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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Sun, 29 Mar 2026 11:23:34 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
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            <title><![CDATA[Estudantes dos PALOP queixam-se de atrasos nos vistos e dificuldades em Portugal  ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Bilkiça Câmara, estudante guineense na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, descreveu à agência Lusa uma realidade onde o sucesso académico é, muitas vezes, ensombrado por uma luta pela sobrevivência e regularização documental que afecta a maioria dos alunos internacionais, nomeadamente dos PALOP.</p><p>“Não é uma ou duas ou três pessoas que passam por isso, é a grande maioria dos estudantes que ingressam através do regime especial”, disse, explicando que a demora no processo de emissão de vistos faz com que muitos cheguem a Portugal em Dezembro ou Março, quando os semestres já estão praticamente concluídos.</p><p>Este obstáculo é transversal a estudantes de outras nacionalidades da lusofonia.</p><p>Beatriz Pires, antiga aluna da Faculdade de Letras que veio de São Paulo, Brasil, disse que a documentação foi o maior entrave, ficando cerca de seis meses sem conseguir estudar.</p><p>Segundo Bilkiça Câmara, os alunos chegam tão atrasados que não conseguem fazer o primeiro ano por terem muitas unidades curriculares pendentes, e muitos dos que chegam em março, a meio do segundo semestre, desistem.</p><p>Esta chegada tardia gera um “desânimo total” e ainda estados de saúde mental “completamente destrutivos”, diz a estudante guineense que contou que acompanha colegas a consultas de psicologia.</p><p>Céline Machaieie, estudante moçambicana no Instituto Superior Técnico, relatou que o seu visto demorou quase dois meses, resultando num primeiro semestre “praticamente perdido”.</p><p>“Em vários momentos até já pensei em desistir e voltar para o meu país”, contou.</p><p>Além da burocracia, a barreira económica é outro obstáculo apontado, pois no mercado de arrendamento privado os quartos rondam os “400 ou 500 euros”, valores incomportáveis para os alunos que chegam sozinhos.</p><p>Esta pressão financeira empurra muitos dos estudantes para empregos precários e exploração laboral, onde acabam por abandonar os estudos para garantirem o sustento, de acordo com Bilkiça Câmara.</p><p>"Eles têm que decidir ou continuam com os estudos ou continuam a trabalhar para os sustentar. E muitos acabam por escolher a segunda opção, que é trabalhar para se sustentar", lamentou.</p><p>As estudantes apontam ainda a diferença entre os currículos dos seus países de origem e o sistema português.</p><p>Bilkiça Câmara criticou o ensino “muito voltado à Europa e aos Estados Unidos”, sublinhando que as visões africanas ou asiáticas, quando ensinadas, mantêm uma perspectiva eurocêntrica.</p><p>Também Céline notou que os conteúdos que em Moçambique apenas seriam abordados no ensino superior, em Portugal já fazem parte do currículo secundário, exigindo um “esforço extra”.</p><p>As estudantes relataram também episódios de preconceito como a exclusão em trabalhos de grupo ou a diferenciação por serem mulheres negras.</p><p>"O trabalho de acolhimento e integração efectivo não está a ser feito. Em muitas universidades, os estudantes chegam cá e estão completamente sozinhos, sem saber se virar. Eu não vejo universidades a dedicarem o seu tempo para mostrar a faculdade aos estudantes, para disponibilizar mentorias ou tutorias", declarou Bilkiça Câmara.</p><p>Beatriz Pires confirma esta visão e disse que o apoio acaba por vir apenas dos próprios estudantes que criaram núcleos para ajudar quem passa pelo mesmo.</p><p>"A gente sabe exactamente o que é exclusão, o que é ter um professor que fala que nós não sabemos escrever", disse a estudante brasileira.</p><p>Como resposta, pedem medidas concretas às instituições de ensino superior. Céline e Bilkiça sugerem a criação de dias abertos e mentorias, além de aulas de apoio para colmatar as diferenças curriculares.