Figura incontornável da literatura nacional, com trabalhos da tradução ao ensaio (mas com uma obra muito mais abrangente), Arnaldo França morreu hoje, aos 89 anos.
Arnaldo Carlos de Vasconcelos França, nascido na Praia, em 1925, era licenciado em ciências sociais e políticas, pela Universidade Técnica de Lisboa. Ocupou vários cargos, tendo feito parte de um dos elencos governativos de Pedro Pires.
Aduaneiro, poeta, ensaísta, professor, é descrito por Manuel Brito-Semedo, no seu blogue, como “o deão das letras e da intelectualidade” cabo-verdianas.
Corsino Fortes, recentemente falecido, descrevia Arnaldo França como “o primeiro nome que se pensa quando se quer garantias de conhecimento, de cientificidade e de seriedade”, avaliava, a propósito Corsino Fortes.
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