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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:28:27 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
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            <title><![CDATA[Maria Mosso reeleita presidente do Clube Desportivo Travadores]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Em declarações à Inforpress, Maria Mosso afirmou que o processo eleitoral decorreu com normalidade e destacou o voto de confiança dos sócios para prosseguir o trabalho iniciado.</p><p>A dirigente garantiu que, neste novo mandato, a prioridade será dar continuidade ao investimento na formação e no futebol feminino, áreas que considera estratégicas para o crescimento do clube.&nbsp;</p><p>“O projecto que nós temos é continuar a trabalhar. Vamos continuar com a nossa escola de formação, que é muito importante para a vida do clube, além da nossa equipa feminina, que começou os treinos desde a época passada, vamos dar continuidade a esse trabalho para melhorar”, declarou</p><p>Entre os principais desafios, Maria Mosso apontou a escassez de recursos financeiros, sublinhando que a direção continuará a procurar apoios para concretizar os projetos em curso e reforçar a competitividade do Travadores.</p><p>A presidente reeleita assegurou que o objetivo passa por consolidar o trabalho desenvolvido e criar condições para elevar o clube a um novo patamar desportivo.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/desporto/2026/07/11/maria-mosso-reeleita-presidente-do-clube-desportivo-travadores/103609</link>
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            <category><![CDATA[Desporto]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:28:27 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[ O presidente do PP alerta  para semanas "exigentes" no combate aos incêndios em Espanha]]></title>
            <description><![CDATA[<p>As próximas semanas serão "muito exigentes" e, tal como em 2025, será um período "muito complicado", disse Alberto Núñez Feijóo na sua intervenção de abertura do XVI Congresso Nacional do partido, em Valladolid.</p><p>Os cidadãos têm a obrigação de redobrar a precaução e não baixar a guarda, "nem no verão nem no outono", apontou o responsável no encontro partidário que tinha como principal objetivo apresentar políticas vocacionadas para os jovens e apresentar a ideia de governo, mas que acabou por ser dominado pelos incêndios que afetam a região de Almeria, e que já fizeram 12 mortos.</p><p>"A desgraça volta a assolar a Andaluzia, depois das inundações e do acidente de Adamuz", lamentou o presidente nacional do PP, lembrando que, neste início de ano, a Andaluzia já tinha vivido "duas das piores tragédias dos últimos anos" do país, que puseram à prova a resiliência dos cidadãos e das instituições.</p><p>Na intervenção, Feijóo dirigiu-se também ao conjunto das administrações públicas, às quais exigiu que disponham de todos os meios necessários, que ajam com a máxima coordenação e que prevejam as capacidades extraordinárias que forem necessárias.</p><p>"Essa é a política que os cidadãos esperam, a política que une, a política que serve e a política que está à altura quando mais é necessária", explicou, garantindo: "Todas as comunidades autónomas e todas as câmaras municipais vão continuar a trabalhar para garantir a segurança dos cidadãos e do nosso ambiente".</p><p>A área afetada pelo incêndio florestal com origem em Los Gallardos (Almería), que causou doze mortos, ascendeu a 6.600 hectares, com as chamas a permanecerem sem controlo, obrigando a alargar o perímetro face à presença de focos e frentes muito ativos.</p><p>Apesar do aumento da área queimada, o conselheiro andaluz da Presidência, Saúde e Emergências, Antonio Sanz, confirmou hoje, a partir do posto de comando local, que as atuais condições meteorológicas, com ventos fracos de dois quilómetros por hora e uma humidade de 50%, abrem, pela primeira vez, uma "janela de oportunidade" para que as equipas passem das tarefas de contenção para o ataque direto às chamas.</p><p>Até ao momento, foram retiradas da zona 1.448 pessoas, das quais 164 estão alojadas em centros temporários.</p><p>Estão a operar no terreno um total de 500 efetivos e uma dezena de meios aéreos.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:24:06 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Lidera Rural aposta na qualificação para dinamizar turismo em Santo Antão]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A formação decorrerá entre julho e agosto, no Centro de Transformação de Produtos Agrícolas, na localidade de Corda, no Planalto Leste, e abrangerá áreas como empreendedorismo e gestão, marketing e promoção, atendimento ao cliente, inglês básico para o turismo, transformação agroalimentar, higiene e segurança alimentar, formalização de negócios, embalagem, vendas e utilização das redes sociais.