</p><p>"Tem que haver maior sensibilização e reconhecer que estes estudantes têm dificuldades, acabaram de chegar, estão aqui sozinhos, precisam de ser integrados academicamente, social e cultural", disse a jovem guineense, concluindo que "não adianta quererem estudantes estrangeiros (...) se não trabalham a sério para integrar e alcançar esses estudantes”.</p><p>Foto:<a href="https://depositphotos.com/photos/estudantes-africanos.html?filter=all&qview=20131009">&nbsp;depositphotos</a></p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 29 Mar 2026 11:23:34 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Saúde, educação e desemprego considerados principais problemas por cidadãos lusófonos - Estudo ]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Realizado
pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Económicas, com sede em
São Paulo, no Brasil, e coordenado pelo cientista político brasileiro Antonio
Lavareda, o barómetro reúne as perceções dos cidadãos de Angola, Brasil, Cabo
Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e
Timor-Leste sobre "25 indicadores" e será apresentado quarta-feira,
pelas 14:30, na sede da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).</p><p>"A saúde lidera
as preocupações dos cidadãos da lusofonia, com 53% das respostas, seguida da
educação, com 43%, e do desemprego, com 34%", de acordo com os dados do
inquérito enviado à Lusa e realizado em oito dos nove Estados-membros
da CPLP.</p><p>Segundo Lavareda, em
quase todos os países analisados, a saúde surge como uma preocupação central,
com percentagens que frequentemente se aproximam ou ultrapassam metade dos
inquiridos.</p><p>Em Cabo Verde, a
violência assume um peso semelhante ao observado no Brasil, com 47% das
menções, mas surge atrás do desemprego, apontado por 60% dos inquiridos, e da
saúde, com 55%. A inflação e o aumento dos preços são referidos por 25%, o
segundo valor mais elevado deste indicador entre os países analisados.</p><p>Relativamente a São Tomé
e Príncipe, as questões relacionadas à saúde também lideram as preocupações,
correspondendo a 48% das citações.</p><p>No país, o desemprego é
outro ponto de alarme para a população, com 40% das indicações
e a educação aparece com 29%.</p><p>Em Portugal, a saúde
ocupa igualmente o primeiro lugar, com 55% das menções, embora o desemprego
surja com um peso reduzido, referido por apenas 9% dos entrevistados. A
inflação também surge com baixa expressão, enquanto a economia em geral é
apontada como preocupação por 22%.</p><p>A principal exceção
à preocupação com a saúde é Moçambique, onde apenas 28% dos
inquiridos destacam esta área.</p><p>Neste país da África
Austral, a educação lidera o 'ranking' de preocupações, com 35%, seguida da
saúde (28%) e do desemprego, com 21%, e de questões ligadas à inflação e à
economia em geral, indicando que as inquietações económicas assumem um papel
central.</p><p>Em Angola, a configuração
segue a tendência geral, com educação, saúde e desemprego no topo das
preocupações, mas com valores mais elevados do que a média dos países
analisados.</p><p>A educação é mencionada
por 53% dos angolanos inquiridos, a saúde por 48% e o desemprego por 45%. A
inflação surge em quarto lugar, com um peso particularmente elevado,
correspondendo a cerca do dobro da média geral.</p><p>Na Guiné-Bissau, os
resultados evidenciam carências severas em áreas essenciais. A saúde é apontada
como principal problema por 85% dos inquiridos e a educação por 78%, os valores
mais elevados registados para qualquer indicador entre os países analisados.</p><p>Em Timor-Leste, as
perceções distribuem-se por várias frentes críticas, com cerca de seis em cada
dez cidadãos a referirem saúde, educação e desemprego, todas com percentagens
próximas dos 59%.</p><p>No Brasil, os principais
problemas identificados são a saúde, com 45% das menções, a violência, com 40%,
e a educação, com 35%.</p><p>De acordo com Antonio
Lavareda, o barómetro revela que as preocupações centrais dos cidadãos da
lusofonia estão fortemente ligadas à qualidade dos serviços públicos
e às condições de inserção económica.</p><p>Num segundo patamar
surgem temas como violência, inflação e acesso a água, energia e saneamento
