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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Wed, 06 Oct 2021 18:37:45 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
        <item>
            <title><![CDATA[Cabo Verde com mais 52 casos de COVID-19 e 53 recuperados ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O boletim epidemiológico mostra que do total de 604
amostras analisadas, somam-se 52 casos positivos. 19 novos casos foram
diagnosticados na ilha de Santiago (Praia 12, Santa Catarina 2, São Salvador
do Mundo 2, Tarrafal 1 e São Miguel 2). A ilha do Fogo conta com mais 2 doentes,
todos no concelho de São Filipe. Santo Antão tem mais 14 (Ribeira Grande 2 e Porto Novo
12), São Vicente 12, Sal 1 e Tarrafal de São Nicolau 4.</p><p>As ilhas da Brava, Maio e Boa Vista não registaram nenhum
caso.&nbsp;</p><p>A taxa de positividade ronda os 8,6%, a nível nacional.  </p><p>Entretanto, hoje mais 53 pessoas tiveram alta (Praia 10,
Santa Catarina 2, São Salvador do Mundo 3, São Miguel 6, São Lourenço dos
Órgãos 1, São Filipe 3, Santa Catarina de Fogo 1, Ribeira Grande de Santo Antão
18, São Vicente 5, Tarrafal de São Nicolau 3 e Boa Vista 1).</p><p>Com esses casos novos, o país passa a contabilizar 460 casos
activos 36941 casos recuperados, 345 óbitos, 15 óbitos por outras causas e 9
transferidos, perfazendo um total de 37770 casos positivos acumulados.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2021/10/06/cabo-verde-com-mais-52-casos-de-covid-19-e-53-recuperados/76913</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 06 Oct 2021 18:37:45 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Falucho: O Falucho das Estórias]]></title>
            <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: 110%; vertical-align: middle; text-align: left;" align="right"><em><span lang="PT">“E ele vai baloiçando como um mastro </span></em><em><span lang="PT">Aos seus ombros apoiam-se as esquinas” </span></em><em><span style="font-size: 10.0pt; line-height: 120%; font-family: 'Minion Pro','serif'; mso-bidi-font-family: 'Minion Pro'; mso-style-textoutline-type: solid; mso-style-textoutline-fill-color: black; mso-style-textoutline-fill-alpha: 100.0%; mso-style-textoutline-outlinestyle-dpiwidth: .75pt; mso-style-textoutline-outlinestyle-linecap: flat; mso-style-textoutline-outlinestyle-join: round; mso-style-textoutline-outlinestyle-pctmiterlimit: 0%; mso-style-textoutline-outlinestyle-dash: solid; mso-style-textoutline-outlinestyle-align: center; mso-style-textoutline-outlinestyle-compound: simple; mso-style-textfill-type: none; mso-style-textfill-fill-gradientfill-shadetype: linear; mso-style-textfill-fill-gradientfill-shade-linearshade-angle: 0; mso-style-textfill-fill-gradientfill-shade-linearshade-fscaled: no;">– Sophia de Mello Breyner</span></em></p>
<p align="right">Dobrada a “Esquina do Tempo”, o cronista decidiu ser marinheiro de “Falucho”, criar um novo projecto de escrita e viajar pelos mares das ilhas à procura de estórias e de fixar hábitos e costumes das suas gentes. É que os faluchos, que faziam trafego entre as ilhas, guardam no seu bojo lendas e estórias que valem a pena recordar e partilhar. É disso e muito mais que se irá falar neste novo espaço.</p>
<p align="right"><em>À memória do Mestre Apolinário e do Falucho “Belmira”</em></p>
<p align="right"> </p>
<p>Soprando de barlavento, o vento é de feição… e o falucho, com velas enfunadas e rumo traçado, lá vai na sua viagem inaugural.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Serei marinheiro.</em></p>
<p><em>Navegarei</em></p>
<p><em>nos rumos longínquos</em></p>
<p><em>de todos os mares.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>[…]</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Nos intervalos curtos de regresso</em></p>
<p><em>contar-vos-ei tudo o que eu vi:</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>[…]</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Mas ninguém acreditará</em></p>
