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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Tue, 19 May 2026 13:11:00 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
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            <title><![CDATA[​Trump sugeriu a Xi união com Putin contra Tribunal Penal Internacional  ]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Citando
"fontes próximas das reuniões", o jornal britânico avançou hoje que
este foi um dos temas abordados entre os dois líderes políticos na visita de
Trump a Pequim da passada semana, de acordo com o Notícias ao Minuto.</p><p> A
Casa Branca (presidência norte-americana) recusou comentar o assunto, ainda
segundo o Financial Times, que não aprofundou detalhes sobre a proposta de
Trump ou sobre a forma como ela foi recebida por Xi Jinping.</p><p>Nenhum
dos três países reconhece a autoridade do TPI e a sua jurisdição sobre os estados-nação.
Contudo, a oposição de EUA e Rússia ao tribunal de Haia é mais veemente do que
a posicionamento chinês, já que Pequim nega a jurisdição sobre o seu território
chinês, mas tem apoiado decisões em conflitos como na Líbia ou no Sudão.</p><p>Em
2023, o TPI emitiu um mandado de prisão contra Putin por "crimes de
guerra" na Ucrânia, mas o presidente russo continuou a viajar,
principalmente para países da esfera de influência da antiga União Soviética,
mas também para os EUA (Alasca), China ou Índia, todas em 2025.</p><p>A
animosidade de Trump em relação ao TPI aumentou bastante com a imposição de
sanções económicas e restrições de viagem contra o procurador Karim Khan,
alegando que o tribunal tomou "medidas ilegítimas e infundadas contra os
Estados Unidos e seu aliado próximo, Israel".</p><p>O
TPI é um dos pilares da ordem mundial que Trump está determinado a desacreditar
desde seu retorno ao poder para o seu segundo mandato, juntamente com a ONU e
suas diversas agências e acordos internacionais (como o Acordo de Paris, sobre
o clima).</p><p>Foto:&nbsp;<a href="https://depositphotos.com/photos/trump.html?filter=all&qview=287884446">depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/05/19/trump-sugeriu-a-xi-uniao-com-putin-contra-tribunal-penal-internacional/102796</link>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 19 May 2026 13:11:00 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Ébola: África CDC declara emergência de saúde pública continental]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O surto na RDC resultou em 131 mortes confirmadas e 513 casos suspeitos, de acordo com os dados mais recentes das autoridades congolesas. Uma morte foi reportada na vizinha Uganda.</p><p>O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças de África (Africa CDC), num comunicado divulgado na noite de segunda-feira, "declarou oficialmente o surto em curso da estirpe Bundibugyo do vírus Ébola, que afeta a República Democrática do Congo e o Uganda, como uma emergência de saúde pública continental".</p><p>Esta declaração, segundo a agência de saúde, "fortalecerá a coordenação regional, facilitará a rápida mobilização de recursos financeiros e técnicos e consolidará os sistemas de vigilância e laboratoriais".</p><p>A agência de saúde manifestou ainda a sua preocupação com o "elevado risco de disseminação regional".</p><p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou que vai convocar hoje o seu comité de emergência para avaliar o surto de ébola.</p><p>O ébola matou mais de 15.000 pessoas em África nos últimos 50 anos. Durante os surtos anteriores, a taxa de mortalidade variou entre os 25% e os 90%, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).</p><p>A estirpe do vírus responsável pelo surto atual chama-se Bundibugyo e não existe vacina ou tratamento específico para esta variante.</p><p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) também emitiu no domingo um alerta internacional sobre o surto de ébola, o seu segundo nível de alerta.</p><p>Os Estados Unidos anunciaram na segunda-feira que iriam reforçar os controlos sanitários nas suas fronteiras para combater o vírus.