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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:15:00 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
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            <title><![CDATA[África do Sul pede união regional em cimeira após marcha anti-imigração]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Na segunda-feira, no final da cimeira da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla em inglês) em Durban, Ramaphosa enfatizou o "desafio da migração" e afirmou que o seu país tinha "manifestado o desejo de trabalhar em conjunto para o enfrentar".</p><p>A África do Sul, o país mais rico do continente, há muito que atrai migrantes, mas enfrenta uma taxa de desemprego superior a 30% e uma profunda desigualdade.</p><p>O país, que assumiu a presidência rotativa da SADC nesta cimeira, apelou a uma conferência continental sobre migrações.</p><p>Horas antes, cerca de 300 manifestantes anti-imigração marcharam na segunda-feira em Durban, à margem da cimeira, exigindo que os países dos líderes presentes "recebam de volta os seus cidadãos".</p><p>A manifestação, acompanhada de perto pela polícia, foi organizada pela March and March, um dos grupos radicais anti-imigração responsáveis por semanas de protestos que levaram dezenas de milhares de estrangeiros a fugir da África do Sul.</p><p>Um helicóptero e drones sobrevoaram a área enquanto polícias a cavalo e de mota escoltaram o grupo relativamente pequeno de manifestantes até às imediações do Centro Internacional de Convenções de Durban.</p><p>"Estamos aqui para vos dizer que levem de volta os vossos cidadãos que estão ilegalmente na África do Sul", disse Jacinta Ngobese-Zuma, que liderou a marcha, citando o Malawi, Moçambique e Zimbabué, três países cujos cidadãos representam a maioria dos cerca de 176 mil estrangeiros que abandonaram o país, à medida que os protestos se intensificavam.</p><p>A March and March, fundada pela ex-apresentadora da rádio Jacinta Ngobese-Zuma, realizou repetidas manifestações em Durban e outras cidades este ano, incluindo um protesto em massa em 30 de junho, marcando o prazo que estabeleceu para que estrangeiros sem documentos deixassem o país.</p><p>O grupo disse que a ação de segunda-feira tem como objetivo pressionar os líderes da SADC e o governo sul-africano a endurecer a fiscalização da imigração.</p><p>Numa conferência pública na sexta-feira, antes da cimeira, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, já tinha manifestado "profunda preocupação" e vergonha com a discriminação e os maus-tratos nos últimos meses a cidadãos de outros países.</p><p>Pelo menos quatro migrantes morreram, segundo a polícia sul-africana, embora os governos estrangeiros reportem um número de mortos maior.</p><p>A forma como o Governo da África do Sul lidou com os protestos e a violência tem sido criticada por outras nações africanas, incluindo o Gana e a Nigéria, que não são membros da SADC.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:15:00 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Número de vítimas mortais nos terramotos na Venezuela elevado para 6.438]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Os últimos números foram divulgados na segunda-feira pelo presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.</p><p>O também irmão da Presidente interina Delcy Rodríguez indicou que 86.358 pessoas foram assistidas nos hospitais depois dos sismos.</p><p>Disse ainda que foram inspecionadas 59.109 habitações, das quais 34.680 foram consideradas habitáveis, 13.733 com restrições e 10.696 de "alto risco".</p><p>Já foram também removidas 528.222 toneladas de escombros.</p><p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p><p>Vários países, incluindo Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p><p>O Banco Mundial estimou em 19,6 mil milhões de dólares a destruição material casada pelos terramotos.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 09:08:13 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[UE disponibiliza 2,3 milhões para conter surtos de cólera em África ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Em comunicado divulgado hoje, a Comissão Europeia refere que este financiamento é destinado à Nigéria, aos Camarões, à República Centro-Africana e ao Chade, para "ajudar estes países a lidarem com a epidemia de cólera em curso".</p><p>O executivo comunitário refere que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), registaram-se mais de 61 mil casos de cólera em África nos primeiros cinco meses de 2026.