básico, concluiu.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/lusofonia/2026/01/25/saude-educacao-e-desemprego-considerados-principais-problemas-por-cidadaos-lusofonos-estudo/101077</link>
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            <category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 25 Jan 2026 10:46:09 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Monte Grande acolhe quarta edição da Festa do Queijo entre 14 e 18 de Julho]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Organizada pela Associação Ka Djidja, a Festa do
Queijo movimenta a comunidade de Monte Grande com a reunião de produtores,
técnicos e a população em torno da valorização do queijo artesanal e do
fortalecimento do sector agropecuário em Monte Grande e nas comunidades
vizinhas com potencial para a pecuária.</p><p>A programação da quarta edição da Festa do
Queijo, segundo o responsável da Associação Ka Djidja, Pedro Matos, inclui
oficinas formativas, debates, concursos e momentos de confraternização,
destacando a importância do queijo artesanal e da pecuária na economia local.</p><p>A abertura do evento será marcada por formação
e capacitação, com uma oficina prática sobre “Transformação artesanal do
queijo”, assim como por um módulo técnico sobre “Teste de mastite: análise e
orientação técnica nos currais”, com o objectivo de fortalecer o conhecimento e
a prática dos produtores de queijo.</p><p>O teste de mastite visa identificar a presença
de mastite nos animais, uma inflamação das glândulas mamárias, geralmente
causada por infecção bacteriana, que afecta a qualidade e a produção do leite.</p><p>A sua realização tem como finalidade orientar
os criadores no sentido de melhorarem a produção de leite.</p><p>Para quarta-feira, dia 16, a organização
promove “A Rota do Queijo: Sabores e Turismo Rural”, com uma deslocação até
Tudja, na encosta da Serra, com concentração e partida em Monte Grande.</p><p>Durante o passeio, os visitantes poderão
desfrutar de um “café com queijo” e participar num painel sobre "Turismo
rural como oportunidade para o desenvolvimento", seguido de um almoço.</p><p>Na quinta-feira, dia 17, no espaço da
Associação Ka Djidja, será realizado um fórum de desenvolvimento local, através
de uma mesa-redonda sobre "50 Anos da Independência: o futuro do
agropecuário em Cabo Verde", contando com a presença do antigo presidente
da câmara de São Filipe, Eugénio Veiga, do delegado do Ministério da
Agricultura e Ambiente, Estevão Fonseca, e do vereador da câmara de São Filipe,
António Cula Monteiro.</p><p>A quarta edição da Festa do Queijo termina na
sexta-feira, dia 18, no espaço da Associação Ka Djidja, com uma série de
actividades como café tradicional, feira agropecuária, concurso “Maior buli di
leti” (maior cabaça de leite, em português), concurso “Melhor Queijo 2025”,
entrega de certificados e espectáculo com música tradicional.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 13 Jul 2025 14:02:52 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​São Tomé acolhe simpósio sobre inovação no ensino e aprendizagem da língua portuguesa]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Este simpósio é uma oportunidade
de promover uma formação contínua e de promover o diálogo entre professores e
especialistas, para que possamos repensar o ensino da Língua Portuguesa de
forma mais atractiva e actualizada”, disse à Lusa o coordenador do Centro de
Língua Portuguesa na Universidade de São Tomé e Príncipe, João Gabriel Morais.</p><p>Segundo Morais, durante os três dias, o
evento ficou marcado por palestras, conversas e oficinas práticas, com
participação, presencial e online, de profissionais de Cabo Verde, Brasil,
Portugal e São Tomé que abordaram perspectivas para “explorar práticas
pedagógicas inovadoras, que sejam capazes de adaptar o ensino às preferências e
vivências do aluno do século XXI”.</p><p>"O papel do professor mudou. Agora,
o foco deve estar na autonomia do aluno, na sua capacidade de buscar
conhecimento de forma ética e consciente, apoiado pelo professor como
orientador. A tecnologia tornou-se uma ferramenta essencial, e é fundamental
que os docentes saibam orientar seus alunos nesse universo de informações
