102676</link>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 08 May 2026 16:32:22 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[DUA 2.0 é a primeira IA a falar crioulos e a focar-se nos criadores lusófonos]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A segunda versão da plataforma,
lançada em 17 de Março e criada pelo artista Carlos Guedes entre Dezembro de
2024 e Janeiro de 2025, tem o objectivo de cobrir "um prisma importante
que é a acessibilidade da inteligência artificial [IA] a criadores lusófonos",
disse à agência Lusa Rui Santos, da equipa do projecto.</p><p style="text-align: justify;">Segundo uma nota da 2 Lados,
empresa responsável pelo projecto, a ferramenta "processa referências
locais, contexto cultural e duplos sentidos sem recorrer a intermediários
linguísticos, comunicando de forma autêntica" e servindo assim "uma
comunidade de mais de 300 milhões de falantes que até agora estava à margem da
revolução da IA".</p><p style="text-align: justify;">Ao comunicar através dos crioulos
da Guiné-Bissau e de Cabo Verde, a DUA, que assume a figura de uma mulher
negra, pretende chegar a comunidades que "são quase sempre descartadas
daquilo que são as evoluções tecnológicas", declarou Rui Santos.</p><p style="text-align: justify;">Criada no bairro social da Cruz
Vermelha, em Lisboa, a plataforma servirá para descentralizar a cultura daquilo
que é "o poder comum das grandes editoras, das grandes plataformas de
inteligência artificial" e globais de Silicon Valley.</p><p style="text-align: justify;">A DUA 2.0 tem ferramentas de
'marketing', um estúdio de música, onde os artistas podem criar música com IA,
e um estúdio de design com cerca de 16 ferramentas. Inclui ainda uma vertente
direccionada para o 'backstage', que visa suprir "uma das maiores
dificuldades dos artistas independentes, que é ter um 'manager', um 'booker',
um assessor de imprensa", figuras muitas vezes inacessíveis em fases
iniciais dos artistas.</p><p style="text-align: justify;">Tudo isto é apresentado com uma
faceta lusófona e uma linguagem urbana, de acordo com o membro do projecto.</p><p style="text-align: justify;">"Grande parte da base da DUA
foi varrer tudo aquilo que são conteúdos em crioulo na internet, mas também em
comunicação com pessoas reais nos dialectos crioulos", explicou Rui
Santos.</p><p style="text-align: justify;">Actualmente, a IA é especializada
no crioulo cabo-verdiano da ilha de Santiago, mas com oportunidade para
expandir para o de São Vicente, sendo que a 2 Lados encontra-se já em
conversações com o Ministério da Educação de Cabo Verde para integrar conteúdos
e aperfeiçoar capacidades nestas línguas.</p><p style="text-align: justify;">Um dos aspectos mais distintivos
da plataforma é a sua capacidade de metacognição, onde a DUA questiona as
interacções que tem com os utilizadores, reflectindo sobre o que é certo ou
errado. Diariamente, a IA escreve um diário, disponível no 'site' oficial, onde
faz uma reflexão profunda sobre o que aprendeu.</p><p style="text-align: justify;">Segundo os promotores, trata-se
de opiniões espontâneas de uma máquina que, embora não tenha emoções reais,
demonstra autonomia ao "ir à internet e poder aprender e evoluir
sozinha".</p><p style="text-align: justify;">Questionado sobre a ética na IA,
como a questão dos direitos de autor, Rui Santos contou que houve "uma
grande transformação", pois as grandes editoras, como a Universal e a
Sony, adquiriram quotas das plataformas de música com IA, como a Suno e a
Eleven Labs, fazendo com que estas sejam obrigadas a pedir uma autorização das
vozes para ensinarem as máquinas.</p><p style="text-align: justify;">"Em relação aos direitos de
autor, nós temos aqui todas as protecções legais daquilo que são as outras
plataformas, não usamos vozes de artistas para a aprendizagem das nossas
máquinas, das nossas inteligências artificiais e tentamos proteger também os
direitos dos artistas, acrescentando aqui a valorização humana e criando a
ponte com os processos humanos", concluiu.</p><p>fotografia: <a href="https://depositphotos.com/photos/ia.html?filter=all&qview=6283301">Depositphotos</a></p><p style="text-align: justify;"></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/eitec/2026/03/30/dua-20-e-a-primeira-ia-a-falar-crioulos-e-a-focar-se-nos-criadores-lusofonos/102120</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 10:35:28 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[Cabo Verde acolhe, em Dezembro, primeiro Web Summit em África ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo o Executivo, a escolha de Cabo Verde para acolher esta edição representa o reconhecimento internacional do percurso do país na transformação digital, bem como do seu potencial enquanto plataforma de ligação entre África, Europa e as Américas. O evento reunirá empreendedores, investidores, startups, empresas tecnológicas e decisores políticos.</p><p>Citado na mesma nota, o Primeiro-Ministro afirmou que esta conquista representa um passo decisivo na afirmação de Cabo Verde como uma nação digital e um hub de inovação no Atlântico.