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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 12:28:15 GMT</pubDate>
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        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
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            <title><![CDATA[Berlim defende fim da unanimidade na UE na política externa e segurança ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Para ser um ator capaz de agir a nível internacional, para amadurecer de verdade, deveríamos abolir na UE o princípio da unanimidade na política externa e de segurança antes do final desta legislatura", explicou Johann Wadephul, numa entrevista aos jornais do grupo editorial Funke.</p><p>"Sou a favor de trabalhar na União Europeia com um sistema de maiorias qualificadas. Todas as experiências que tivemos nas últimas semanas com as ajudas à Ucrânia e as sanções contra a Rússia o comprovam", acrescentou o ministro.</p><p>Estas declarações ocorrem enquanto a Hungria, governada pelo primeiro-ministro Viktor Orbán, bloqueia atualmente um crédito de 90.000 milhões de euros da UE para a Ucrânia, país que acusa de impedir a retomada do fornecimento de petróleo russo através do oleoduto Druzhba.</p><p>Referindo-se às eleições legislativas da Hungria em 12 de Abril, nas quais Orbán poderá sair derrotado, Wadephul afirmou: "Os húngaros decidirão democraticamente que liderança querem. E nós devemos colaborar, e colaboraremos, com qualquer Governo húngaro".</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 12:28:15 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Médicos lusófonos querem mais divulgação pública da doença falciforme ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A doença falciforme, que já pode ser detetada através do teste do pezinho, é uma doença de sangue, genética, que se carateriza por uma alteração ao glóbulo vermelho, que fica com a forma de uma foice, dificultando a circulação sanguínea e que provoca dores intensas, anemia e danos nos órgãos.</p><p>"É uma doença cada vez mais frequente em Portugal, mas também em outros países, devido ao aumento das taxas de natalidade, por exemplo nos PALOP, [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa], e a que tem de se dar visibilidade para dar a melhor condição de vida às crianças e, felizmente, também a adultos", salientou.</p><p>A doença não tem cura, mas segundo médico português, se as pessoas forem tratadas desde a primeira idade podem ter uma esperança média de vida semelhante à de um adulto normal.</p><p>Originária do continente africano, a doença pode ser encontrada no continente americano, principalmente no Brasil, na Índia e também na Europa.</p><p>Guilherme Queiroz, pesquisador do ISGlobal, da Universidade Pompeu Fabra (Barcelona) e do Centro de Investigação em Antropologia e Saúde da Universidade de Coimbra, explicou também que a Alua foi criada porque a doença falciforme é "muito negligenciada".</p><p>"A famosa revista Lancet, há dois anos, publicou um artigo a dizer que era a doença global mais negligenciada", salientou.</p><p>Segundo o médico, aquilo acontece, primeiro porque é uma doença genética e por isso não é contagiosa ou transmissível e depois porque é caraterística de uma população pouco visível, que é a "população afrodescendente ou africana".</p><p>"Isto faz com que as políticas públicas dirigidas à doença falciforme, ainda que não seja neste momento uma doença rara, ainda que haja globalmente meio milhão de crianças a nascerem todos os anos com a doença, seja completamente insuficiente, quando comparadas a doenças que não têm este impacto", disse.</p><p>"Se estivermos a falar de meio milhão de crianças a nascerem por ano no mundo com esta doença, se 80 por cento ou 90 por cento morrerem, estamos a falar da morte de quase meio milhão de crianças todos os anos", destacou Guilherme Queiroz.</p><p>Outra razão para o surgimento da Alua é a criação de conteúdos científicos sobre a doença em língua portuguesa e a pesquisa sobre a doença em todos os continentes.</p><p>Fundada em 2023, a Alua visa promover o conhecimento técnico e científico para fortalecer o diagnóstico, o tratamento e o cuidado integral das pessoas com doença falciforme na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 09:15:35 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Trump pede 1,3 biliões de euros para orçamento da defesa em 2027 ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A proposta, se for aprovada pelos congressistas, levaria os gastos militares dos Estados Unidos (EUA) a saltar cerca de um bilião de dólares (867 mil milhões de euros) este ano para 1,5 biliões de dólares em 2027.</p><p>O valor proposto seria um recorde de despesa em defesa na história recente da maior potência mundial, de acordo com a agência de notícias France-Presse.</p><p>Além de propor um aumento na defesa, o executivo liderado por Donald Trump propõe reduzir em 10% os gastos não militares.