<p><em>nas minhas histórias.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p align="right">– Jorge Barbosa, in <em>Caderno de um Ilhéu</em>, 1955</p>
<p> </p>
<p>Morreu, em finais de Outubro de 2017, o último mestre-carpinteiro naval, construtor de faluchos e botes do estaleiro da Praia da Gambôa. Apolinário Lopes Fortes, melhor, Fefé di Nhanha, faleceu aos 92 anos, na Achada de Santo António (cidade da Praia), zona do Brasil, bairro dos pescadores.</p>
<p>Viajo no tempo. Chegam-me de longe ecos da toada da canção da minha infância, “Que linda falua” – <em>Que linda falua/ Que l</em>á<em> vem,</em> <em>lá vem,/ é uma falua/ que vem de Bel</em>ém<em>/ […]/ Passará, não passará,/ algum deles ficará,/ se não for a mãe à frente,/ é o filho lá de trás.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong>Que linda falua</strong></p>
<p>Nos anos 40 os faluchos [as faluas] e os botes de São Vicente eram construídos ou reparados nos estaleiros das zonas da Ribeira Bote e da Fonte de Inês que, depois, eram puxados ou arrastados sobre troncos. À medida que os homens iam puxando o navio que rolava sobre toros, outros mudavam os troncos para a frente. De modo que havia homens à frente puxando e homens lateralmente segurando as cordas até chegar à Praia de Bote, junto à réplica da Torre de Belém, passando pela Fontinha, cruzando o Largo da Salina até desembocar na praia e serem lançados ao mar.</p>
<p>Nos anos 50 era eu muito criança, mas lembro-me da festa que fazíamos cada vez que chovia na ilha. Faltávamos a escola, juntávamo-nos em grupo e íamos, nus ou só com <em>trousses</em>, conforme a idade, brincar na chuva. Corríamos, metíamos os pés nas poças de água atirando-a para os companheiros de brincadeira, mas o que gostávamos, mesmo, era de irmos pôr-nos por debaixo das bicas das empenas das casas e receber a água da chuva no cocuruto da cabeça.</p>
<p>Passada a chuva, íamos brincar nas poças de água e na zona alagada da Salina. Fazíamos barquinhos de cana-de-milho, púnhamo-lo uma pena de galinha como mastro ou um pauzinho com uma tirinha de pano a servir de vela, e um pedacinho de arco em formato triangular a fazer de quilha para lhe dar equilíbrio. E lá íamos nós felizes brincar de marinheiro empurrando os nossos barquinhos. Os mais crescidos, um tantinho assim mais que nós, faziam barquinhos de lata e promoviam corridas de barquinhos de cana-de-milho e de lata.</p>
<p>Os faluchos e os barcos costeiros já são memórias de uma outra época. Recordo-me do “Carvalho”, do “Nauta” e do “Gavião dos Mares”, cuja relação com Porto Grande (São Vicente) e Porto Novo (Santo Antão) era a mesma que o “Belmira”, o “Aleluia” e o “Cruz de Cristo” com Pedra Badejo (Santiago) e Porto Inglês (Maio), para as gentes de Santiago.</p>
<p>Desaparecidos que estão os faluchos das ilhas, seria de se preservar essa construção e essa memória e a praticabilidade da ligação entre as ilhas próximas, inclusivamente para fins turísticos com a reconstituição dessas viagens, agora em melhores condições.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong>Navegação à vista</strong></p>
<p>Em Janeiro de 1981 o falucho “Belmira” perdeu-se no trajecto Pedra Badejo – Porto Inglês e foi parar à Guiné-Bissau.</p>
<p>Um despacho da Inforpress de 15/01/2015, invocando essa data, explicava que “Belmira”, capitaneado por Tchico Tuda, que fazia a ligação frequente entre a então vila de Pedra Badejo e o Porto Inglês, tinha perdido o rumo por causa de um temporal e do tempo brumoso que fazia, tendo passado a ilha do Maio sem dar por ela. Quando amanheceu, “Belmira” estava afastado da costa.</p>
<p>O falucho, que tinha seis tripulantes e levava cinco passageiros, incluindo uma criança de 6 anos, esteve à deriva durante 14 dias. Durante esse período sentiram falta de água, mas conseguiram sobreviver porque, entretanto, choveu, tendo eles colocado uma lona por cima do porão para a recolha da água.</p>
<p>Samuka, o contramestre, contou que tinham sido surpreendidos por um mau tempo e bruma seca que se fazia sentir no momento mas, caso fosse feita a busca de forma objectiva, poderiam ser resgatados no mesmo dia, pois ainda estavam perto da ilha do Maio.</p>