</p><p>A maior parte do financiamento hoje anunciado vai ser destinada à Nigéria, com a Comissão Europeia a disponibilizar 1,5 milhões de euros para "aumentar o número de equipas de intervenção", fornecer bens essenciais, como 'kits' de combate à cólera, ou ainda apoiar ações de intervenção em termos de saneamento e higiene, "incluindo o tratamento dos pontos públicos de abastecimento de água".</p><p>"Este apoio contribuirá igualmente para intensificar a vigilância epidemiológica em zonas inacessíveis e para reforçar a gestão de casos, a comunicação de riscos e a sensibilização das comunidades", refere a Comissão.</p><p>A República Centro-Africana vai receber 500 mil euros ao abrigo deste pacote de assistência para "reforçar a vacinação", assim como ações de intervenção a nível sanitário e de higiene.</p><p>"O financiamento servirá também para reforçar a comunicação dos riscos e o envolvimento das comunidades, intensificar a vigilância e a deteção de casos e apoiar a realização de enterros dignos e seguros", indica o executivo comunitário.</p><p>O Chade vai receber 200 mil euros, para ajudar a "quebrar a cadeia de transmissão da cólera" ao garantir "melhor acesso à água e ao saneamento, bem como apoio à comunidade no âmbito da vigilância e gestão de crises".</p><p>Já os Camarões vão receber 100 mil euros para apoiar a "contenção do surto e a gestão de casos", designadamente através do reforço dos recursos humanos das organizações humanitárias no terreno, mas também do fornecimento de mais medicamentos e da criação de "unidades adicionais de tratamento de cólera".</p><p>Citada no comunicado, a comissária europeia para a Gestão das Crises, Hadja Lahbib, refere que "a cólera é uma doença que pode ser prevenida e tratada", mas que, apesar disso, "continua a ameaçar vidas quando as pessoas não têm acesso a algo tão básico como água potável e cuidados de saúde".</p><p>"Numa altura em que as necessidades humanitárias estão a aumentar e os recursos a diminuir, a Europa não vira as costas. Este financiamento de emergência vai ajudar os nossos parceiros a agir rapidamente, a conter surtos e a proteger as comunidades mais vulneráveis", afirma.</p><p>A Comissão Europeia salienta que a infeção provocada pela cólera se "propaga mais frequentemente quando as pessoas consomem água contaminada", e, "em casos graves, a rápida perda de líquidos pode provocar desidratação grave" e situações de risco.</p><p>O executivo comunitário ressalva, contudo, que a cólera não é uma "doença comum na Europa" e que "o risco de propagação a partir de casos importados é baixo".</p><p>Foto:<a href="https://depositphotos.com/photos/c%C3%B3lera-%C3%A1frica.html?filter=all&qview=138506534"> depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/08/17/ue-disponibiliza-23-milhoes-para-conter-surtos-de-colera-em-africa/104148</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:24:36 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Seul apela ao diálogo entre EUA e Coreia do Norte após redução de manobras ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Esperamos que a relação amigável entre os líderes da Coreia do Norte [Kim Jong-un] e dos Estados Unidos [Donald Trump] conduza a um diálogo significativo", disse um porta-voz da presidência sul-coreana, citado pela agência de notícias Yonhap.</p><p>Seul não se referiu às críticas de Trump ao homólogo sul-coreano, Lee Jae Myung, por não se juntar à ofensiva de Washington contra o Irão, citadas pelo Presidente norte-americano quando anunciou a redução das manobras.</p><p>O porta-voz assegurou que Seul e Washington "têm coordenado estreitamente a manutenção de uma postura de defesa combinada firme e a realização de exercícios e treinos conjuntos".</p><p>O principal líder da oposição sul-coreana, Jang Dong-hyeok, aproveitou a controvérsia para lançar uma dura crítica contra Lee.</p><p>"Trata-se de um desastre diplomático provocado pelo próprio Governo de Lee Jae Myung", escreveu o líder do conservador Partido do Poder Popular (PPP) nas redes sociais.</p><p>"Gera menos confiança no presidente de um país aliado do que no próprio ditador norte-coreano", considerou, citado pela agência de notícias espanhola EFE.</p><p>Na mensagem em que anunciou a redução da escala dos exercícios militares com a Coreia do Sul, iniciados hoje, Trump destacou a "muito boa relação" que disse manter com Kim Jong-un para justificar a decisão.