</p><p>Segundo os promotores, a iniciativa pretende valorizar os recursos locais, desenvolver competências práticas e incentivar iniciativas sustentáveis que contribuam para o fortalecimento do turismo rural na ilha.</p><p>A ação integra o plano de formação em serviços turísticos do projeto Lidera Rural, implementado nos três municípios de Santo Antão.</p><p>O projeto é promovido pelo Centro de Estudos Rurais e Agricultura Internacional (CERAI) e pela Associação dos Amigos da Natureza, com financiamento da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento, visando criar oportunidades económicas para mulheres e jovens das comunidades rurais.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[País]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 16:08:00 GMT</pubDate>
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        <item>
            <title><![CDATA[​Kavala Fresk Festival arranca com "Kavala Mob" ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A caminhada festiva começou ao meio-dia, na Rua d'Praia, ao som da Banda Municipal, e contou com a participação de residentes, visitantes nacionais e estrangeiros, entre os quais a atriz e modelo portuguesa Rita Pereira e o chef brasileiro Márcio Ricci.</p><p>A responsável da empresa organizadora MariVentos, Josina Fortes, destacou a crescente adesão do público ao festival, sublinhando que o evento se consolidou, ao longo dos últimos 14 anos, como um espaço de convívio.</p><p>"É notável, dá para ver mais pessoas e pessoas espontâneas. Não há aqui nenhum grupo organizado, são pessoas que vieram para fazer esta abertura simbólica do evento", afirmou.</p><p>O recinto acolhe cerca de 50 espaços dedicados à gastronomia, degustação e animação.&nbsp;</p><p>Entre as novidades da edição destacam-se a exposição "Kavala & Arte", patente no Centro Cultural do Mindelo, com desenhos do artista Tchalé Figueira.</p><p>O programa inclui atividades desportivas, ações de sensibilização ambiental, teatro, música e espetáculos.</p><p>A organização confirmou ainda a presença de jogadores da seleção nacional de Cabo Verde, prevista para as 19h00, no palco da Praça Dom Luís.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:56:48 GMT</pubDate>
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        </item>
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            <title><![CDATA[PP defende o cumprimento das promessas do Governo e saúda a eliminação das taxas moderadoras]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Amândio Barbosa Vicente considera positiva a intenção do Governo de eliminar o pagamento das taxas moderadoras na saúde e defende uma maior diversificação da economia para promover o emprego.</p><p>Em declarações à Inforpress, Amândio Barbosa Vicente disse esperar que o princípio de uma governação mais próxima dos cidadãos, inscrito no documento, seja efectivamente concretizado.</p><p>“O representante político do povo deve estar de corpo e alma ao serviço dos cidadãos. Esperemos que este princípio norteie a acção do Governo”, sublinhou Barbosa Vicente.</p><p>Segundo o presidente do Partido Popular, o executivo encontra-se ainda “num ponto de partida”, pelo que considera prematuro fazer uma avaliação da sua actuação, manifestando, no entanto, a expectativa de que as promessas eleitorais sejam cumpridas.</p><p>Relativamente ao sector da saúde, Barbosa Vicente recordou que a cobrança das taxas moderadoras foi introduzida durante um governo do PAICV, liderado por José Maria Neves, sustentando que essa política contribuiu para a “mercantilização” dos serviços públicos de saúde.</p><p>O dirigente referiu que, na altura, a legislação previa o pagamento de taxas de internamento hospitalar, situação que, segundo afirmou, criou dificuldades a muitos utentes, tendo posteriormente sido alterada para reduzir os encargos suportados pelos cidadãos.</p><p>Apesar dessas críticas, considerou positiva a proposta do actual Governo de eliminar o pagamento das taxas moderadoras.</p><p>“É uma boa proposta e corresponde também a uma bandeira que o Partido Popular tem defendido desde a sua criação”, frisou.</p><p>Ainda assim, advertiu que a expressão “custo zero” deve ser entendida com reservas, argumentando que os cidadãos continuam a financiar o sistema nacional de saúde através dos impostos.</p><p>“A saúde não é verdadeiramente de custo zero, porque é financiada pelos impostos pagos pelos cidadãos. O que deixa de existir é o pagamento directo no momento da utilização do serviço”, explicou.