</p><p>O vírus ébola transmite-se através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, febre, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/05/19/ebola-africa-cdc-declara-emergencia-de-saude-publica-continental/102791</link>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 19 May 2026 09:05:25 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Mais de 145.000 crianças dos EUA foram separadas dos pais pelo ICE]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Além disso, mais de 22.000 crianças tiveram ambos os progenitores presos, de acordo com o mesmo documento.</p><p>Em concreto, o estudo estabelece que são 146.635 os menores afetados pelas políticas migratórias de Trump e que, deste número, 36,5% têm menos de seis anos, 36,1% têm entre seis e 12 anos e o restante, entre 13 e 17 anos.</p><p>Quanto à nacionalidade dos pais detidos, o relatório da Brookings indica que a mais afetada é a mexicana, com até 53,7% do total, seguida da guatemalteca e da hondurenha, com 15% e 10,7%, respetivamente.</p><p>O estudo também analisa o local onde ocorreram as detenções, e Washington D.C. e Texas concentram a maior proporção de crianças, que são cidadãs americanas, com um progenitor afetado, com mais de cinco por cada 1.000.</p><p>A análise da Brookings realça que não existem dados fiáveis sobre quantos detidos ou deportados têm filhos nos Estados Unidos, nem sobre o que acontece com as crianças quando o seu progenitor é detido, pelo que se concentram nos detidos, sobre os quais têm "melhor informação do que sobre os deportados".</p><p>Estes números, relativos aos menores afetados pelas decisões na política migratória da Casa Branca, refletem a intensidade do trabalho realizado pelo Serviço de Imigração e Controlo de Alfândegas (ICE, na sigla em inglês), desde que Trump regressou ao poder, e que gerou protestos por todo o país.</p><p>Atualmente, e segundo o relatório da Brookings, cerca de 60.000 pessoas encontram-se detidas, e quase 400.000 foram transferidas para centros de detenção do ICE.</p><p>A análise da Brookings recolhe as dúvidas sobre o destino das crianças que são separadas dos seus progenitores e inclui recomendações de associações que "encorajam os pais que desejam que os seus filhos continuem nos Estados Unidos a elaborar um plano de preparação familiar, designando um amigo ou familiar próximo que se encarregará da criança se eles não puderem fazê-lo.</p><p>Em muitos desses casos, o Governo desconhece a existência de crianças que ficam para trás, e a maioria dos pais prefere evitar o contacto com o sistema de bem-estar infantil, mesmo que apenas disponham de opções de cuidado deficientes, salienta o estudo migratório.</p><p>Além disso, o relatório aponta que o número de crianças cidadãs americanas que enfrentam a ameaça de separação familiar é muito maior do que os 145.000 que se estima que a sofreram durante o período da segunda administração Trump.</p><p>Brooklings calcula que existem 13 milhões de adultos indocumentados ou com estatuto migratório irregular, com proteção parcial e que, entre as suas famílias, se encontram mais de 4,6 milhões de crianças cidadãs americanas que vivem com um progenitor em risco de deportação, incluindo quase 2,5 milhões de crianças que poderão enfrentar a detenção de ambos.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 19 May 2026 09:02:12 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Japão defende multilateralismo face à "situação internacional instável" ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Na atual situação internacional instável, é mais importante do que nunca que os países membros das Nações Unidas se unam em vez de se dividirem", afirmou Takaichi.</p><p>"Na atual situação internacional instável, é mais importante do que nunca que os países membros das Nações Unidas se unam em vez de se dividirem", afirmou Takaichi.</p><p>"O firme apoio do Japão ao multilateralismo, tendo as Nações Unidas como eixo central, é universal", acrescentou, citada pela agência de notícias espanhola EFE.