</p><p>"Dada a minha muito boa relação com Kim Jong-un, da Coreia do Norte, não estou satisfeito com o facto de os Estados Unidos terem acordado há já muito tempo participar em exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul", afirmou.</p><p>Trump disse que era "demasiado tarde para cancelar" os exercícios, pelo que solicitou "reduzir substancialmente" as manobras e criticou Lee pela recusa em apoiar os Estados Unidos na guerra contra o Irão.</p><p>"Há pouco tempo, perguntei ao Presidente da Coreia do Sul se gostariam de se juntar a nós na desnuclearização da República Islâmica do Irão, e eles disseram: 'Não, obrigado!'", escreveu Trump.</p><p>Durante o primeiro mandato, Trump reuniu-se três vezes com Kim, entre 2018 e 2019, e ambos protagonizaram um histórico aperto de mão na zona desmilitarizada da fronteira com a Coreia do Sul.</p><p>Apesar da aproximação, as conversações não permitiram alcançar um acordo sobre a desnuclearização da Coreia do Norte.</p><p>Nos últimos anos, Pyongyang rejeitou o diálogo tanto com Washington como com Seul, e insistiu que, para haver conversações, deve ser retirada a exigência da desnuclearização.</p><p>A China, principal aliada de Pyongyang, também avaliou as declarações de Trump sobre os exercícios militares e pediu progressos no sentido de uma "solução política" na península coreana.</p><p>"Tomámos nota das informações relevantes. Manter a paz e a estabilidade na península coreana e promover uma solução política para a questão da península responde aos interesses comuns de todas as partes", afirmou o porta-voz da diplomacia chinesa, Lin Jian.</p><p>O exercício conjunto iniciado hoje é um dos dois principais realizados anualmente pelas forças sul-coreanas e norte-americanas.</p><p>Vai decorrer até 27 de agosto e incorpora ajustamentos para responder à modernização das capacidades de Pyongyang devido ao apoio à Rússia na guerra contra a Ucrânia.</p><p>O início foi marcado pelas críticas de Trump, mas também por protestos em Seul contra a realização dos exercícios.</p><p>Pyongyang, que considera os exercícios um ensaio para uma invasão da Coreia do Norte, advertiu na semana passada para uma resposta e efetuou recentemente novos lançamentos de mísseis balísticos.</p><p>Foto:&nbsp;<a href="https://depositphotos.com/photos/correia-do-sul-bandeira.html?filter=all&qview=237346918">depositphotos</a></p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:24:18 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Actual surto de ébola na RDCongo já é o segundo mais letal da história]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Com um total de 4.945 casos confirmados, o surto supera assim tanto em contágios como em mortes o que atingiu também o leste da RDC entre 2018 e 2020 - que causou 2.299 mortos e 3.481 casos - embora continue ainda longe do mais mortífero já registado entre 2014 e 2016, que provocou 11 mil mortos e 28 mil contágios na África Ocidental.</p><p>Este número de mortos foi atingido quase três vezes mais depressa do que no surto de Ébola de 2014-2016 na África Ocidental - o pior da história.</p><p>A epidemia está a alastrar-se perante um cenário difícil, com greves de alguns profissionais de saúde que não recebem salários, ameaças de grupos rebeldes, a indignação de comunidades há muito traumatizadas e desinformação que afirma que o Ébola não é real.</p><p>Até hoje, seis das 26 províncias do Congo foram afectadas.</p><p>Segundo recentes informações partilhadas pela OMS, o vírus começou a circular no leste da RDCongo em fevereiro, embora uma investigação publicada na revista "Science", no final de julho, tenha sugerido que as primeiras infeções teriam ocorrido ainda antes, pelo menos em janeiro.</p><p>Após a declaração da epidemia em Ituri, o vírus propagou-se para a vizinha Uganda, país que se declarou "livre do Ébola" a 28 de julho, após registar 20 casos confirmados, incluindo 15 casos considerados importados da RDCongo, entre os quais se contaram duas mortes.</p><p>A epidemia está associada à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade oscila entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a OMS.</p><p>O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 09:16:14 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[Irão dá recompensa de 30 mil a quem matar ou capturar soldados dos EUA]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Quem matar ou capturar e entregar ao Exército da República Islâmica do Irão um soldado norte-americano invasor receberá uma recompensa equivalente a 30 mil dólares, ou cinco mil milhões de tomans" (moeda informal equivalente a 10 mil riais iranianos), anunciou o chefe do Estado-Maior do Exército, Amir Hatami, citado pela agência noticiosa oficial iraniana, IRNA, afirmou que o programa foi implementado após "numerosos pedidos" de pessoas dispostas a contribuir financeiramente.