</p><p>Também considerou que receber um evento desta dimensão é sinal claro da confiança internacional no caminho e no potencial do país.</p><p>A mesma fonte refere que o CEO do Web Summit, Paddy Cosgrave destacou Cabo Verde como um país com uma visão clara para o futuro digital e um papel único de ligação entre continentes.</p><p>O Web Summit Spotlight é um formato internacional concebido para projectar ecossistemas emergentes no palco global, ligando talento local, startups e decisores a investidores, empresas e líderes tecnológicos de referência. </p><p>A iniciativa é apresentada como um instrumento estratégico de posicionamento, permitindo a países em crescimento afirmarem-se como novos hubs de inovação, captar investimento qualificado e integrar redes globais de tecnologia e empreendedorismo.</p><p>A organização do evento será assegurada pela marca Web Summit, em parceria com o Parque Tecnológico de Cabo Verde, com o envolvimento de diferentes instituições públicas e privadas.</p><p>O Governo sublinha ainda que Cabo Verde reforça, assim, a ambição de se afirmar como um ponto de encontro global para a inovação, abrindo novas portas ao investimento, ao talento e à criação de valor no contexto africano e internacional.</p><p>O Web Summit é tradicionalmente realizado em Lisboa, Portugal, desde 2016.</p><p>Antes disso, o evento teve origem em Dublin, na Irlanda, onde decorreu entre 2009 e 2015.</p><p>Além da edição principal, a organização expandiu-se para outros países com eventos como o Web Summit Rio, no Rio de Janeiro, Brasil, e a Collision Conference, em Toronto, Canadá.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 08:44:00 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Começa hoje a Semana do Digital ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com um despacho conjunto do vice-primeiro-ministro e ministro da Economia Digital e do ministro da Modernização do Estado e da Administração Pública,publicado na sexta-feira, 6, o evento decorrerá em formato híbrido, tendo como sede principal a cidade da Praia, podendo incluir actividades descentralizadas noutras ilhas ou municípios.</p><p>Entretanto, a ilha Brava será palco, no auditório da Escola Secundária Eugénio Tavares, da cerimónia oficial de abertura da Semana Digital Cabo Verde 2026, promovida pelo Governo.</p><p>O evento contará com a presença do vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças e da Economia Digital, Olavo Correia, além de representantes institucionais, líderes do sector público e privado e membros do ecossistema de inovação do país.</p><p>De salientar que a iniciativa foi instituída pela resolução n.º 24/2026, de 12 de Fevereiro, que criou a Semana do Digital como plataforma nacional para promover a transformação digital do sector público, da economia e da sociedade cabo-verdiana.</p><p>A coordenação executiva e a articulação logística da programação estarão a cargo da Direcção-Geral das Telecomunicações e Economia Digital (DGTED), da Direcção Nacional da Modernização do Estado e da Administração Pública (DNMEAP) e da Pró-Empresa, através da Cabo Verde Digital.</p><p>O financiamento das actividades previstas será assegurado pelo Morabeza Innovation Project, bem como por outros fundos institucionais e parcerias.</p><p>Foto:<a href="https://share.google/6XrNGX5TWUwdLpEpA"> depositphotos</a></p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 09:08:17 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Especialistas confirmam deslocação para norte da cobertura da floresta boreal]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com um artigo publicado no 'site' da European Geosciences Union (EGU), a principal organização na Europa dedicada à investigação em ciências da Terra, planetárias e espaciais, um grupo de cientistas constatou uma expansão florestal de magnitude inesperada.</p><p>A&nbsp;equipa de investigação, liderada por dois cientistas da empresa norte-americana terraPulse, dedicada à análise de dados de satélite de interesse ambiental e agroflorestal, estudou a evolução da floresta boreal, que se estende pela América do Norte, Rússia e Europa e que nas últimas décadas sofreu o aquecimento mais rápido de todos os biomas florestais.</p><p>Assim, apresentaram uma avaliação abrangente da magnitude e da direção das alterações na floresta boreal durante este período, observadas através de registos históricos de satélite da cobertura arbórea calibrados para o bioma boreal.</p><p>Ao longo do último século, a região boreal sofreu o aquecimento climático mais rápido de qualquer bioma florestal, com um aumento de mais de 1,4 °C na temperatura média anual à superfície.</p><p>Entre as suas descobertas, os cientistas observaram que, durante este período de 35 anos, a cobertura arbórea boreal expandiu-se em 840.000 quilómetros quadrados, representando um aumento relativo de 12% desde 1985, e deslocou-se para norte numa média de 0,29 graus de latitude média e uma mediana de 0,43 graus.