</p><p>Guterres congratulou-se com o apoio de Tóquio à ONU no momento em que se assinalam os 70 anos da admissão do Japão como Estado-membro, e definiu o arquipélago como um parceiro "generoso e fiável".</p><p>O secretário-geral, cujo mandato termina em dezembro, defendeu também a necessidade de reformar a ONU para adaptar a organização ao mundo atual.</p><p>Referiu em especial o Conselho de Segurança da ONU, cujos cinco membros permanentes (Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido) têm poder de veto face aos 10 membros rotativos.</p><p>"Um membro permanente pode iniciar uma guerra, violar o direito internacional e, depois, usar o veto para garantir a impunidade", criticou Guterres, numa clara alusão a Estados Unidos e Rússia, em guerra com Irão e Ucrânia, respetivamente.</p><p>O antigo primeiro-ministro português está no Japão para participar na reunião do Conselho de Chefes Executivos do Sistema das Nações Unidas para a Coordenação (CEB, na sigla em inglês), que se realiza pela primeira vez na Ásia.</p><p>A viagem coincide com o 70.º aniversário da entrada do Japão na ONU, uma ocasião que Guterres assinalou hoje com um discurso em Tóquio, em que elogiou a generosidade e o compromisso do arquipélago com o sistema multilateral.</p><p>O Japão foi um dos países derrotados na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e o único a sofrer um ataque com bombas nucleares, lançadas pelos Estados Unidos sobre Hiroxima e Nagasaki em agosto de 1945.</p><p>Com sede em Nova Iorque, a ONU tem por base a Carta das Nações Unidas, assinada em 26 de junho de 1945, na cidade norte-americana de São Francisco, e que entrou em vigor em 24 de outubro do mesmo ano.</p><p>No documento, os 51 países fundadores comprometeram-se "a salvar as gerações futuras do flagelo da guerra".</p><p>Também afirmaram "a fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos entre homens e mulheres e entre nações grandes e pequenas".</p><p>A ONU conta atualmente 193 Estados-membros e dois Estados com o estatuto de observadores, o da Santa Sé e o da Palestina.</p><p>Foto:&nbsp;<a href="https://depositphotos.com/photos/jap%C3%A3o.html?filter=all&qview=23226662">depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/05/18/japao-defende-multilateralismo-face-a-situacao-internacional-instavel/102788</link>
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            <pubDate>Mon, 18 May 2026 15:21:24 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Coreia do Sul adota "coexistência pacífica" de dois Estados face ao Norte ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A nova política, incluída na revisão anual do Livro Branco do Ministério da Unificação, abandona a ideia de pressão e confrontação que era seguida até agora.</p><p>O documento fixa como princípios para a nova política o respeito pelo sistema norte-coreano, a rejeição de uma unificação por absorção e a ausência de atos hostis contra o Norte.</p><p>"Considerando a realidade de que o Sul e o Norte existem de facto como dois Estados, procuramos desenvolver as relações intercoreanas no sentido de uma relação de coexistência pacífica orientada para a unificação", lê-se no documento.</p><p>Trata-se da primeira revisão da política sobre Pyongyang do atual Presidente, o democrata Lee Jae-myung, que marcou, assim, uma viragem substancial em relação ao antecessor, o conservador Yoon Suk-yeol, que dava prioridade à pressão.</p><p>A mudança coincide parcialmente com a posição do Norte, que há algum tempo defende a ideia de que as duas Coreias são Estados separados, uma abordagem já incorporada na Constituição norte-coreana, segundo a agência de notícias espanhola EFE.</p><p>Na última versão da Lei Fundamental de Pyongyang, contudo, foram eliminadas todas as referências à reunificação com o Sul, de acordo com o texto revisto pela agência de notícias sul-coreana Yonhap no início do mês.