</p><p>O chefe do Estado-Maior do Exército afirmou que o programa foi implementado após "numerosos pedidos" de pessoas dispostas a contribuir financeiramente, avançou a IRNA.</p><p>Ao utilizar o termo "invasor", Amir Hatami sugere que se refere a uma situação em que o território iraniano seja violado.</p><p>Não há registos de qualquer destacamento de tropas terrestres norte-americanas no Irão durante a guerra no Médio Oriente, com exceção de uma missão de resgate, em abril, para salvar um piloto norte-americano cujo avião se tinha despenhado.</p><p>"As corajosas mulheres iranianas que realizarem tal ação receberão o dobro da recompensa", acrescentou Amir Hatami.</p><p>A guerra entre Teerão e Washington começou em 28 de fevereiro com ataques aéreos conjuntos dos Estados Unidos (EUA) e de Israel contra a República Islâmica, que retaliou lançando ataques contra os Estados do Golfo aliados a Washington.</p><p>Foi alcançado um cessar-fogo em abril, seguido de um acordo preliminar em junho para conversações de paz, que posteriormente falhou.</p><p>Desde então, o Irão e os EUA têm trocado ataques esporádicos, concentrados sobretudo em torno do estratégico Estreito de Ormuz.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/08/16/irao-da-recompensa-de-30-mil-a-quem-matar-ou-capturar-soldados-dos-eua/104140</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 18:13:47 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Forças do Iémen realizaram 181 operações militares contra hutis]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O&nbsp;porta-voz das Forças Armadas do Governo iemenita, Majid al-Nuzaili, afirmou em comunicado que as operações, em que foram utilizados drones, artilharia e lança-mísseis, visaram instalações militares, depósitos de armas e outras posses dos hutis.</p><p>Os ataques resultaram na "morte ou ferimento de dezenas de combatentes huthis e na destruição de dezenas de veículos e equipamento militar, bem como de depósitos de armas", disse o porta-voz, sem adiantar mais pormenores.</p><p>Al-Nuzaili afirmou ainda que as operações foram conduzidas em várias frentes em diferentes províncias iemenitas, após repetidos "ataques terroristas dos hutis contra civis, infraestruturas civis, instalações económicas e portos, bem como contra posições militares do Governo".</p><p>O responsável militar especificou que os ataques visaram posições rebeldes em Taiz (sudoeste e em grande parte controlada pelo Governo iemenita), Hodeida (oeste), nas províncias do sul de Abyan e Al Dhalea, e na província oriental de Marib.</p><p>O militar indicou que as forças tomaram precauções para "proteger a população civil" e limitar os efeitos das operações militares.</p><p>Exortou os iemenitas a manterem-se afastados das posições, instalações e concentrações militares dos hutis, e a não se juntarem nem se aproximarem dos locais militares do grupo, afirmando que tal era necessário para proteger as suas vidas e segurança.</p><p>Entretanto, os rebeldes hutis, apoiados pelo Irão, retomaram hoje os seus ataques com mísseis balísticos e drones contra a cidade portuária de Moca, no Mar Vermelho, controlada pelo Governo reconhecido, de acordo com fontes militares, que não especificaram a extensão dos danos.</p><p>Noutra frente de batalha, os hutis também lançaram uma série de ataques com mísseis balísticos e drones na noite passada contra bairros residenciais e de deslocados internos na cidade petrolífera de Marib.</p><p>Os rebeldes hutis controlam Sana, a capital do Iémen, e grande parte do norte e oeste do país desde que tomaram a cidade, no final de 2014.</p><p>As forças do Governo, com o apoio das potências regionais durante grande parte da guerra, mantêm o controlo das áreas ao longo da costa oeste.</p>]]></description>
