A entrada é gratuita, mas a reserva é obrigatória. Numa publicação nas redes sociais, o BI refere que o disco de Mário Lúcio celebra a independência de Cabo Verde e através do qual o artista homenageia a cultura e a diversidade do seu país.
Neste disco, Mário Lúcio recorda os primórdios da independência, essa época da sua infância cheia de alegria e de música.
Depois deste evento cultural, Mário Lúcio apresentará 'Independance' na 14ª edição do Kriol Jazz Festival, que decorre de 10 a 12 de Abril, na cidade da Praia.
Aos 15 anos, Mário Lúcio integrou o mítico grupo Abel Djassi, uma banda de estudantes do Liceu da Praia que fazia furor entre a juventude pelo seu repertório ecléctico, que incluía Pink Floyd, Carlos Santana, Roberto Carlos, música caribenha e continental africana, Bob Marley e, claro, o repertório de Os Tubarões e de Bulimundo.
Os bailes eram realizados nos cinemas, polivalentes, estádios, salões paroquiais, estradas, terraços e hangares de aeroportos. Duravam das 8h00 da noite às 4h00 da manhã e um repertório continha cerca de oitenta músicas.
Mário Lúcio começou na guitarra rítmica e depois foi baixista. Tocou nos bailes de 1980 a 1984, quando vai a Cuba estudar. Os bailes foram a sua grande escola musical.
Da sua carreira a solo, Mário Lúcio produziu “Mar e Luz” (2004), “Ao Vivo” e outros (2006), “Badyo” (2008), “Kreol” (2010) e “Funanight” (2017). Antes, com a sua banda Simentera, lançou a seguinte discografia: Raiz (1995), Barro e Voz (1997), Simentera (1999) e Tr'aditional (2002).