</p><p>No domínio do emprego e da juventude, Amândio Barbosa Vicente defendeu que os objectivos inscritos no Programa do Governo só poderão ser alcançados mediante uma transformação estrutural da economia cabo-verdiana.</p><p>Na sua perspectiva, o país deve reduzir a dependência do turismo e dos serviços, apostando igualmente na industrialização de sectores como a pesca e a agricultura.</p><p>“Se conseguirmos industrializar essas actividades, criaremos mais oportunidades de emprego e poderemos reduzir a saída de jovens à procura de melhores condições de vida no exterior”, sustentou.</p><p>Questionado sobre as expectativas em relação ao cumprimento do Programa do Governo, o líder do Partido Popular asseverou que os cabo-verdianos estão habituados a ouvir promessas eleitorais que nem sempre são concretizadas, mas manifestou esperança de que esta legislatura represente uma mudança.</p><p>“O povo estará atento ao cumprimento das promessas. A democracia não deve existir apenas de cinco em cinco anos, durante as eleições, mas também através da exigência permanente dos cidadãos e da comunicação social”, afiançou.</p><p>Amândio Barbosa Vicente considerou, contudo, que o Governo ainda está numa fase inicial de funções e, por isso, entende que não é este o momento para formular críticas.</p><p>“Vamos aguardar pelo menos seis meses para avaliar os resultados. Esperamos que as promessas sejam cumpridas e que o Governo faça uma boa administração do país”, concluiu.</p><p>O Programa do Governo será discutido e aprovado na sessão plenária da Assembleia Nacional, prevista para o dia 17 deste mês.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Política]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 11:38:44 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Três detidos por suspeita de crimes sexuais em Tarrafal de Santiago]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), após o primeiro interrogatório judicial foram aplicadas diferentes medidas de coacção aos arguidos, em conformidade com o requerido pelo Ministério Público.</p><p>O suspeito de 32 anos, pescador, indiciado pela alegada prática de um crime de abuso sexual de crianças, na forma agravada, ficou em prisão preventiva.</p><p>Já o arguido de 56 anos, professor, suspeito da prática de um crime de violência baseada no género, na forma continuada e agravada, ficou sujeito às medidas de apresentação semanal na esquadra policial, proibição de contacto com a vítima e obrigação de permanência na ilha de Santiago.</p><p>Ao terceiro arguido, de 82 anos, indiciado por um alegado crime de agressão sexual de menor, foi igualmente aplicada a medida de coação de prisão preventiva.</p><p>De acordo com a PGR, os processos continuam em fase de investigação e permanecem sujeitos a segredo de justiça.</p><p>As autoridades sublinham que a divulgação destas informações decorre dos princípios da transparência e da publicidade, sem prejuízo da presunção de inocência dos arguidos até eventual decisão judicial transitada em julgado.<br>Foto: <a href="https://depositphotos.com/photos/pris%C3%A3o.html?filter=all&qview=650038928">depositphotos</a></p>]]></description>
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            <category><![CDATA[País]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 11:22:38 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Alterações climáticas obrigam seguradoras a reinventar protecção contra catástrofes]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Na intervenção
principal, Carla Sá Pereira, administradora da Autoridade de Supervisão de
Seguros e Fundos de Pensões (ASF) de Portugal, descreveu um sector confrontado
com uma mudança estrutural. Em 2024, as perdas seguradas provocadas por
catástrofes naturais atingiram cerca de 140 mil milhões de dólares, o terceiro
valor mais elevado desde 1980. Em 2025, ultrapassaram novamente os 100 mil
milhões de dólares, assinalando o sexto ano consecutivo acima desse patamar.
Mais preocupante do que os números, afirmou, é a tendência: aquilo que durante
décadas era considerado excepcional passou a fazer parte da normalidade.</p><p>Segundo a responsável,
as alterações climáticas estão a aumentar simultaneamente a perigosidade dos
fenómenos naturais, a vulnerabilidade das infraestruturas e a exposição de
pessoas e bens. Ao mesmo tempo, mais de metade das perdas económicas provocadas
por catástrofes continua sem cobertura de seguros, revelando um défice de
protecção que ameaça tornar-se cada vez mais difícil de suportar.</p><p>A resposta passa por
integrar os riscos climáticos na gestão das seguradoras, reforçar os mecanismos
de supervisão e desenvolver novas formas de financiamento das catástrofes.
