Confiança do consumidor teve uma evolução positiva no segundo trimestre de 2026

PorAnilza Rocha,13 ago 2026 10:38

O Indicador de Confiança no Consumidor teve, no segundo trimestre de 2026, uma evolução positiva quando comparado com o período homólogo, de acordo com os resultados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Conforme comunicado do INE, o referido indicador teve a mesma tendência observada no trimestre anterior, ou seja, registou uma evolução nula, situando-se acima da média da série e realçando uma ligeira confiança das famílias cabo-verdianas.

Para as famílias inquiridas, nos últimos 12 meses, tanto a situação económica do seu lar como a situação económica do país evoluíram negativamente, relativamente ao trimestre homólogo. Na opinião dos inquiridos, nos últimos 12 meses, tanto os preços como o desemprego diminuíram, relativamente ao mesmo período de 2025.

Quanto à poupança, 99,7% dos inquiridos no segundo trimestre de 2026 consideraram que a actual situação económica do país não permite poupar dinheiro. No trimestre homólogo, esse percentual foi de 93,3%, o que representa um acréscimo de 6,4 pontos percentuais entre os dois períodos.

De realçar que 0,3% dos inquiridos afirmaram ser possível poupar algum dinheiro com a actual situação económica do país, sendo que, no trimestre homólogo, essa percentagem era de 6,7%, apresentando um decréscimo de 6,4 pontos percentuais.

De acordo com os inquiridos, para os próximos 12 meses, a situação financeira das famílias deverá evoluir negativamente e a situação económica do país deverá evoluir positivamente, face ao trimestre homólogo.

Para as famílias inquiridas, tanto os preços dos bens e serviços como o desemprego deverão diminuir, face ao trimestre homólogo.

Cerca de 97,6 em cada 100 entrevistados afirmaram ter a certeza absoluta de que não tencionam comprar um carro nos próximos dois anos, contra 89,5% no período homólogo, representando um acréscimo de 8,1 pontos percentuais.

No segundo trimestre de 2026, 1,7% dos inquiridos afirmaram que “provavelmente sim” irão construir ou comprar uma casa nos próximos dois anos, contra 4,0% no período homólogo, representando um decréscimo de 2,3 pontos percentuais.

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Autoria:Anilza Rocha,13 ago 2026 10:38

Editado porAndre Amaral  em  13 ago 2026 14:20

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