</p><p>Pyongyang classificou Seul como um "Estado hostil" em várias publicações dos meios de comunicação estatais e em declarações do respetivo líder, Kim Jong-un, embora tal designação não conste na Constituição revista.</p><p>Kim anunciou no domingo planos para modernizar as forças armadas e reforçar as unidades destacadas na fronteira com a Coreia do Sul para transformar a linha fronteiriça numa "fortaleza inexpugnável".</p><p>"Estamos a construir um exército poderoso", afirmou Kim durante uma reunião com comandantes de divisões e brigadas do Exército Popular da Coreia, citado pela agência oficial norte-coreana KCNA.</p><p>Apesar da postura conciliatória de Lee, que tomou posse em 04 de junho de 2025, Pyongyang continua a rejeitar o diálogo e a criticar duramente o objetivo de desnuclearização que permanece na agenda de Seul e de Washington.</p><p>Na nova versão do Livro Branco, o Governo de Seul reconheceu que as relações entre as duas Coreias continuam paralisadas, sem deslocações de pessoas no período 2021-2025 e sem comércio bilateral entre 2023 e 2025.</p><p>A publicação do documento surge, no entanto, em pleno decurso da primeira visita desportiva da Coreia do Norte ao Sul em oito anos, num evento que poderá servir para reduzir as tensões na região.</p><p>A equipa feminina norte-coreana Naegohyang FC chegou no domingo à Coreia do Sul para disputar, na quarta-feira, uma meia-final da Liga dos Campeões Feminina da Confederação Asiática de Futebol contra a formação sul-coreana Suwon FC.</p><p>Os dois países da Ásia oriental continuam tecnicamente em guerra desde o fim do conflito armado de três anos que terminou com um armistício em 1953, mas sem a assinatura de um tratado de paz.</p><p>Foto:<a href="https://depositphotos.com/similar-images/378379676.html?qview=239520498"> dpeositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/05/18/coreia-do-sul-adota-coexistencia-pacifica-de-dois-estados-face-ao-norte/102787</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 18 May 2026 15:17:35 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Secretário do Tesouro dos EUA pede ao G7 reforço de sanções contra o Irão]]></title>
            <description><![CDATA[<p>À chegada à reunião do G7 de Finanças, que se realiza hoje e terça-feira em Paris, capital de França, Bessent apelou aos aliados de Washington e a toda a comunidade internacional para manterem a coordenação em matéria de sanções, visando "combater o financiamento ilícito" e redirecionar esses recursos "para o povo iraniano".</p><p>"Apelamos a todos os nossos parceiros do G7, e a todos os nossos aliados e ao resto do mundo, para que sigam o regime de sanções, de modo a que possamos combater o financiamento ilícito que alimenta a máquina militar iraniana e devolver esse dinheiro ao povo iraniano", afirmou o secretário do Tesouro dos EUA antes de se reunir com os homólogos da Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e Japão.</p><p>Bessent colocou esta questão no centro da agenda que os ministros das Finanças do G7 vão debater durante dois dias, juntamente com outros temas como a economia global, os desequilíbrios financeiros, os minerais críticos e o financiamento do terrorismo.</p><p>O secretário do Tesouro sublinhou que a reunião do G7 se realiza num momento "importante" para a economia mundial.</p><p>Na breve declaração, Bessent referiu ainda a recente visita a Pequim, na China, com o Presidente norte-americano, Donald Trump.</p><p>"Acabo de regressar de Pequim com o Presidente Trump após uma visita muito bem-sucedida, na qual falámos de geopolítica e comércio, e os líderes passaram muito tempo juntos", assinalou, aludindo à cimeira dos chefes de Estado e altos responsáveis das duas potências mundiais.</p><p>À margem da mesma reunião, o comissário europeu para a Economia, Valdis Dombrovskis, transmitiu uma mensagem tripla: manter a pressão das sanções contra a Rússia, terminar rapidamente o conflito no Irão e reforçar a cooperação internacional para corrigir os desequilíbrios económicos globais.