Carla Sá Pereira apontou o crescimento das soluções paramétricas, das
obrigações de catástrofe e dos fundos de partilha de risco entre o sector
privado e o Estado, referindo o novo Fundo de Catástrofes Naturais e Sísmicas
criado em Portugal como exemplo de um modelo que combina sustentabilidade
financeira, solidariedade e adaptação climática.</p><p style="text-align: center;"><strong>Famílias e empresas
continuam sem seguro</strong></p><p>As preocupações
encontram eco em Cabo Verde, um dos países mais vulneráveis aos impactos das
alterações climáticas. </p><p>Para Luís Leite,
administrador executivo da Garantia Seguros, a tempestade Erin, que atingiu o
país em 2025, demonstrou tanto a capacidade de resposta das seguradoras como as
fragilidades do mercado. A companhia liquidou indemnizações superiores a 91
milhões de escudos em menos de três meses, mas o episódio evidenciou que uma
parte significativa das famílias e empresas continua sem seguro ou mantém
coberturas inferiores ao valor real dos bens.</p><p>Na sua perspectiva, o
principal desafio já não é apenas desenvolver novos produtos, mas criar uma
verdadeira cultura de prevenção e gestão do risco. Isso passa por reforçar a
literacia sobre seguros, melhorar a partilha de informação entre instituições e
incentivar mecanismos que alarguem a protecção a um maior número de cidadãos e
empresas.</p><p style="text-align: center;"><strong>Tempestade Erin alterou
a percepção dos clientes</strong></p><p>Também Luís
Vasconcelos, presidente do conselho de administração da IMPAR Seguros,
considera que a experiência da tempestade Erin alterou a percepção dos
clientes. Se antes muitas empresas encaravam as coberturas contra fenómenos
naturais como um custo dispensável, hoje cresce a consciência de que
representam um instrumento essencial de protecção, sobretudo no turismo e no
património empresarial.</p><p>Os dois responsáveis
convergem igualmente noutra conclusão: os prémios dos seguros tenderão a
aumentar à medida que os riscos climáticos se agravem e o custo do resseguro
internacional continue a subir. Num mercado da dimensão de Cabo Verde, essa
pressão é inevitável. Ainda assim, defendem que o acesso aos grandes
resseguradores internacionais garante capacidade financeira para responder a
eventos extremos, desde que as seguradoras mantenham níveis adequados de
solvência e uma gestão prudente do risco.</p><p>Mais do que um problema
exclusivo das seguradoras, os intervenientes defenderam que as alterações
climáticas exigem uma resposta coordenada entre Estado, regulador e sector
privado. Entre as soluções apontadas estão o reforço da prevenção, o aumento da
penetração dos seguros e a criação de mecanismos nacionais capazes de repartir
os custos financeiros das futuras catástrofes. A mensagem deixada na
conferência foi clara: perante riscos cada vez mais frequentes e dispendiosos,
a capacidade de adaptação determinará não apenas a resiliência do mercado
segurador, mas também a capacidade da economia para recuperar quando ocorrer o
próximo grande desastre.</p><p><em><strong>Texto originalmente publicado na edição impressa do Expresso das Ilhas nº 1284
de 08 de Julho de 2026.</strong></em></p>]]></description>
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            <category><![CDATA[País]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[André Amaral]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 11:20:00 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Rússia anuncia abate de 178 drones ucranianos, Kiev denuncia novos ataques russos]]></title>
            <description><![CDATA[<p>As defesas aéreas russas abateram 178 drones ucranianos de
longo alcance durante a noite sobre oito regiões da Rússia, Crimeia e os mares
Negro e de Azov, não havendo relatos de danos em infraestruturas críticas,
anunciaram este sábado as autoridades.</p><p>"Durante a noite as defesas aéreas intercetaram e
abateram 178 drones ucranianos de asa fixa", afirmou o Ministério da
Defesa russo numa nota publicada no MAX, a rede de mensagens russa.</p><p>De acordo com o comando militar, os engenhos foram
neutralizados sobre as regiões russas de Bryansk, Kaluga, Rostov, Smolensk,
Tver, Adiguésia, região de Moscovo, Krasnodar e península ucraniana anexada da
Crimeia, bem como sobre os mares Negro e de Azov.</p><p>Durante a noite, nenhum órgão de comunicação russo ou
ucraniano noticiou qualquer dano nas infraestruturas críticas russas, o