<p>“Quando se passaram mais de cinco dias sem ver terra, os passageiros começaram a desanimar, mas como o capitão já conhecia a rota porque fazia viagens de longo curso, ele encorajava-nos dizendo que iríamos encontrar terra firme, e assim os dias foram passando até que fomos parar à Guiné-Bissau e à ilha do Como, onde encontramos pessoas que nos acolheram conforme puderam”.</p>
<p>Da ilha guineense foram levados para a vizinha República do Senegal onde estiveram por dois dias até apanharem o voo de regresso para a ilha do Sal e, no mesmo dia, seguiram para o Maio, com escala na Cidade da Praia, onde foram recebidos com muita alegria.</p>
<p>Urge escrever a história marítima, por vezes trágico-marítima, e a história dos capitães-das-ilhas, dos veleiros e palhabotes e dos intrépidos marinheiros. <strong></strong></p>
<p><strong><em> <img src="images/moeda-de-05-escudos.jpg" border="0" width="603" height="300" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" /></em></strong></p>
<p><em><strong><br /></strong></em></p>
<p><em><strong>Texto originalmente publicado na edição impressa do </strong></em><strong>Expresso das Ilhas</strong><em><strong> nº 834 de 22 de Novembro de 2017. </strong></em></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/11/30/falucho-o-falucho-das-estorias/55485</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 30 Nov 2017 07:58:55 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Empresária recusa nepotismo por ter sido nomeada pelo pai para a Sonangol]]></title>
            <description><![CDATA[

<p> </p>
<p>A posição está expressa num direito de resposta a um editorial do Jornal de Angola - assinado pelo seu novo director, Victor Silva -, divulgado pela ex-presidente do conselho de administração da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), nomeada para o cargo por José Eduardo dos Santos, em Junho de 2016, e exonerada este mês pelo novo chefe de Estado, João Lourenço.</p>
<p>"A sua afirmação, de que o meu estatuto de 'filha de um chefe de Estado' teria sido uma desvantagem para garantir o financiamento necessário para a reestruturação da Sonangol, é contrariada por factos facilmente verificáveis. De destacar que trabalhei ao longo da minha carreira profissional (20 anos) com esse estatuto, sendo que o mesmo nunca me impediu de desenvolver relacionamentos bancários com as principais instituições financeiras internacionais", acusa a empresária, no direito de resposta que divulgou hoje.</p>
<p>"A palavra nepotismo significa a promoção de uma pessoa incompetente para um determinado cargo pelo único facto de ser membro da sua família. Como a minha competência não está em questão, não será apropriado tentar estabelecer um vínculo entre as minhas relações familiares e os resultados do meu mandato", critica ainda.</p>
<p>Em causa está o primeiro artigo de opinião assinado pelo novo director do Jornal de Angola, publicado a 19 de Novembro, poucos dias depois de ter sido empossado pelo chefe de Estado, João Lourenço, como presidente do Conselho de Administração da empresa "Edições Novembro", que publica aquele diário estatal.</p>
<p>No artigo, Victor Silva relacionava a exoneração de Isabel dos Santos da Sonangol por ser uma "pessoa politicamente exposta [PEP]", recusando que haja um conflito político entre o Presidente angolano e o ex-chefe de Estado José Eduardo dos Santos, que se mantém como líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).</p>
<p>Afirmou ainda que "a questão não deve ser posta no facto de Isabel dos Santos ser filha do ex-Presidente da República", o que dificultou que a petrolífera nacional conseguisse "os financiamentos externos necessários ao seu desenvolvimento por saber-se que no combate ao branqueamento de capitais há pessoas politicamente expostas" e que "estão sob o radar do mundo financeiro mundial".</p>