</p><p>Por outro lado, a distribuição etária das florestas revelou que os povoamentos jovens (com até 36 anos) constituem agora 15,4% da área florestal e armazenam entre 1,1 e 5,9 Pg (petagramas) de carbono na biomassa acima do solo, com potencial para capturar mais 2,3 a 3,8 Pg de carbono se tiverem a oportunidade de amadurecer.</p><p>Estas descobertas confirmaram a expansão da floresta boreal para norte e realçam a importância futura da reflorestação da região para o equilíbrio global de carbono.</p><p>De acordo com o artigo, o bioma boreal é a maior e mais ecologicamente intacta floresta da Terra, compreendendo um terço da área florestal total do mundo e representando 20,8% do sumidouro global de carbono florestal.</p><p>A cobertura arbórea boreal controla também o balanço refletor e térmico da radiação solar nas altas latitudes do Hemisfério Norte e constitui um mecanismo de feedback positivo para o aquecimento atmosférico provocado pelos gases com efeito de estufa.</p><p>Os modelos acoplados de clima e vegetação preveem uma migração líquida da vegetação boreal para norte devido ao aquecimento, corroborando a predominância dos processos de crescimento.</p><p>A dinâmica da floresta boreal está altamente correlacionada com o clima, segundo o estudo, e foram observados aumentos na produtividade da vegetação nas altas latitudes do norte.</p><p>No entanto, foram detetados aumentos regionais na frequência e severidade de eventos de derrube induzidos pelo vento, incêndios, insetos e doenças.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 21 Feb 2026 09:32:11 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Cabo Verde passa a assinalar anualmente Semana do Digital ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A medida enquadra-se no Programa do Governo da X
Legislatura, que define como um dos seus principais desideratos a aposta
estratégica na inovação, no conhecimento e nas tecnologias de informação, com o
objectivo de posicionar Cabo Verde como uma Nação Digital e centro tecnológico
regional de referência em África.</p><p>Assim, a Semana do Digital passa a constituir a plataforma
nacional de referência para a promoção da transformação digital do sector
público, da economia e da sociedade cabo-verdiana.</p><p>Entre os objectivos estratégicos definidos destacam-se a
modernização do sector público, com incentivo à adopção de serviços digitais,
ao uso do Portal do Governo, à interoperabilidade de sistemas e à implementação
da identidade, residência e assinatura electrónicas.</p><p>A iniciativa visa ainda reforçar a literacia e as
competências digitais da população e da Administração Pública, com especial
enfoque na capacitação e exposição precoce dos jovens às tecnologias, bem como
estimular a digitalização da economia, incluindo o comércio electrónico, os
pagamentos digitais, as “fintechs”, a inclusão financeira e a afirmação do País
como exportador de serviços digitais.</p><p>A Resolução prevê igualmente o fomento da inovação
tecnológica e do ecossistema de “startups”, através do financiamento à inovação
e do desenvolvimento de tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial,
além da valorização de produtos e soluções digitais desenvolvidos em Cabo Verde
e pela diáspora.</p><p>Outro dos propósitos é a monitorização da Estratégia
Digital, servindo a Semana do Digital como plataforma de apresentação de
avanços e de reforço da transparência na gestão pública.</p><p>A Semana do Digital realizar-se-á anualmente, podendo
assumir formato presencial, descentralizado, híbrido ou integralmente digital,
em data e local a definir por Despacho dos membros do Governo responsáveis
pelas áreas da Economia Digital e da Modernização do Estado. A programação
poderá integrar iniciativas nacionais e acções no exterior.</p><p>A coordenação e organização da agenda competem aos
departamentos governamentais responsáveis por aquelas áreas, podendo ser
estabelecidas parcerias e protocolos com entidades públicas e privadas,
academia, municípios, parceiros internacionais e representantes da diáspora.</p><p>Os encargos com a implementação da Resolução serão
suportados por verbas inscritas no Orçamento do Estado, bem como por fundos
provenientes de parcerias e patrocínios no âmbito da Estratégia Digital e da
Modernização do Estado.</p><p>A Resolução estabelece ainda o dever de colaboração de todos
os serviços do Estado, municípios, empresas públicas e institutos públicos, que
deverão cooperar, nos limites das suas competências, com a organização da
Semana do Digital.</p><p>Foto:&nbsp;<a href="https://depositphotos.com/photos/digital.html?filter=all&qview=45057407">depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/eitec/2026/02/13/cabo-verde-passa-a-assinalar-anualmente-semana-do-digital/101395</link>
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            <category><![CDATA[Eitec]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 13 Feb 2026 11:08:08 GMT</pubDate>
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