principal alvo dos ataques de Kiev, que visam abrandar a máquina de guerra
russa com os seus ataques de retaguarda em profundidade.</p><p>Vários feridos ucranianos após ataques russos</p><p>Já este sábado de manhã, o Presidente ucraniano, Volodymyr
Zelensky, denunciou "ataques" que terão atingido infraestruturas
civis "mesmo antes do soar da sirene de alerta aéreo" e que, além da
capital, as regiões de Odessa, Sumy, Kharkiv e Chernihiv também foram afectadas.</p><p>Segundo as autoridades ucranianas, pelo menos 11 pessoas,
incluindo uma criança, ficaram feridas em consequência na onda de ataques que
terá atingido edifícios residenciais e comerciais.</p><p>A este número junta-se a pelo menos um morto e 29 feridos,
incluindo um menor, resultantes de bombardeamentos anteriores lançados pela
Rússia na noite de sexta-feira contra a região de Zaporizhzhia.</p><p>Zelensky afirmou que a Rússia lançou mais de 120 drones e 12
mísseis, seis deles mísseis balísticos que conseguiram penetrar as defesas
ucranianas, razão pela qual o Presidente ucraniano insistiu para que o seu país
assinasse o mais rapidamente possível os acordos de licenciamento para fabricar
os seus próprios sistemas de defesa aérea Patriot, acordos que tem vindo a
solicitar há meses.</p><p>Os ataques noturnos da Rússia sobre a Ucrânia foram
confirmados pelas autoridades russas.</p><p>"Durante a noite, as Forças Armadas da Rússia lançaram
múltiplos ataques com armas de precisão e de longo alcance, disparadas por
terra e ar, bem como com drones", afirmou o Ministério da Defesa numa nota
publicada no MAX.</p><p>Os ataques terão tido como alvo instalações do complexo
militar-industrial ucraniano em Kiev, que se dedicam à produção e ao
armazenamento de drones de longo e médio alcance.</p><p>Moscovo acrescentou que "instalações de infraestruturas
portuárias em Odessa, Chornomorsk e Izmail, na região de Odessa, utilizadas
para o transporte e armazenamento de carga militar, combustível e
lubrificantes", também foram atacadas.</p><p>Em particular, o Ministério da Defesa russo informou que, em
Kiev, a empresa Aerodron, especializada no fabrico dos veículos aéreos não
tripulados (VANT) pesados de longo alcance E-300 Enterprise e D-80 Discovery,
foi atacada, assim como a empresa Fanplit, dedicada à montagem e armazenamento
dos drones Fair Point 2, com um alcance de 200 quilómetros, e dos seus
componentes.</p><p>Segundo o comando russo, esta última apresentava-se como uma
empresa civil produtora de madeira prensada e de mobiliário, o que lhe permitia
ocultar as suas verdadeiras atividades e transportar cargas clandestinamente.</p><p>Na região de Odessa, foi atacado o porto de Chornomorsk que
movimenta 90% das exportações agrícolas da Ucrânia, sendo considerado um centro
logístico fundamental para o fornecimento de carga militar e combustível ao
exército Ucraniano.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/07/11/russia-anuncia-abate-de-178-drones-ucranianos-kiev-denuncia-novos-ataques-russos/103603</link>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 11:09:00 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[CPLP 30 Anos: Brasil evoca alternância regional para justificar candidatura à presidência]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Em entrevista à Lusa, o secretário de África e Médio Oriente do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, embaixador Carlos Sérgio Sobral Duarte Duarte, alega que o Brasil é o único Estado-membro que ainda não exerceu essa função na presidência rotativa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).</p><p>Atualmente, Guiné Equatorial reivindica a presidência rotativa da CPLP para o biénio 2027-2029.</p><p>O diplomata afirmou que o Brasil apresentou a candidatura durante a conferência de chefes de Estado e de Governo realizada em julho de 2025.</p><p>Segundo o secretário, a proposta brasileira pretende reforçar o pilar da cooperação para o desenvolvimento.</p><p>Entre as prioridades apontadas estão saúde, direitos humanos, segurança alimentar, defesa e promoção da língua portuguesa.</p><p>"A prioridade atribuída pelo Brasil à CPLP, as suas contribuições históricas para a comunidade, e o seu engajamento com os seus princípios e objetivos asseguram o exercício de uma presidência inclusiva em benefício de todos os Estados-membros", afirmou.</p><p>O embaixador destacou que entre 2018 e 2025 a presidência rotativa foi ocupada de forma ininterrupta por quatro países africanos.