Numa publicação na rede social, o MCIC indica que o acordo tem como objectivo valorizar músicos e artistas plásticos residentes em Cabo Verde, em linha com a missão da Associação Sete Sóis Sete Luas no país, cria novas oportunidades de projecção e circulação artística.
A mesma fonte acrescentou que o protocolo permitirá aos artistas cabo-verdianos integrar a rede internacional Sete Sóis Sete Luas, presente em países como Espanha, França, Itália e Portugal, abrindo novos mercados e contribuindo para a profissionalização das suas carreiras artísticas.
A assinatura decorreu na cidade de São Filipe, na ilha do Fogo, entre o Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Augusto Veiga, em representação do Governo, e o presidente da Associação Sete Sóis Sete Luas, Marco Abonanza, contando com a presença do Primeiro-Ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva.
Actualmente, a Associação Sete Sóis Sete Luas está presente em quatro municípios do país: Ribeira Grande (Santo Antão), São Filipe (Fogo), Porto Inglês (Maio) e Nova Sintra (Brava).
O protocolo reforça ainda a valorização do património cultural, a formação e inclusão de jovens, mulheres e artistas, e o fortalecimento das Indústrias Criativas como motores de oportunidades, emprego e coesão social.
“Alinhada com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, esta parceria promove igualdade, equidade de género, acesso universal à cultura e desenvolvimento sustentável para as gerações presentes e futuras”, cita a mesma fonte.
Para a Associação Cultural Sete Sóis Sete Luas, o protocolo vai permitir acções de descentralização, residências artísticas, diálogo intercultural, mobilidade dos artistas nacionais e internacionais, promoção internacional dos artistas cabo-verdianos na rede das Cidades Sete Sóis.
A Associação Cultural Sete Sóis Sete Luas agradeceu o Primeiro Ministro e o Ministro da Cultura para dar novos horizontes aos Centrum Sete Sóis em Cabo Verde.
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