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 18 May 2026 09:42:09 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[África Subsaariana condenou mais pessoas à morte em 2025, mas executou menos]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com o relatório "Penas de Morte e Execuções 2025" da Amnistia Internacional (AI), "as execuções registadas na região caíram 47%, de 34 em 2024 para 18 em 2025, tornando 2025 o ano com o terceiro total de execuções mais baixo na região desde 2016".</p><p>A AI sublinha que só a Somália foi responsável por 94% de todas as execuções conhecidas em 2025.</p><p>Já as sentenças de morte registadas pela AI na região aumentaram 74%, de 443 em 2024 para 771 em 2025, tornando o total conhecido de 2025 o terceiro mais elevado na região desde 2016.</p><p>Só a República Democrática do Congo (RDCongo) - nação vizinha de Angola - representou quase metade de todas as sentenças de morte conhecidas, uma vez que os tribunais militares continuaram a condenar um grande número de militares à morte no contexto do conflito armado no leste do país, sendo que a Nigéria e o Sudão também condenaram pessoas por esta via, segundo a investigação da Organização Não-Governamental (ONG).</p><p>Por outro lado, iniciativas legislativas para abolir a pena de morte foram registadas na Gâmbia e na Libéria, enquanto esforços para reintroduzir ou expandir o âmbito da pena de morte ocorreram no Burkina Faso e no Chade.</p><p>A ONG particulariza a situação na Nigéria: "A Câmara dos Representantes da Nigéria apresentou um projeto de lei para abolir a pena de morte, enquanto o Senado apresentou um projeto diferente para expandir o seu âmbito de aplicação".</p><p>Na África Subsaariana, o número de países que proferiram sentenças de morte diminuiu de 14 em 2024 para 13 em 2025. </p><p>No entanto, houve um aumento do número de sentenças proferidas em seis países: RDCongo (de pelo menos 125 para pelo menos 359); Etiópia (de pelo menos 3 para pelo menos 5); Gâmbia (de 0 para 3); Mauritânia (de pelo menos 23 para pelo menos 31); Nigéria (de pelo menos 186 para pelo menos 243); e Sudão (de pelo menos 30 para pelo menos 87), enumera.</p><p>Sobre a Guiné Equatorial, nação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que tem ainda na Constituição esta prática, a ONG não reporta nenhum caso de condenação ou execução em 2025.</p><p>De acordo com a investigação, alguns países africanos "embarcaram em iniciativas preocupantes que poderiam reintroduzir a pena de morte ou expandir o seu âmbito de aplicação".</p><p>Para a ONG, esta é parte de uma narrativa de segurança "falaciosa destinada a projetar uma imagem de governo forte", sendo que "alguns governos apoiaram a pena de morte como uma ferramenta eficaz e necessária para proteger a segurança pública".</p><p>O Burkina Faso, país da África Ocidental, é precisamente um desses casos. </p><p>"No Burkina Faso, após o anúncio das autoridades militares em novembro de 2024 de que estavam a considerar restaurar a pena de morte, o Conselho de Ministros adotou, a 04 de dezembro, um projeto de lei para reformar o Código Penal, reinstaurando a pena capital para crimes como 'alta traição', 'terrorismo' e 'atos de espionagem'", explica a AI.</p><p>Também as autoridades do Chade, em junho de 2025, estabeleceram uma comissão para rever questões relacionadas com a pena de morte.</p><p>"A comissão tem o mandato de realizar um exame abrangente da pena capital, avaliar o quadro jurídico nacional à luz das obrigações internacionais do Chade, considerar a possibilidade de reinstaurar a pena de morte e fazer recomendações às autoridades", explica.</p><p>Por seu turno, a AI registou indultos e comutações (reduções parciais das penas) no Botsuana, Gâmbia, Gana, Nigéria, RDCongo, Quénia e Zimbabué.</p><p>De forma global, em 2025 a AI registou o maior número de execuções realizadas desde 1981.</p><p>"Pelo menos 2.707 pessoas foram executadas em 2025, um aumento de mais de dois terços em relação ao total registado em 2024", que foi de 1.518, conclui.