</p><p>"Sem prejuízo de que todos possam aspirar à presidência, é tempo de dar a oportunidade a outra região", declarou.</p><p>Ao avaliar o papel do país dentro da CPLP, Carlos Duarte disse que desde a criação da comunidade, “o Brasil tem sido um membro ativo, propositor de projetos de cooperação e de atividades de promoção da língua portuguesa”.</p><p>O embaixador disse ainda que o Brasil é o maior contribuinte financeiro da CPLP, com uma cota anual equivalente a cerca de 28% do orçamento total da comunidade.</p><p>Além disso, “o Brasil realiza contribuições anuais regulares para o Fundo Especial da CPLP, que financia as atividades de cooperação da comunidade”.</p><p>“Temos plena consciência do nosso peso e, consequentemente, das nossas responsabilidades. Por isso, atuamos de modo a facilitar a consecução dos objetivos da comunidade, em benefício de todos os Estados-membros”, avaliou.</p><p>Carlos Duarte destacou ainda que o Brasil tem “atenção especial” para o facto de que a maioria dos nove membros da CPLP são países em desenvolvimento, enquanto alguns são de menor desenvolvimento relativo.</p><p>“Por isso, priorizamos as áreas da educação, da saúde, da segurança alimentar e nutricional e dos direitos humanos, com foco em mulheres e pessoas com deficiência, além de buscar promover atividades de capacitação para pequenos empreendimentos”, indicou.</p><p>Entre os feitos concretos de integração entre o país e as nações africanas, o embaixador cita que “a política externa educacional brasileira tem no continente africano uma das suas áreas prioritárias”</p><p>“Por meio da cooperação educacional, o Brasil procura intensificar a formação de recursos humanos em países africanos”, afirmou, ao citar parceria com 29 países do continente.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/07/11/cplp-30-anos-brasil-evoca-alternancia-regional-para-justificar-candidatura-a-presidencia/103602</link>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 08:30:33 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[Programa de Governo aposta na reforma do Estado, transportes, educação e saúde no centro da nova legislatura]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo o programa, a
visão do governo assenta numa "transformação estrutural, orientada para um
desenvolvimento sustentável, inclusivo e resiliente", num contexto
internacional marcado por mudanças económicas, climáticas, tecnológicas e
geopolíticas aceleradas. O documento elenca prioridades articuladas em torno
das relações externas e da diáspora, da estabilidade macroeconómica, da reforma
do Estado, dos investimentos em infraestruturas como energia, água, transportes
e conectividade digital, da modernização da agricultura e da chamada Economia
Azul, da defesa e segurança, da Justiça e, no capítulo do desenvolvimento
humano, da educação, do ensino superior, da ciência, da saúde e da habitação. A
juventude é apresentada como "força motora da Nação", com o desporto
valorizado como instrumento de inclusão e saúde.</p><p style="text-align: center;"><strong>Um Estado mais ágil e
menos oneroso</strong></p><p>O programa dedica um
capítulo ao que designa como "o Estado que Cabo Verde precisa",
defendendo uma reforma profunda orientada para a eficiência, a proximidade dos
cidadãos e a descentralização democrática. Entre as medidas anunciadas estão a
promoção de um debate nacional sobre a institucionalização de Regiões
Administrativas, a redução do número de deputados na Assembleia Nacional (o que
obriga a uma revisão da Constituição da República de Cabo Verde), a
racionalização de agências e institutos públicos e a transferência de
competências da Administração Central para as Regiões e Municípios. O texto
sublinha que o peso e o custo da governação "aumentaram de forma
desproporcionada" nos últimos anos, limitando o investimento em áreas como
a saúde, a educação e as infraestruturas.</p><p>No capítulo da
transparência, o PAICV promete um combate "sério, sistemático e
intransigente" à corrupção e ao enriquecimento ilícito, com o alargamento
do universo de obrigados à declaração de rendimentos e património, a criação de
uma plataforma electrónica nacional para essas declarações e a possibilidade de
apreensão cautelar de bens de origem ilícita em investigações por crimes
graves. A promoção da governação digital e a descentralização de serviços para
as Regiões Administrativas e Municípios, ao abrigo do princípio da