</p><p>O jornal norte-americano The New York Times noticiou que essas reduções poderão levar a um corte de cerca de 73 mil milhões de dólares (63,3 mil milhões de euros) em várias agências do país, incluindo a eliminação de alguns programas relacionados com clima, habitação e educação.</p><p>Mesmo sem este aumento, os Estados Unidos têm o maior orçamento de defesa do mundo.</p><p>O instituto Peter G. Peterson Foundation identificou os países com os maiores gastos militares em 2024, e o orçamento dos EUA era maior do que a soma dos orçamentos dos nove países: China, Rússia, Alemanha, Índia, Reino Unido, Arábia Saudita, Ucrânia, França e Japão.</p><p>A proposta de Donald Trump, que destaca as prioridades do executivo, não tem força de lei, com o Congresso, responsável por discutir os gastos federais, a ser livre de rejeitar a proposta de orçamento.</p><p>Os Estados Unidos encontram-se com défices anuais de dois biliões de dólares e uma dívida que continua a crescer, situando-se para lá dos 39 biliões de dólares.</p><p>O dinheiro gasto pelos EUA em defesa em 2025 já tinha aumentado para 13,7% dos gastos globais, de acordo com dados do Departamento do Tesouro norte-americano.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/04/03/trump-pede-13-bilioes-de-euros-para-orcamento-da-defesa-em-2027/102185</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 16:24:04 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Coreia do Norte fala de 'dois pesos, duas medidas' e rejeita resolução da ONU]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"A prática de adoptar este tipo de 'resolução dos direitos humanos' contra a Coreia do Norte, que dura há mais de 20 anos, é um exemplo em miniatura do deplorável estado dos direitos humanos na ONU", disse a diplomacia de Pyongyang.</p><p>O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano afirmou que as posições da ONU sobre os direitos humanos são uma "grave provocação política" e foram contaminadas "por politização, selectividade e 'dois pesos, duas medidas'".</p><p>Num comunicado divulgado pela agência de notícias estatal norte-coreana KCNA, o Ministério referiu que o conflito no Médio Oriente envolve "massacres" que eclipsam os crimes contra a humanidade cometidos durante a Segunda Guerra Mundial.</p><p>A diplomacia de Pyongyang deu como exemplo a morte de mais de uma centena de crianças, numa aparente referência ao bombardeamento de uma escola primária feminina no Irão, que matou pelo menos 168 pessoas.</p><p>A resolução, adoptada na segunda-feira em Genebra, condena as violações sistemáticas, generalizadas e de longa data dos direitos humanos cometidas pelo regime da Coreia do Norte.</p><p>A Coreia do Sul decidiu co-patrocinar o texto da ONU, apesar de relatos de que estaria a considerar a abstenção, como um gesto de reconciliação, semelhante ao que ocorreu durante a presidência de Moon Jae-in (2019-2022), do mesmo partido do actual presidente Lee Jae-myung.</p><p>"A situação geral dos direitos humanos na Coreia do Norte nos últimos 10 anos não apresentou melhorias e, em muitos casos, deteriorou-se, apesar dos relatos de alguns avanços isolados, de acordo com a avaliação da Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos em Setembro", afirmou a Relatora Especial da ONU sobre a situação dos direitos humanos na Coreia do Norte, Elizabeth Salmon, em Seul, em Fevereiro.</p><p>A ONU e várias organizações de defesa dos direitos humanos têm documentado abusos graves e sistemáticos na Coreia do Norte durante décadas, incluindo execuções públicas, trabalho forçado e repressão severa no acesso à informação externa.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:25:01 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Irão descreve exigências dos EUA como "maximalistas e irracionais"]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Foram recebidas mensagens através de intermediários, incluindo o Paquistão,
mas não há negociações diretas com os Estados Unidos", disse o porta-voz
do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão.</p><p>Citado pela agência de notícias iraniana ISNA na quarta-feira, Esmail
Baghaei descreveu as exigências de Washington como "maximalistas e
irracionais".</p><p>Horas antes, Donald Trump tinha dito que "o novo presidente do regime
iraniano, muito menos radicalizado e muito mais inteligente do que os
predecessores, acaba de pedir um cessar-fogo".</p><p>As afirmações de Trump são "falsas e infundadas", disse Esmail
Baghaei.</p><p>As declarações da diplomacia do Irão surgiram antes de Trump ter prometido
que as forças norte-americanas vão atacar com "muita força" o Irão
nas próximas duas a três semanas.</p><p>A promessa surgiu na quarta-feira, num discurso ao país, após 33 dias do
conflito iniciado em 28 de Fevereiro, quando os EUA e Israel lançaram uma
campanha de bombardeamentos contra território iraniano.</p><p>"Vamos atacá-los com extrema dureza nas próximas duas a três semanas.