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            <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 15:14:00 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[Ceuta e Melilla sem incidentes após incitações para nova entrada em massa]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo a EFE, o Governo local não divulgou dados sobre o número de agentes mobilizados, embora tenha confirmado que as forças de segurança continuam mobilizadas e preparadas para intervir caso ocorra alguma contingência.</p><p>De acordo com fontes policiais consultadas pela EFE, em Ceuta, a vigilância está a ser mantida tanto nas imediações da passagem fronteiriça de Tarajal como ao longo do perímetro e noutros pontos com probabilidade de circulação de pessoas.</p><p>A situação mantém-se estável depois de um alerta desencadeado no sábado, por incitações divulgadas nas redes sociais para uma nova entrada em massa, ter levado a um aumento da vigilância em ambos os lados da fronteira.</p><p>Em Ceuta, porém, não se realizou qualquer tentativa de entrada em massa e o dia decorreu normalmente, apesar do significativo contingente preventivo.</p><p>Fontes marroquinas indicaram, no entanto, que no sábado houve algumas tentativas de grupos de pessoas para se aproximarem de Ceuta nas proximidades de Castillejos (Fnideq), situada a vários quilómetros do perímetro fronteiriço.</p><p>As forças de segurança marroquinas intervieram para conter estes movimentos e impedir que os grupos avançassem em direção à fronteira espanhola.</p><p>Este destacamento marroquino manteve-se também ativo durante as primeiras horas da manhã e teve de intervir pontualmente devido a novos movimentos detetados na zona, segundo as mesmas fontes, que situam as ações das forças de segurança ainda longe do perímetro espanhol.</p><p>Também Melilla mantém hoje a calma na sua fronteira, tal como no dia anterior, segundo o Governo local, que informou, em comunicado, que a noite de sábado decorreu sem incidentes, quer no posto fronteiriço de Beni Enzar, quer ao longo do perímetro fronteiriço de Melilla.</p><p>A instituição governamental destacou a coordenação e a colaboração com as autoridades marroquinas, o que contribui para manter a vigilância e prevenir possíveis tentativas de entrada.</p><p>Segundo confirmado pela EFE, um significativo contingente de segurança continua em vigor tanto na vedação fronteiriça como no quebra-mar sul, o cais que serve de fronteira terrestre e marítima na parte sul de Melilla e a separa do porto marroquino de Nador. O porto foi encerrado no sábado por motivos de segurança e reaberto hoje.</p><p>Na passagem fronteiriça de Beni Enzar, a única operacional entre Espanha e Marrocos em Melilla, quase não há tráfego, bem diferente do habitual movimento de fim de semana, sobretudo durante o verão.</p><p>Há também tranquilidade nas imediações do centro de acolhimento La Purísima, que, durante esta crise migratória, viu a sua ocupação ultrapassar largamente a sua capacidade, com quase 300 menores desacompanhados ao seu cuidado, de acordo com os últimos dados fornecidos pela cidade autónoma.</p><p>O Governo local destacou a extensa operação de segurança implementada nos últimos dias para reforçar a vigilância e a capacidade de resposta das forças de segurança do Estado, com recursos adicionais em terra, mar e ar.</p><p>Entre os reforços estão elementos do Grupo de Reserva e Segurança (GRS) da Guarda Civil e da Unidade de Intervenção (UIP) da Polícia Nacional, bem como a embarcação de patrulha costeira Río Segura e um helicóptero da Unidade Aérea de Málaga da Guarda Civil.</p><p>A delegação do Governo afirmou que continuará a acompanhar de perto a situação e a fornecer atualizações através dos canais oficiais, lembrando o público da importância de evitar a divulgação de mensagens ou informações não verificadas.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 15:13:14 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[RTVE e Efe expulsas de Marrocos. Governo espanhol procura solução]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Fontes do Governo, que já defendeu que a liberdade de imprensa deve acontecer "em todos os momentos e em todas as partes do mundo", asseguraram que a embaixada espanhola em Rabat está em contacto permanente com os jornalistas expulsos e com as autoridades marroquinas e que procura uma solução.</p><p>Também a Efe como a RTVE defenderam o direito à liberdade de informação no exercício do jornalismo na cobertura em Marrocos, depois de as autoridades locais terem ordenado às equipas de reportagem enviadas para Castillejos para cobrir a crise migratória que abandonassem a cidade --- situada perto de Ceuta --- sem qualquer explicação ou justificação.</p><p>O representante do Ministério do Interior de Marrocos terá apenas dito que estava a "seguir instruções".