subsidiariedade, completam este bloco.</p><p style="text-align: center;"><strong>Justiça, segurança,
defesa e diplomacia</strong></p><p>Na área da Justiça, o
programa reconhece problemas estruturais como a morosidade processual e a
dificuldade de acesso equitativo aos tribunais, propondo um Programa Plurianual
de Investimentos focado na modernização tecnológica e na digitalização dos
serviços, o reforço do apoio judiciário e a fixação de prazos máximos de
decisão em processos que envolvam direitos fundamentais.</p><p>No domínio da
Segurança, o documento aponta para uma reforma assente em dois eixos, macro e
micro, com a criação de polícias municipais, a territorialização dos
subsistemas de segurança, um Sistema Integrado de Estatísticas Criminais e uma
Política Nacional de Cibersegurança, incluindo um Centro Nacional de Resposta a
Incidentes Cibernéticos com monitorização permanente. O programa reserva ainda
espaço à Defesa Nacional, a uma diplomacia orientada para os "supremos
interesses do país" e para o reconhecimento da diáspora, e à garantia da
independência da comunicação social pública e privada.</p><p style="text-align: center;"><strong>Questões transversais:
juventude, ambiente e clima</strong></p><p>Um capítulo é dedicado
às chamadas questões transversais, que o governo considera dever atravessar
todas as políticas públicas. A juventude surge em primeiro lugar, com uma
Estratégia Nacional de Emprego Jovem, o combate à precariedade laboral, um
Fundo de Garantia para Startups, incubadoras em todas as ilhas e o lançamento
de um Programa Primeiro Emprego Digital, a par de formação superior gratuita na
Universidade Pública de Cabo Verde. O documento aborda ainda a igualdade de
género, a conservação da biodiversidade, o ordenamento do território, a acção
climática, a transição energética e a gestão sustentável da água e de resíduos,
incluindo a modernização do sistema elétrico e a expansão da dessalinização com
energias renováveis.</p><p style="text-align: center;"><strong>Transportes aéreos e
marítimos como prioridade estratégica</strong></p><p>É no capítulo da Nova
Agenda Económica que os transportes ganham maior destaque, apresentados como
"condição de coesão territorial e factor de soberania nacional" para
um arquipélago disperso. O governo promete tratar os transportes aéreos,
marítimos e terrestres como prioridade estratégica, garantindo regularidade,
segurança, eficiência e acessibilidade.</p><p>No transporte marítimo,
descrito no programa como a "autoestrada das ilhas", o governo
compromete-se a rever profundamente o modelo de concessão, a instituir um tecto
máximo de 500 escudos nas passagens marítimas para residentes, subsidiado pelo
Estado, e a avançar com a aquisição progressiva de navios próprios, incluindo
uma frota de cabotagem com navios Roll-on/Roll-off para carga refrigerada. O
documento anuncia ainda a reabilitação e expansão de portos estratégicos (Porto
Grande, Porto Novo, Palmeira e Praia), a modernização dos respectivos sistemas
digitais de gestão e a retoma do Registo Internacional de Navios, associada à
promoção da formação marítima.</p><p><img src="https://static.expressodasilhas.cv/media/2026/07/1783699929105.normal.jpeg"></p><p>Quanto ao transporte
aéreo, baptizado no programa de "Céus Abertos, Povo Conectado", o
Governo promete regular o mercado doméstico, abrindo-o à entrada de novos
operadores e garantindo obrigações de serviço público nas rotas menos
rentáveis, além de assegurar "operações aéreas estáveis e soberanas"
com a aquisição de aeronaves próprias. Também aqui é fixado um tecto máximo
para os residentes, de 5.000 escudos por passagem, subsidiado pelo Estado. O
documento prioriza a construção e operacionalização do Aeroporto de Santo Antão
e do Aeroporto Internacional do Fogo, a par da modernização de instalações,
pistas e sistemas operacionais dos aeroportos existentes.</p><p>O capítulo da
mobilidade estende-se ainda ao transporte terrestre, com o reforço do Programa
de Mobilidade Eléctrica, que prevê isenção total de impostos para veículos eléctricos
no transporte público, um Plano Nacional de Estradas de Desencravamento e a
criação de uma Autoridade Nacional de Mobilidade para coordenar e fiscalizar o
transporte urbano. Já no capítulo da conectividade, o programa liga
explicitamente os transportes marítimos e aéreos à ligação entre ilhas,
prometendo "mobilidade regular, segura e acessível" através da