Vamos mandá-los de volta à Idade da Pedra, onde pertencem. Entretanto, as
negociações continuam", afirmou o Presidente norte-americano.</p><p>"Se não houver acordo, vamos atacar cada uma das suas centrais eléctricas
com muita dureza e, provavelmente, em simultâneo", acrescentou, num
discurso dirigido aos norte-americanos a partir da Casa Branca.</p><p>Horas antes, o Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, publicou nas redes
sociais uma carta "ao povo dos Estados Unidos", defendendo que Donald
Trump está a ser "influenciado e manipulado" por Israel no ataque à
República Islâmica.</p><p>Pezeshkian denunciou uma campanha de desinformação contra o seu país e pede
aos norte-americanos que reflictam sobre a política defendida no passado
por Trump de não envolver o país em conflitos no estrangeiro: "Será que o
'America First' ['América em Primeiro'] é hoje realmente uma das prioridades do
governo?", questiona.</p><p>O Presidente negou que o Irão represente uma ameaça, após afirmar que o
regime nunca iniciou uma guerra e que, no actual conflito, iniciado pelo ataque
de 28 de Fevereiro por forças norte-americanas e israelitas, "procurou um
acordo e cumpriu os seus compromissos".</p><p>O Irão tem respondido com ataques contra interesses norte-americanos e
israelitas nos países da região, e com o bloqueio do estreito de Ormuz, por
onde passa 20% do comércio petrolífero mundial.</p><p>A guerra provocou mais de três mil mortos, maioritariamente no Irão e no
Líbano, que se viu envolvido no conflito após o movimento pró-Teerão Hezbollah
ter atacado Israel.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:19:00 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Instabilidade mundial leva PM britânico a reforçar cooperação com a UE]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Starmer disse pretender "ir mais longe" do que os compromissos assumidos na cimeira bilateral com a UE em Londres no ano passado numa segunda edição que, segundo o jornal The Guardian, terá lugar em Bruxelas no final de junho ou início de julho.</p><p style="text-align: justify;">"Queremos ser mais ambiciosos. Uma cooperação económica mais estreita. Uma cooperação de segurança mais estreita", declarou o chefe do Governo do Reino Unido.</p><p style="text-align: justify;">Starmer falava numa conferência de imprensa em Londres sobre o conflito no Médio Oriente em curso e o respetivo impacto na economia mundial, nomeadamente ao nível do aumento dos preços da energia.</p><p style="text-align: justify;">"É cada vez mais claro que, à medida que o mundo continua a seguir este caminho volátil, o nosso interesse nacional a longo prazo exige uma parceria mais estreita com os nossos aliados na Europa e com a União Europeia", frisou o primeiro-ministro britânico trabalhista.</p><p style="text-align: justify;">O governante indicou que o executivo já fez progressos em áreas como "a agricultura, a eletricidade e o comércio de emissões" de carbono, mas que o 'Brexit' (processo da saída do Reino Unida da UE) "causou profundos danos" à economia britânica. </p><p style="text-align: justify;">"As oportunidades de reforçar a segurança e reduzir o custo de vida são demasiado grandes para serem ignoradas", vincou.</p><p style="text-align: justify;">Porém, questionado sobre se a aproximação à UE significa uma mudança de posição relativamente ao mercado único ou à união aduaneira, Starmer manteve as promessas eleitorais de não restaurar a livre circulação de pessoas nem regressar às estruturas comunitárias anteriores. </p><p style="text-align: justify;">"Os compromissos do programa eleitoral mantêm-se, mas deixámos claro que queríamos uma relação mais próxima com a Europa. Isso é perfeitamente consistente com o nosso programa", respondeu.</p><p style="text-align: justify;">O primeiro-ministro rejeitou igualmente a ideia de estar a "escolher a Europa em detrimento dos Estados Unidos (EUA)", após os jornalistas questionarem a alegada deterioração da sua relação pessoal com o Presidente norte-americano, Donald Trump. </p><p style="text-align: justify;">"Não vou escolher entre os EUA e a Europa. Está no nosso interesse ter uma relação forte com ambos", assegurou, frisando, que "em matéria de defesa e segurança, energia, emissões e economia, precisamos de uma relação mais forte com a Europa".</p><p>Foto: <a href="https://depositphotos.com/photos/uniao-europeia.html?filter=all&qview=4014232">Depositphotos</a></p>]]></description>