<p>Críticas infundadas, segundo a posição divulgada por Isabel dos Santos, que acusa "haver uma profunda confusão entre o significado de nepotismo e o significado de PEP, tornando-se a mesma cada vez mais comum no debate público".</p>
<p>"Deveria caber à comunicação social informar e educar a opinião pública sobre temas desta natureza de forma responsável, em vez de incendiar polémicas infames que têm em si motivações políticas. Esse é o papel desempenhado pelas redes sociais", critica, por seu turno, a empresária.</p>
<p>Refere ainda que o conceito de PEP é usado no editorial em questão "de uma forma tendenciosa": Por definição, todos os membros dos Conselhos de Administração das empresas públicas, incluindo da Sonangol, são PEP's, o que não afecta a sua capacidade de gerir relações bancárias em nome das empresas que representam".</p>
<p>Neste direito de resposta - que segundo a empresária não foi publicado pelo Jornal de Angola, que alegou exceder, em tamanho, o artigo que lhe deu origem e factos não visados no mesmo -, Isabel dos Santos acrescenta que foi durante a vigência do Conselho de Administração que liderou que a Sonangol "conseguiu finalmente estabelecer ligações bancários e ter contas abertas nos Estados Unidos de América".</p>
<p>"Situação que não havia sido possível durante muitos anos", enfatizou.</p>
<p>Isabel dos Santos foi substituída na administração da Sonangol, este mês, por Carlos Saturnino, indicado pelo novo chefe de Estado, João Lourenço.</p>
<p> </p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/11/29/empresaria-recusa-nepotismo-por-ter-sido-nomeada-pelo-pai-para-a-sonangol/55556</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 29 Nov 2017 12:21:45 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Catalunha: Draghi considera "prematuro" apontar riscos para zona euro]]></title>
            <description><![CDATA[<p><strong>O presidente do Banco Central Europeu (BCE) disse hoje ser "prematuro" considerar os riscos de desestabilização que constituiria para a zona euro uma declaração de independência da Catalunha.</strong></p>
<p><strong>"C</strong>oncluir desde já sobre um potencial risco de desestabilização financeira [para a zona euro] é prematuro", declarou aos jornalistas o presidente do BCE, garantindo que segue "com grande atenção" a situação "que evolui todos os dias".</p>
<p>Apesar da incerteza na crise política catalã, o BCE anunciou hoje uma redução para metade no seu programa de compra de dívida na zona euro, a partir de Janeiro e até ao final de Setembro de 2018, passando o volume de aquisições de 60 mil milhões de euros para 30 mil milhões de euros mensais.</p>
<p>A ameaça de uma proclamação unilateral de independência da Catalunha já fez com que muitas empresas saíssem da região, o que aumenta a incerteza sobre a estabilidade de uma região com uma dívida bastante elevada e dependente do comércio com a União Europeia (UE) e com o resto de Espanha.</p>
<p>Os bancos Sabadell e CaixaBank já mudaram as suas sedes para garantirem que continuam a beneficiar do apoio da UE, caso seja necessário.</p>
<p> </p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/10/26/catalunha-draghi-considera-prematuro-apontar-riscos-para-zona-euro/55142</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 26 Oct 2017 17:15:25 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[73% das mesas de voto estão a funcionar, diz porta-voz do governo catalão]]></title>
            <description><![CDATA[

<p> </p>
<p>Turull deu hoje pela segunda vez uma conferência de imprensa no International Press and Broadcasting Center, gerido pelo grupo privado de comunicação Mediapro, em que pediu para que "a cidadania prossiga como até agora, defendendo de forma cívica e pacífica o seu direito fundamental a votar".</p>
<p>O responsável disse que "73% das mesas eleitorais estão abertas e estão a funcionar", o que corresponde a 4.561 mesas de voto.</p>
<p>Lamentando que se vejam "imagens da época do preto e branco" em algumas actuações policiais contra os centros de votação, Jordi Turull garantiu que "a maioria dos colégios está a funcionar".</p>