</p><p>Miguel Ángel Oliver, presidente da Efe, instou as autoridades marroquinas a respeitarem o trabalho livre, "responsável e rigoroso" dos jornalistas que cobrem os acontecimentos deste fim de semana na cidade de Castillejos.</p><p>"O exercício responsável e rigoroso do jornalismo é a nossa marca, defendemos isso em Espanha, em todo o mundo e sem dúvida em Marrocos, onde uma importante delegação da Efe trabalha há sessenta anos", salientou Miguel Ángel Oliver.</p><p>Por outro lado, o presidente da RTVE, José Pablo López, exigiu "as plenas garantias e o máximo respeito" por parte das autoridades marroquinas, para que os jornalistas possam realizar o seu trabalho livremente em qualquer ponto da região fronteiriça.</p><p>"A expulsão dos nossos profissionais da cidade de Castillejos representa um obstáculo muito grave à liberdade de imprensa e ao direito à informação", reforçou José Pablo López, citado num comunicado.</p><p> Cerca de 72.000 pessoas entraram na cidade autónoma espanhola de Ceuta, situada no norte de África, em 24 horas no início de agosto e 70.000 já voltaram a Marrocos, segundo dados atualizados pelas autoridades de Espanha.</p><p>Pelo menos 82 pessoas morreram a tentar chegar a Ceuta a nado.</p><p>Ceuta, um pequeno território de 80.000 habitantes situado no extremo norte de Marrocos, banhado pelo estreito de Gibraltar, é uma das duas fronteiras terrestres entre África e a Europa, juntamente com o outro enclave espanhol de Melilla.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 09:06:21 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Venezuela liberta mais de mil presos políticos]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"A&nbsp;Venezuela reafirma o seu compromisso com a reconciliação nacional. 1.046 venezuelanos que estavam presos regressaram às suas casas em virtude dos acordos estabelecidos entre os venezuelanos", disse Rodríguez.</p><p>"Continuaremos a avançar com responsabilidade", prometeu a presidente venezuelana, numa publicação nas redes sociais, no sábado.</p><p>Esta foi a primeira declaração Rodríguez sobre o número de presos libertados ao abrigo da chamada lei de amnistia, o Programa para a Paz e a Coexistência Democrática.</p><p>Na sexta-feira, as autoridades venezuelanas anunciaram que mais de 130 presos políticos seriam libertados ao abrigo da lei de amnistia aprovada em fevereiro, que abre caminho à libertação de quem cometeu delitos desde 1999.</p><p>Mas a organização não governamental (ONG) Foro Penal disse que das 130 libertações anunciadas apenas tinha conseguido verificar 73.</p><p>O diretor da Foro Penal, Alfredo Romero, alertou ainda que "mais de 300 pessoas continuam presas por motivos políticos" no país.</p><p>Outra ONG, o Comité para a Liberdade dos Presos Políticos da Venezuela, fez eco deste sentimento, afirmando que "libertar alguém da prisão nem sempre significa liberdade".</p><p>"Os presos políticos libertados continuam a enfrentar processos judiciais e restrições: a libertação nem sempre significa liberdade", lamentou o Comité, num comunicado publicado nas redes sociais.</p><p>"Exigimos listas públicas, verificação independente, o arquivamento de acusações arbitrárias e a libertação imediata, plena e incondicional de todos os presos políticos", acrescentou a ONG.</p><p>Na quarta-feira, delegações do Governo e da oposição chegaram a acordo para renovar e substituir todos os juízes do Supremo Tribunal de Justiça, que tem sido acusado de favorecer o atual regime, através de um novo processo de nomeação.</p><p>Mas a ONG alertou que a liberdade dos presos políticos "não pode esperar por um novo Supremo Tribunal nem ser utilizada como ferramenta de propaganda governamental ou negociação política para adiar mudanças democráticas urgentes".</p><p>De acordo com a Foro Penal, até 03 de agosto estavam detidos por motivos políticos na Venezuela 40 cidadãos estrangeiros ou com dupla nacionalidade, incluindo cidadãos portugueses.</p><p>Em 25 de julho, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português disse à Lusa que Manuel Menezes, um dos quatro presos de nacionalidade portuguesa na Venezuela, passou ao regime de prisão domiciliária, deixando de estar em estabelecimento prisional.</p><p>Uma fonte oficial do MNE indicou que a embaixada portuguesa em Caracas tem estado a acompanhar de perto esta situação, continuando a trabalhar para a libertação de todos os portugueses presos por razões políticas.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 16 Aug 2026 09:04:19 GMT</pubDate>
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