</p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Mon, 18 May 2026 09:37:46 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[ONU "profundamente preocupada" com ataque junto a central nuclear]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Toda a actividade militar que ameace a segurança nuclear é inaceitável", afirmou o líder da agência das Nações Unidas numa publicação na rede social X (antigo Twitter), que adiantou ter recebido informação dos Emirados de que "os níveis de radiação na central nuclear de Barakah permanecem normais e que não se registou qualquer ferido".</p><p>Os Emirados Árabes Unidos (EAU) denunciaram hoje o impacto de um aparelho não tripulado que provocou um incêndio num gerador que alimentava a central nuclear de Barakah, na região de al-Dhafra, que abrange grande parte do oeste do país.</p><p>O Centro de Emergência de Abu Dhabi, na mensagem de alerta divulgada nas redes sociais, não identificou a origem do drone.</p><p>O Irão, que desde 28 de fevereiro tem lançado ataques contra países da região com presença militar norte-americana, também não comentou o incidente.</p><p>Em todo o caso, segundo os serviços de emergência dos Emirados, "não houve feridos nem impacto nos níveis de segurança radiológica".</p><p>A Autoridade Federal de Regulação Nuclear dos Emirados confirmou que o incêndio não afetou a segurança da central nem o funcionamento dos sistemas essenciais, acrescentando que todas as unidades operam normalmente.</p><p>No sábado, o Governo dos EAU afirmou que "todas as medidas" tomadas pelo país do Golfo Pérsico na guerra contra o Irão se enquadraram "em ações defensivas", sem esclarecer se já atacou ou não a República Islâmica.</p><p>Num comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros dos EAU, o país mais atingido pelo Irão em resposta à ofensiva militar lançada pelos Estados Unidos e por Israel, afirmou que essas medidas destinaram-se a "proteger a soberania, os civis e as infraestruturas vitais, em linha com o direito legítimo do país de salvaguardar a sua segurança nacional e manter a sua estabilidade".</p><p>A reação surge após uma notícia publicada na segunda-feira pelo diário norte-americano Wall Street Journal, segundo a qual o país, situado em frente à costa iraniana, tem realizado ataques secretos contra o Irão, incluindo um em abril que atingiu uma refinaria de petróleo na ilha iraniana de Lavan.</p><p>Foto: <a href="https://depositphotos.com/photos/oms.html?filter=all&qview=159551112">depositphotos</a></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/05/17/onu-profundamente-preocupada-com-ataque-junto-a-central-nuclear/102774</link>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 17 May 2026 14:00:00 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Netanyahu afirma estar "preparado para qualquer cenário"]]></title>
            <description><![CDATA[<p>"Estamos a acompanhar de perto a situação com o Irão. Hoje, como faço a cada poucos dias, vou falar com o nosso amigo, o Presidente Trump. Vou certamente ouvir as suas impressões sobre a viagem à China e talvez também sobre outros assuntos", afirmou Benjamin Netanyahu, no início de uma reunião especial do Governo realizada do Knesset (parlamento) para assinalar o Dia de Jerusalém.</p><p>"É claro que existem muitas possibilidades. Estamos preparados para qualquer cenário", acrescentou o chefe do Governo israelita, citado num comunicado divulgado pelo seu gabinete.</p><p>Em relação aos ataques em curso no Líbano, Netanyahu afirmou que Israel está a "conquistar e a limpar" território em solo libanês, além de "defender" cidades israelitas junto à fronteira e de atacar militantes do Hezbollah.</p><p>"Hoje enfrentamos o desafio de neutralizar os drones de fibra ótica. Este é um tipo específico de ameaça", reconheceu o primeiro-ministro, acrescentando que instou o Ministério da Defesa e outras entidades do setor a encontrarem uma solução para este tipo de ataques sem "restrições orçamentais".</p><p>No Líbano, desde o início dos ataques israelitas, a 02 de março, no âmbito da Guerra Irão-Iraque, o número de mortos chegou aos 2.960, informou no sábado o Ministério da Saúde Pública libanês.</p><p>Israel continua a concentrar os ataques nos subúrbios do sul de Beirute, considerados um bastião do Hezbollah, bem como no sul do Líbano, onde o Exército israelita ocupou durante anos uma faixa fronteiriça.</p><p>Foto: <a href="https://depositphotos.com/photos/oms.html?filter=all&qview=159551112">depositphotos</a></p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 17 May 2026 12:45:05 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[OMS declara emergência de saúde pública mundial devido a surto de ébola]]></title>