<p>O porta-voz da presidência e do governo catalães sublinhou que, apesar dos incidentes, "vale sempre a pena defender a democracia" e rejeitou "render-se face à violência do Estado".</p>
<p>Além disso, Turull pediu "paciência" aos eleitores e indicou que estão a ocorrer "ataques e bloqueios informáticos constantes" ao sistema de registo dos votos, acrescentando que as mesas de voto têm um telefone para contactar a assistência técnica da Generalitat, que está a solucionar os problemas que surgem.</p>
<p>Os catalães apoiantes da independência da região estão hoje a tentar votar num referendo suspenso no início do mês pelo Tribunal Constitucional espanhol e as autoridades de Madrid a tentarem impedir a realização da consulta popular com milhares de agentes da Polícia Nacional e Guardía Civil na rua.</p>
<p>Centenas de eleitores, na maioria pró-independência, começaram ainda de madrugada a formar filas em frente às escolas onde foram instaladas assembleias de voto -- ocupadas há dois dias por populares que queriam garantir a votação de hoje - para evitar que estes fossem fechados pela polícia.</p>
<p>Os Mossos d'Esquadra (polícia catalã) fecharam dezenas de colégios eleitorais em toda a Catalunha, embora em alguns locais se tenham limitado a registar a concentração popular e saído sob aplausos da população.</p>
<p>Já a Polícia Nacional e a Guardía Civil protagonizaram momentos de tensão ao tentar impedir o referendo, tendo mesmo ocupado o pavilhão desportivo da escola em Girona onde deveria votar o líder da 'Generalitat', Carles Puigdemont, e detido vários manifestantes.</p>
<p>Os opositores à independência, que os estudos de opinião indicam serem maioritários, não participaram na campanha eleitoral nem irão votar, para não darem credibilidade a uma consulta que o Estado espanhol considera ser ilegal.</p>
<p>O Tribunal Constitucional espanhol suspendeu no início de setembro, como medida cautelar, todas as leis regionais aprovadas pelo Parlamento e pelo Governo da Catalunha que davam cobertura legal ao referendo de autodeterminação convocado para hoje.</p>
<p>Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional da Catalunha desde Setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para declararem que iriam organizar este ano um referendo sobre a independência, mesmo sem o acordo de Madrid.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/10/01/73-das-mesas-de-voto-estao-a-funcionar-diz-porta-voz-do-governo-catalao/54845</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sun, 01 Oct 2017 11:27:19 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Atletismo: Câmara Municipal de São Lourenço dos Órgãos promove «Órgãos Trail»]]></title>
            <description><![CDATA[

<p> </p>
<p>Sob o lema “Por mais e melhor Desporto”, a prova tem o seu início na cidade de João Teves, em frente a Sede da Juventude, e, segundo a organização, permite com que os concorrentes possam associar a competição às belezas naturais do concelho ao longo do percurso.</p>
<p>Ao que apurou a Inforpress, já há um grande interesse dos atletas experimentados nesta competição, sobretudo dos representantes da “Emicela Team Cabo Verde”, habituados a conquistar títulos nas provas internacionais de trail, realizadas sobretudo no estrangeiro, mas também no país.</p>
<p>Sabe-se, entretanto, que os internacionais Danilson Pereira e Joaquim Fortes, duas das maiores figuras de trail cabo-verdiano, estarão ausentes da prova, uma vez que vão competir na prova internacional de “Terror”, nas ilhas Canárias.</p>
<p> </p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/08/05/atletismo-camara-municipal-de-sao-lourenco-dos-orgaos-promove-orgaos-trail/54234</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 05 Aug 2017 09:49:47 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Acesso das alunas grávidas ao sistema de ensino garantido por lei]]></title>
            <description><![CDATA[

<p> </p>