rápidas e acessíveis", sublinhou João Gabriel Morais.</p><p>"Se queremos um ensino mais
atractivo e consciente, é preciso que todos nós, professores e estudantes,
estejamos abertos a experimentar, inovar e contribuir para uma educação mais
inclusiva e dinâmica”, acrescentou.</p><p>Ângela Carvalho, professora da
Universidade do Porto, sublinhou que o evento foi também um momento de
partilha.</p><p>"Queríamos que este fosse um espaço
de partilha, onde os participantes pudessem trocar experiências de forma mais
próxima, afastando-se do formato meramente académico. Foi muito positivo ver o
entusiasmo e a participação activa de todos”, disse a docente.</p><p>A professora da Universidade do Porto
sublinhou que o simpósio também teve o objectivo de “fortalecer a identidade
cultural e linguística da comunidade, promovendo uma reflexão que seja
pluricêntrica e conectada às questões actuais, como os Objectivos de
Desenvolvimento Sustentável”.</p><p>Segundo a organização, como resultado do
evento será elaborado um documento de recomendações e uma colectânea de artigos
científicos, que serão partilhados com a comunidade educativa local e
internacional, reforçando o compromisso de fortalecer a Língua Portuguesa na
lusofonia e não só.</p><p>O IV Simpósio da Língua Portuguesa de
São Tomé e Príncipe foi organizado pela Universidade de São Tomé e Príncipe,
Instituto Guimarães Rosa/São Tomé, Camões - Centro de Língua
Portuguesa/Portugal e Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) no
âmbito das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa assinalado a 05 de
Maio, e decorreu sob o tema central "Em Busca de Práticas de Ensino
Inovadoras".</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/lusofonia/2025/05/10/sao-tome-acolhe-simposio-sobre-inovacao-no-ensino-e-aprendizagem-da-lingua-portuguesa/96977</link>
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            <category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 10 May 2025 08:54:17 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Gabão apresentou manifestação de interesse para ser Estado-membro da CPLP  ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"A manifestação de
interesse do Gabão chegou ao secretariado-executivo da CPLP em Novembro, que a
fez chegar aos Estados-membros, mas até agora ainda não houve qualquer
pronunciamento sobre a mesma", disse à Lusa fonte diplomática de um dos
Estados-membros.</p><p>De acordo com uma outra
fonte diplomática, o país terá evocado naquela manifestação de interesse o
dinamismo económico e a solidariedade existente na CPLP como motivos pelos
quais gostaria de concretizar a sua adesão à comunidade.</p><p>Libreville fala também da
importância das relações de amizade que tem com os países da CPLP, a maioria
dos quais também em África, adiantou a mesma fonte.</p><p>O Gabão, um país africano
de língua oficial francesa, é vizinho da Guiné Equatorial e de São Tomé e
Príncipe, dois dos Estados-membros da CPLP.</p><p>Desde a sua independência
da França, a 17 de Agosto de 1960, o Gabão foi governado por apenas três
presidentes.</p><p>No início de 1990, o país
introduziu uma Constituição nova e democrática que permitiu um processo
eleitoral transparente.</p><p>A pequena densidade
populacional, juntamente com abundantes recursos naturais e investimentos
privados estrangeiros, têm ajudado o Gabão a ser um dos países mais prósperos
da região e com um dos maiores IDH (Índice de Desenvolvimento Humano] da África
subsaariana.</p><p>De acordo com as mesmas
fontes diplomáticas, a manifestação de interesse do país de aderir à CPLP foi
assinada pelo actual Presidente do Gabão, Ali Bongo, e ainda não foi apreciada
pelos Estados-membros.</p><p>Cabo Verde, Angola,
Brasil, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e