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            <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 15:10:07 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[Trump anuncia pedido de cessar-fogo, mas só aceita se reabrir Ormuz
]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Onovo presidente do regime iraniano, muito menos radicalizado e muito mais inteligente do que os predecessores, acaba de pedir um cessar-fogo aos Estados Unidos da América", disse Trump, sem especificar a que líder iraniano se referia.</p><p style="text-align: justify;">"Considerá-lo-emos [o cessar-fogo] quando o Estreito de Ormuz estiver aberto, livre e desimpedido", assegurou Trump na rede social de que é proprietário, citado pela agência de notícias espanhola EFE.</p><p style="text-align: justify;">Até lá, os Estados Unidos vão continuar a "bombardear o Irão até à aniquilação ou, como dizem alguns, até que regresse à Idade da Pedra!", acrescentou.</p><p>Foto: <a href="https://depositphotos.com/photos/trump.html?filter=all&qview=323505882">Depositphotos</a></p><p style="text-align: justify;"></p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 15:09:26 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[Emirados Árabes Unidos proíbem entrada ou trânsito de iranianos no país
]]></title>
            <description><![CDATA[<p>As regras de entrada podem ser, por vezes, obscuras nos Emirados Árabes Unidos, um regime autocrático composto por sete emirados, mas a ordem foi divulgada publicamente nos portais das companhias aéreas de longa distância Emirates e Etihad, bem como no da companhia de baixo custo FlyDubai.</p><p>Segundo um comunicado, os iranianos portadores de visto dourado, uma autorização de residência de 10 anos no país, ainda podem entrar.</p><p>As autoridades dos Emirados Árabes Unidos não fizeram qualquer comentário oficial.</p><p>A mudança acontece numa altura em que o Dubai já encerrou o Hospital Iraniano e o Clube Iraniano na cidade, duas instituições da cidade-estado que remontavam à época do último xá do Irão, Mohammad Reza Pahlavi, deposto na Revolução Islâmica de 1979.</p><p>Desde o início dos ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irão, a 28 de fevereiro, Teerão tem respondido com ataques contra alvos militares e estratégicos em diversos países aliados de Washington no Médio Oriente.</p><p>Na terça-feira, o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, insistiu que Teerão está a atacar apenas as forças norte-americanas na região.</p><p>"As nossas operações visam agressores inimigos que não têm qualquer respeito pelos árabes ou iranianos, nem podem proporcionar qualquer segurança", escreveu o chefe da diplomacia de Irão na rede social X.</p><p>"Já passou a hora de expulsar as forças norte-americanas", acrescentou Araghchi.</p>]]></description>
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            <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 09:27:24 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[Petroleiro alvo de um ataque perto do Estreito de Ormuz]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com a UKMTO, que está sob a tutela do exército do Reino Unido, o navio, que ostentava uma bandeira não identificada, foi atacado por um projétil desconhecido.</p><p>"O petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido no lado de bombordo, causando danos no casco acima da linha de água", não causando ferimentos entre a tripulação nem danos ambientais, acrescentou a agência.