            <description><![CDATA[<p>De acordo com um comunicado divulgado pela OMS, o director-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus determinou que o vírus "constitui uma Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional (ESPII), mas não preenche os critérios para uma emergência pandémica".</p><p>Os dados mais recentes indicam que o surto já causou pelo menos 88 mortos, com 336 casos suspeitos, na RDCongo. No Uganda, foram reportados dois casos confirmados,sem ligação aparente, na capital Kampala, entre pessoas que viajaram da RDCongo.</p><p>"Agradeço aos líderes da República Democrática do Congo e do Uganda pelo seu empenho em tomar as medidas necessárias e enérgicas para controlar o surto", afirmou Ghebreyesus.</p><p>A OMS alertou que "a elevada taxa de positividade das amostras iniciais e a confirmação de casos em Kampala e Kinshasa [capital da RDCongo] apontam para um surto potencialmente muito maior do que o que está a ser detectado actualmente".</p><p>Os factores que aumentam o risco de propagação de surtos incluem a insegurança persistente, a mobilidade populacional e a presença de serviços de saúde informais.</p><p>A OMS salientou ainda que, ao contrário de outras estirpes de ébola, "não existem atualmente tratamentos ou vacinas aprovados especificamente para o vírus Bundibugyo", o que torna o surto um acontecimento extraordinário.</p><p>A organização recomendou a ativação dos mecanismos nacionais de emergência, o reforço da vigilância e dos laboratórios, a garantia da prevenção de infecções nas instalações de saúde e o estabelecimento de unidades especializadas para o isolamento e tratamento dos doentes.</p><p>Os países vizinhos - incluindo Angola - e a comunidade internacional foram também instados a coordenar estreitamente os esforços para conter a propagação, com a OMS a sublinhar que "nenhum país deve fechar as suas fronteiras ou impor restrições às viagens e ao comércio", alertando que tais medidas poderiam ser contraproducentes.</p><p>Em alternativa, as recomendações incluem rastreios de saúde em aeroportos e postos fronteiriços, envolvimento da comunidade na identificação de casos, funerais seguros e formação para profissionais de saúde.</p><p>A OMS indicou que qualquer novo caso suspeito deve ser notificado imediatamente e tratado como uma emergência de saúde pública.</p><p>Com a declaração de ESPII, a agência da ONU procura mobilizar recursos internacionais e garantir a implementação de medidas de controlo "eficientes e eficazes" para conter a propagação do vírus Bundibugyo na região.</p><p>A RDCongo sofreu um surto de ébola entre agosto e dezembro de 2025, com pelo menos 34 mortes.</p><p>O surto mais mortífero naquela região provocou quase 2.300 mortes em 3.500 casos entre 2018 e 2020.</p><p>O ébola, que provoca uma febre hemorrágica altamente contagiosa, continua a ser uma ameaça formidável, apesar das vacinas e tratamentos recentes, eficazes apenas contra a estirpe Zaire, responsável pelas maiores epidemias registadas.</p><p>O vírus matou mais de 15 mil pessoas em África nos últimos 50 anos.</p><p><br>Foto: <a href="https://depositphotos.com/photos/oms.html?filter=all&qview=159551112" style="font-family: Lato, -apple-system, BlinkMacSystemFont, &quot;Segoe UI&quot;, Roboto, &quot;Helvetica Neue&quot;, Arial, sans-serif;">depositphotos</a></p>]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 17 May 2026 08:57:36 GMT</pubDate>
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