Príncipe e Timor-Leste são os nove Estados-membros da CPLP.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/lusofonia/2023/03/22/gabao-apresentou-manifestacao-de-interesse-para-ser-estado-membro-da-cplp/84967</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 22 Mar 2023 16:57:57 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Tensão entre polícia e apoiantes da UNITA nos mercados de Luanda  ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Um dia depois das eleições gerais e horas depois de a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) ter anunciado que os resultados preliminares dão a vitória ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder) e o maior partido da oposição ter anunciado números diametralmente diferentes, a tensão nos mercados das zonas periféricas é evidente, admitiu o administrador do Mercado dos 30.</p><p>“Os da UNITA vieram cá armar confusão e tivemos de chamar a polícia”, disse o administrador, António Domingos, à agência Lusa</p><p>O administrador do maior mercado salientou que os alegados apoiantes da União para a Independência Total de Angola (UNITA, oposição) “vieram armar confusão” e “assustar as pessoas”.</p><p>“Isto é uma democracia, mas a UNITA tem de esperar por ter os seus políticos empossados”, explicou António Domingos, em declarações à Lusa, ladeado por elementos das forças policiais.</p><p>“Foram os da UNITA que vieram cá”, disse à Lusa um dos vendedores, que não quis identificar-se. E logo de seguida, outros dois jovens interromperam e insistiram: “Estamos todos a lutar pela democracia, pela mudança”.</p><p>A “mudança” é uma das palavras de ordem da UNITA, o partido liderado por Adalberto Costa Júnior que tenta retirar o poder ao MPLA, liderado por João Lourenço, atual Presidente, que concorre a um novo mandato.</p><p>A poucos metros, do outro lado da rua de terra batida do mercado, centenas de pessoas foram afastadas pela PIR que intimou quem estava nas casas a ficar no seu interior, recorrendo a gritos e ordens para recuar, fazendo barulho com os bastões a embater em objetos de chapa no caminho.</p><p>Segundo o administrador, há registo de incidentes semelhantes noutros mercados da cidade.</p><p>No município de Viana, uma das praças-fortes da UNITA na capital e onde o partido tem a sua sede, é visível o aparato policial junto aos locais de maior aglomeração de pessoas, como são os casos dos mercados.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 25 Aug 2022 16:16:41 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Eleições/Angola: Votação em Luanda decorre de forma “muito tranquila” – observador ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>“Percorremos mais de duas dezenas de assembleias de voto com quatro mesas cada e tudo decorre na tranquilidade”, revelou Julião Varela, acrescentando que a afluência às urnas tem sido “razoável” e sem registo de qualquer anormalidade.</p><p>A fonte da Inforpress&nbsp;adianta&nbsp; que não se tem registado aglomeração de pessoas junto das assembleias de voto e que o acesso às mesas é facilitado pelos agentes da Comissão Nacional Eleitoral (CNE).</p><p>A fonte da Inforpress, avença ainda que&nbsp; “tudo está desmaterializado” e que os delegados das candidaturas estão presentes em todas as mesas de voto.</p><p>São quase 14,4 milhões de angolanos que hoje são chamados a votar nas eleições gerais que vão eleger o Presidente da República e 220 deputados da Assembleia Nacional.</p><p>Além do MPLA e da UNITA, concorrem mais seis formações políticas: CASA-CE, Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Partido de Renovação Social (PRS), Aliança Patriótica Nacional (APN), Partido Humanista de Angola (PHA) e Partido Nacionalista para Justiça em Angola (P-Njango).</p><p>Ao todo, a CNE criou 13.238 assembleias de voto, constituídas por 26.443 mesas, no território nacional, e 26 assembleias de voto com 45 mesas no estrangeiro, para as quais foram recrutados 105.952 membros.</p><p>Pela primeira vez, 22.560 angolanos recenseados na diáspora, distribuídos por 25 cidades de 12 países de África, Europa e América, votam nestas eleições gerais angolanas.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 24 Aug 2022 16:17:40 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Reuniões e encontros marcam primeiro dia de Jorge Carlos Fonseca como observador eleitoral em Angola ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Na sua página nas redes sociais, o ex-chefe de Estado disse que chegou esta manhã à capital angolana, onde foi recebido por um membro do governo, duas deputadas nacionais e o embaixador de Cabo Verde, Jorge Figueiredo.