</p><p>O ataque ocorreu a 17 milhas náuticas (31,5 quilómetros) a norte de Doha, segundo a UKMTO, que alertou as embarcações que transitam pela zona para terem extrema cautela e para reportarem qualquer atividade suspeita.</p><p>O Irão, que controla a costa norte do Estreito de Ormuz tem bloqueado este ponto crucial para o comércio global de energia, principalmente petróleo e gás, em resposta aos ataques de Israel e dos Estados Unidos (EUA).</p><p>Teerão fechou a rota com ataques a petroleiros e tem permitido a passagem de apenas alguns navios-tanque perto da sua costa, como tática para exercer pressão económica global durante o conflito.</p><p>Desde 28 de fevereiro, quando a guerra começou, a UKMTO registou 28 incidentes envolvendo navios em redor do estreito, 12 dos quais estão ligados a "atividades suspeitas", como ouvir ou ver um projétil.</p><p>Na terça-feira, o Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o país planeia retirar-se do Irão dentro de duas ou três semanas e renunciar à responsabilidade directa pela segurança do Estreito de Ormuz, deixando essa responsabilidade para as nações que dependem desta via para o transporte de hidrocarbonetos.</p>]]></description>
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            <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 09:15:00 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Crise alimentar na Somália agravada por preço dos combustíveis ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"O aumento vertiginoso dos preços está a agravar uma das crises de fome mais graves que a Somália enfrentou nos últimos anos, após três épocas de chuvas escassas que reduziram ainda mais a agricultura local", revelou a organização num comunicado.</p><p>Segundo a Save the Children, os preços dos combustíveis neste país do Corno de África aumentaram este mês 150%, atingindo 1,5 dólares (1,3 euros) por litro, o que provocou uma subida no preço dos alimentos num território onde um terço da população passa fome diariamente.</p><p>Os cereais básicos para os somalis, como o sorgo e o milho, registaram um aumento de 25% e 33% no seu preço.</p><p>O diretor da Save the Children na Somália, Mohamud Mohamed Hassan, sublinhou que o país "não pode suportar mais crises sem consequências catastróficas para a infância" e apelou a uma mobilização da comunidade internacional para fazer face a esta crise.</p><p>"Os alimentos que antes eram apenas acessíveis são agora inatingíveis, o custo do combustível afeta todos os aspetos da resposta e os alimentos terapêuticos que mantêm vivas as crianças gravemente desnutridas estão retidos nas cadeias de abastecimento", referiu.</p><p>Esta situação deve-se também ao facto de as importações de alimentos representarem mais de 70% do consumo alimentar na Somália, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).</p><p>O Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas anunciou também que os preços dos produtos básicos aumentaram pelo menos 20%.</p><p>Mais de 6,5 milhões de pessoas na Somália, quase um em cada três habitantes, enfrentam uma situação de insegurança alimentar aguda, e mais de 1,84 milhões de crianças com menos de cinco anos correm o risco de sofrer de desnutrição aguda, de acordo com a Classificação Integrada da Segurança Alimentar por Fases (IPC, na sigla inglesa).</p><p>Esta situação é agravada pelos recentes surtos de diarreia, cólera, sarampo e difteria registados em algumas localidades do sul e centro do país.</p><p>A Save the Children lamentou ainda que o Plano de Resposta Humanitária da Somália para 2026 continue a apresentar um "défice crítico" de financiamento, com, no início de março, apenas 10,9% dos 852 milhões de dólares (cerca de 743 milhões de euros) necessários.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/03/31/crise-alimentar-na-somalia-agravada-por-preco-dos-combustiveis/102139</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:58:06 GMT</pubDate>
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