<p>O documento proporciona um regime especial de tratamento e acompanhamento durante a gravidez e pós-parto. Segundo anunciou esta quinta-feira o ministro Fernando Elísio Freire, as estudantes, após o parto, passam a ter uma licença de 60 dias, um regime especial de faltas durante a gravidez, de acordo com instruções médicas, e um regime especial de acompanhamento nas escolas.</p>
<p>A lei abrange também as instituições de ensino, que, de acordo com o executivo, devem adaptar-se à situação de uma aluna grávida ou de uma mãe estudante, nomeadamente no que diz respeito aos horários e o prazo de entrega dos trabalhos.</p>
<p> </p>
<p><iframe src="https://clyp.it/jagyi1ds/widget" frameborder="0" width="100%" height="160"></iframe></p>
<p> </p>
<p>“É uma medida extremamente importante, no sentido de universalizar os direitos dos cabo-verdianos no acesso à educação, uma medida extremamente importante para diminuir o abandono escolar, principalmente nas adolescentes meninas, já que uma das causas tem sido a gravidez precoce”, considera.</p>
<p>Fernando Elísio Freire alerta, contudo, que esta medida não invalida todo o trabalho de sensibilização e prevenção, para que as mulheres comecem a sua vida reprodutiva “na idade certa".</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><img src="images/0.png" border="0" alt="" /></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/07/28/acesso-das-alunas-gravidas-ao-sistema-de-ensino-garantido-por-lei/54137</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Fretson Rocha]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 28 Jul 2017 15:13:23 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[EUA continuam a apontar Estado Islâmico como a maior ameaça terrorista]]></title>
            <description><![CDATA[<p><strong>O Departamento de Estado norte-americano considera, no seu relatório anual, que o grupo Estado Islâmico (EI) era, em 2016, a "mais poderosa ameaça terrorista para a segurança global", e o Irão era "o principal Estado patrocinador do terrorismo".</strong></p>

<p> </p>
<p>No seu relatório anual de 2016 sobre terrorismo no Mundo, divulgado hoje, o Departamento de Estado nota que o Estado Islâmico perdeu muito território na Síria e no Iraque, pelo que se encontra no "seu ponto mais baixo, quanto a força no campo de batalha, desde pelo menos 2014".</p>
<p>No entanto, nem por isso o Estado Islâmico deixa de ser "a mais potente ameaça terrorista para a segurança global", indica a diplomacia norte-americana. Apesar de o número de ataques terroristas ter baixado 9% a nível global em 2016 (e de as mortes causadas pelo fenómeno terem caído 13% face a 2015), o Estado Islâmico aumentou o número de atentados.</p>
<p>Washington também considera que o Irão continua a ser o "principal Estado patrocinador do terrorismo em 2016", mantendo o país numa lista de Estados passíveis da imposição de sanções, na qual já se encontra há vários anos. Outros países na mesma lista são a Síria e o Sudão.</p>
<p>O documento "Country Reports on Terrorism" [Relatórios por países sobre Terrorismo] indica que o país persa mantém uma política "firme" de apoio a grupos anti-Israel, bem como a grupos que agem por interposta pessoa que têm vindo a desestabilizar zonas já de si muito conflituosas, como o Iraque, a Síria e o Iémen.</p>
<p>Também considera que o Irão continua a recrutar no Afeganistão e no Paquistão elementos para milícias xiitas que depois vão lutar para a Síria e o Iraque. Já o apoio ao grupo Hezbollah, no Líbano, permanece inalterado, realça o relatório.</p>
<p> </p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/07/19/eua-continuam-a-apontar-estado-islamico-como-a-maior-ameaca-terrorista/54025</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 19 Jul 2017 17:45:35 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[PAICV quer «equilíbrio macroeconómico» no OE 2018]]></title>
            <description><![CDATA[<p><strong>O PAICV quer equilíbrio macroeconómico no Orçamento de Estado (OE) para 2018, para que haja políticas concretas que conduzam ao crescimento económico, redução do desemprego e o combate à pobreza, defendeu hoje o partido.</strong></p>

