Esta decisão foi justificada com o facto de que as pessoas que redigem discursos e "manipulam documentos classificados como confidenciais" trabalham nesta zona, justificou um porta-voz, Joel Valdez, em comunicado.
"Desta forma, os jornalistas deixam de ser autorizados a entrar" neste espaço, acrescentou.
O Pentágono aplicou novas restrições aos jornalistas pouco depois do regresso de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025.
Em documento publicado em outubro e quase unanimemente rejeitado pela comunicação social dos EUA e estrangeira, o Pentágono exigia aos jornalistas credenciados que deixassem de pedir ou publicar algumas informações sem autorização, sob pena de perderem a acreditação.
Em resposta a uma ação judicial apresentada pelo New York Times, um juiz federal estimou em março que boa parte desta nova política "violava" várias Emendas da Constituição.
Mas o Pentágono impôs restrições ainda mais fortes, como reduzir a circulação dos jornalistas no Pentágono, impondo-lhes escoltas fora de um número limitado de zonas, bem como o encerramento de um espaço de jornalistas, conhecido como "o corredor dos correspondentes".
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