A cerimónia contará com a presença de representantes do Voz do Archipelago, de parceiros da iniciativa, do Kafuka/Kuletivo Nhanha, da EME – Marketing & Eventos e do Prémio Nacional de Publicidade, bem como de participantes e familiares, marcando o encerramento da edição deste ano da iniciativa, que procura incentivar a criação artística e audiovisual entre as novas gerações.
O Voz do Archipelago lançou o concurso em Junho deste ano, sob o lema “Bu stória podi bira sinema”, com a intenção de aproximar os mais jovens da produção audiovisual e estimular novas formas de representação da realidade cabo-verdiana, apostando no telemóvel como uma ferramenta acessível de criação.
Segundo uma nota do Voz do Archipelago, os jovens responderam ao repto e, inspirados pelo tema “Tubarões Azuis, um País, um Sonho”, criaram os seus guiões, participaram numa oficina de vídeo mobile e receberam mentoria criativa.
“Dois meses depois, nasceram curtas-metragens que confirmaram que as grandes histórias não dependem de grandes recursos, mas da imaginação, do talento e da vontade de comunicar”, relata.
Kiari Trovoada, de 15 anos, nasceu em Luanda, Angola, onde viveu parte da sua infância. Depois de uma temporada em Portugal, mudou-se para Cabo Verde aos seis anos. Vive na Cidade da Praia, onde estuda na Escola Portuguesa de Cabo Verde. Nos tempos livres, pratica desporto (vólei, skate e ténis), desenha, pinta, escreve poemas e vê filmes.
Nina Crisóstomo, de 16 anos, é natural de São Vicente, onde estuda na Escola Secundária Jorge Barbosa. Nos tempos livres, gosta de ouvir música, ler livros, cozinhar e praticar desporto (natação e pilates). Sonha tornar-se fisioterapeuta para poder ajudar atletas a recuperarem de lesões e a ultrapassarem os traumas daí decorrentes.
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