</p><p>Nesta sexta-feira, Jorge Carlos Fonseca, que integra pela primeira vez uma missão de observação eleitoral, adiantou ter feito já um ‘briefing’ com um membro da equipa do secretariado executivo da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) que está em Angola há uns dias.</p><p>“Seguem-se, ainda hoje, várias reuniões e encontros, entre os quais com o senhor ministro das Relações Exteriores, Tété António (também actual presidente em exercício do CM da CPLP), com a Comissão Eleitoral e com o grupo de embaixadores dos países da CPLP acreditados em Angola”, lê-se ainda na sua comunicação.</p><p>A anteceder estas reuniões, acrescentou o chefe da missão eleitoral da CPLP às eleições em Angola, que haverá um encontro com os membros da missão de observação eleitoral (MOE) da CPLP, com os quais vai trabalhar estes dias.</p><p>“Igualmente me encontrarei com os partidos políticos concorrentes, começando esta tarde com CASA-CE”, adiantou.</p><p>&nbsp;Antes de partir para&nbsp;Angola, Jorge Carlos Fonseca disse que recebeu o convite da CPLP para esta missão com “satisfação” e como um “desafio novo”.</p><p>Segundo ele, de uma missão de observação eleitoral espera-se “prudência, ponderação, sentido de moderação e exigência na avaliação”, de forma a não ultrapassar os limites da sua função e contribua positivamente para que as eleições, por um lado, traduzam a vontade genuína dos angolanos e, por outro, sejam aceites por todos.</p><p>No âmbito destas eleições gerais, partem igualmente à Angola quatro deputados cabo-verdianos e três membros da Comissão Nacional de Eleições (CNE), que vão integrar delegações distintas.</p><p>A Missão de Observação Eleitoral da CPLP às eleições gerais de 24 de Agosto em Angola terá 33 pessoas e permanecerá no país entre os dias 19 e 27 de Agosto, anunciou a organização em comunicado.</p><p>Concorrem às quintas eleições gerais angolanas oito forças políticas, sete partidos e uma coligação de partidos.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 19 Aug 2022 12:40:26 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Grupo Lusófona com 130 bolsas para estudantes dos estados-membros da CPLP]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"O Grupo Lusófona
tem abertas 130 bolsas de estudo para a isenção de propinas de candidatos
oriundos dos Estados-Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
(CPLP)", afirma a organização em comunicado colocado no seu site oficial.</p><p>De acordo com a nota
"as candidaturas estão abertas, numa primeira fase, entre 12 de Julho e 13
de Agosto, e, na segunda fase, entre 16 de Agosto e 29 de Outubro de 2022 para
as vagas sobrantes".</p><p>A Universidade Lusófona
de Humanidades e Tecnologias tem a categoria de Observador Consultivo da CPLP.</p><p>Angola, Brasil, Cabo
Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e
Príncipe e Timor-Leste são os nove Estados-membros da CPLP.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/lusofonia/2022/04/15/grupo-lusofona-com-130-bolsas-para-estudantes-dos-estados-membros-da-cplp/79595</link>
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            <category><![CDATA[Lusofonia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 15 Apr 2022 09:35:00 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​“Tubarões Azuis” em Lisboa para estágio antes do jogo com Uganda]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Hoje, no
período de manhã, segundo uma nota da Federação Cabo-verdiana de Futebol há
avaliação clinica e para o período da tarde está marcada uma secção de treinos
sob as ordens de Rui Águas, o seleccionador nacional.</p><p>A partida
entre Cabo Verde e Uganda está agendada para o dia 17 de Novembro, em Kampala.</p><p>Quando
falta disputar a quinta e a sexta jornada os “Tubarões Azuis” encontram-se no
terceiro lugar do Grupo L com quatro pontos, menos um que a Tanzânia e menos
seis que o Uganda.</p><p>Lesoto
está na quarta posição com dois pontos. Os dois primeiros de cada grupo vão ao
CAN 2019 que será realizada nos Camarões.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 12 Nov 2018 09:17:50 GMT</pubDate>
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