<p> </p>
<p><span>A proposta do maior partido da oposição foi avançada hoje, na Cidade da Praia, pelo deputado nacional Julião Varela, em declarações à Inforpress, no final de um encontro com o ministro das Finanças, Olavo Correia, no âmbito das audições promovidas com vista à recolha de subsídios para a elaboração do OE/2018.</span></p>
<p><span>O responsável político define a questão macroeconómica como uma das “grandes preocupações” do seu partido.</span></p>
<p><span>O sector privado também esteve no centro da conversa entre o deputado Julião Varela e o ministro das Finanças. Aqui, o deputado do PAICV solicitou mais investimento porque, no seu entender, o sector privado está “capacidade limitada” de investimento.</span></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/07/14/paicv-quer-equilibrio-macroeconomico-no-oe-2018/53965</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 14 Jul 2017 13:32:22 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[AJOC entrega Prémio Nacional de Jornalismo]]></title>
            <description><![CDATA[<p><strong>A Associação Sindicato dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC) procede hoje à entrega Prémio Nacional de Jornalismo 2017 numa cerimónia presidida pelo ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, que tutela a Comunicação social.</strong></p>

<p> </p>
<p>São três prémios das três categorias, designadamente rádio, televisão e imprensa escrita.</p>
<p>Na categoria televisão foi vencedora a jornalista da Televisão de Cabo verde (TCV)  Anabela Varela e a sua equipa com uma reportagem sobre a história secular da emigração dos bravenses para os Estados Unidos da América, denominada “Do sonho à saudade”.</p>
<p>A reportagem resgata os primórdios dessa aventura crioula que teve na pesca da baleia o trampolim de muitos cabo-verdianos para os Estados Unidos de América.</p>
<p>Na categoria da rádio, a jornalista Gisela Barros foi a vencedora com uma reportagem sobre a microcefalia, que procura compreender as consequências dessa deficiência congénita para os recém-nascidos e para as respectivas mães.</p>
<p>A dupla Jeremias Furtado/Jaqueline Neves vai receber o prémio do melhor trabalho na categoria da imprensa escrita pela reportagem “Assédio sexual: uma realidade ignorada por todos” que retracta o assédio sexual nas escolas cabo-verdianas e “põe a nu toda uma cadeia de desresponsabilização e indiferença” que vai desde a família, passando pela escola até aos decisores políticos.</p>
<p>Igualmente foram atribuídas menções honrosas aos trabalhos dos jornalistas Soraia Deus, com a reportagem sobre “Zica”, que fala da aflição de algumas mulheres grávidas quando descobriram que estavam infectadas com o vírus da Zica, e Nuno Andrade Ferreira, da Rádio Morabeza, que apresentou a peça “Nô Matu”, retractando o problema da desflorestação na Guiné-Bissau.</p>
<p>A jornalista Sara Almeida, do jornal Expresso das Ilhas, por seu lado, também vai receber uma menção honrosa pela reportagem “Uma história mal contada”, um esforço no sentido de reconstituir, a quente, o “massacre do Monte Tchota”, na madrugada do dia 25 de Abril de 2016.</p>
<p>Os vencedores do Prémio Nacional do Jornalismo de 2017, criado pelo Governo em 2014, vão receber o montante de 500 mil escudos cabo-verdianos, por cada categoria.</p>
<p>Ao todo concorrem 25 jornalistas, o que na perspectiva da AJOC prova a consolidação do prémio no seio da classe jornalística cabo-verdiana, que o vê como um reconhecimento justo pela qualidade e excelência do que se produz em Cabo Verde”, salientou Carla Lima.</p>
<p>O acto de entrega do premio está previsto para às 16:00 na sede da AJOC no Platô, Cidade da Praia.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/news/2017/07/07/ajoc-entrega-premio-nacional-de-jornalismo/53874</link>
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            <category><![CDATA[News]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 07 Jul 2017 10:11:35 GMT</pubDate>
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