reforma dos dois sistemas, ao lado de metas de conectividade digital como a
cobertura de 5G a 95% da população até 2030.</p><p style="text-align: center;"><strong>Educação como
"prioridade absoluta"</strong></p><p>O capítulo
"Educação Para Todos" assume o sector como "prioridade
absoluta" da governação, com o objectivo de transformar Cabo Verde numa
sociedade do conhecimento inclusiva, moderna e digital. O programa defende o
acesso universal, a equidade e a excelência em todos os níveis de ensino, da
educação pré-escolar ao ensino superior e à formação ao longo da vida,
descrevendo a educação como "o mais poderoso instrumento de compensação
das desigualdades sociais".</p><p>No ensino pré-escolar,
básico e secundário, as medidas anunciadas incluem a universalização do acesso
ao pré-escolar em parceria com as autarquias, a actualização dos currículos com
enfoque em competências digitais e pensamento crítico, o reforço do apoio a
alunos com necessidades educativas especiais, a revisão do Estatuto do Aluno e
a introdução do ensino de línguas estrangeiras já a partir do primeiro ciclo. O
programa prevê também um Plano Tecnológico da Educação, a requalificação do
parque escolar e tolerância zero ao bullying, com reforço do apoio em saúde
mental nas escolas.</p><p>Um capítulo específico
é dedicado à valorização da classe docente, com o compromisso de aumentar
gradualmente os salários dos professores do ensino básico e secundário até uma
base salarial de 108 mil escudos mensais, a par da reclassificação automática
de docentes que obtenham novas habilitações académicas (licenciatura, mestrado
ou doutoramento) e da revisão do modelo de concurso e avaliação dos directores
escolares. O documento estende ainda as suas propostas ao ensino técnico e
profissional, ao ensino superior e às áreas da ciência, inovação e tecnologia.</p><p style="text-align: center;"><strong>Saúde: "um direito,
e não um luxo"</strong></p><p>O capítulo "Saúde
Para Todos" parte do princípio de que "a saúde é direito, e não
luxo", defendendo a universalização dos serviços de saúde com gratuitidade
como "compromisso estratégico com a dignidade humana, a equidade social e
o progresso nacional". O programa reconhece avanços desde a Independência,
mas admite que mudanças demográficas e epidemiológicas, alterações climáticas,
ameaças pandémicas e fragilidades de gestão têm comprometido parte desses
ganhos, alimentando a insatisfação dos cidadãos com o serviço público de saúde.</p><p>O Governo compromete-se
a consolidar um sistema de saúde universal, eficiente, equitativo e
sustentável, alinhado com o Objectivo de Desenvolvimento Sustentável dedicado à
saúde e ao bem-estar, com cobertura equitativa em todas as ilhas,
disponibilidade gratuita de medicamentos essenciais e redução das desigualdades
regionais em saúde. Entre as medidas anunciadas contam-se o reforço da
cooperação internacional para infraestruturas hospitalares e equipamentos, a revisão
da política farmacêutica, a articulação estruturada entre o Serviço Nacional de
Saúde e o sector privado, a revisão do planeamento de recursos humanos,
incluindo o aproveitamento de quadros especializados da diáspora,, a melhoria
dos meios de diagnóstico e da resposta hospitalar, um sistema eficaz de
evacuação de doentes e o desenvolvimento de parcerias público-privadas. O
programa aponta ainda para o investimento na construção, reabilitação e
modernização de infraestruturas de saúde, com enfoque nas zonas rurais e
comunidades mais isoladas, e para a mobilização de investimento nacional,
estrangeiro e da diáspora em torno do turismo de saúde e da indústria
farmacêutica.</p><p>O documento inclui
ainda capítulos sobre habitação acessível e sobre uma "governação
verdadeiramente inclusiva", fechando um programa que o governo apresenta
como o roteiro para a legislatura.</p><p><em><strong>Texto originalmente publicado na edição impressa do Expresso das Ilhas nº 1284
de 08 de Julho de 2026.</strong></em></p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/politica/2026/07/11/programa-de-governo-aposta-na-reforma-do-estado-transportes-educacao-e-saude-no-centro-da-nova-legislatura/103595</link>
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            <category><![CDATA[Política]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[André Amaral]]></dc:creator>
            <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 08:18:24 GMT</pubDate>
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