Este projecto vem na continuidade da primeira edição, dedicada à Índia. Segundo uma nota enviada, esta nova edição integra residências artísticas, actividades abertas ao público, um documentário e uma exposição.
Entre os participantes estão Luís Lopes, mestre oleiro natural de Santo Antão, residente na cidade do Porto Novo; António Garcia (tecelão), natural da ilha de Santiago; e Virgínia Fróis (escultora), natural de Rio Maior. O projecto conta com a curadoria de Ana Marta Clemente.


“Cerâmicas do Mundo” tem como tema objectos de habitar; a olaria e a tecelagem complementam-se na abordagem ao espaço da casa e às memórias que nele habitam.
A mesma fonte sublinha que, na tradição cabo-verdiana, a olaria e a panaria constituem elos fundamentais na imaginação do abrigo e da casa de acolhimento de quem partiu e sonha com o regresso. “O pote, o moringo, o binde e o pano di terra estão no centro da memória colectiva do lugar onde se regressa ou se regressará um dia”.
Os resultados da residência serão apresentados na exposição “Un ben konta-bu un stória”, no Centro Cultural de Cabo Verde, em Lisboa, no dia 30 deste mês.
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