Em declarações à imprensa, a mentora referiu que o projecto, que já está em execução na zona de Cidadela, na cidade da Praia, assinala o início de um “novo capítulo” no sector imobiliário em Cabo Verde, destacando-se pela sua abordagem institucional alinhada com as directrizes nacionais de urbanização.
Mónica Duarte explicou que o empreendimento, denominado “Duargema a Casa da Diáspora”, foi concebido para oferecer qualidade de vida e segurança, servindo como um vector estratégico para atrair investidores e residentes retornados.
“O projecto representa uma visão moderna de integração global e desenvolvimento local. A sua localização estratégica, infraestrutura avançada e proposta arquitetónica tornam-no um vector crucial para atrair investidores, residentes retornados e parceiros internacionais”, afirmou a engenheira de 34 anos.
Um dos diferenciais apontados por Mónica Duarte reside na sustentabilidade ambiental e no planeamento a longo prazo. Segundo disse, o condomínio fechado contará com cerca de 80 apartamentos e reserva mais de 40 por cento (%) da sua área total para espaços verdes.
“O que nos motiva é a forma como iniciamos. Temos mais de dois anos a preparar as infraestruturas sustentáveis e só depois de dois anos começamos a construir as vilas”, sublinhou, reforçando o compromisso com a funcionalidade e a modernidade.
O acto de lançamento contou com a presença do presidente da Câmara Municipal da Praia, Francisco Carvalho, e do ministro das Infraestruturas, Victor Coutinho, que elogiaram a iniciativa, destacando o impacto positivo do projecto para a modernização da capital e para a economia nacional.
De acordo com o cronograma apresentado, as obras do “DuarGema 2026”, um investimento de 38 milhões de dólares (3,6 milhões de contos) têm conclusão prevista para o final de 2027.
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