A directora de Agronegócios do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR), Carmem Costa, disse que o processo de certificação dos produtos “Made in Cabo Verde” já arrancou, sendo a prioridade garantir a qualidade desses produtos.
Carmem Costa explicou que o MDR não fixou um prazo para que produtos como queijo, vinho, aguardente e café, estejam certificados, porque o “processo é muito complexo” e envolve várias instituições.
“Já começamos a dar os primeiros passos para a materialização desse projecto através da criação de um ambiente favorável para que a questão da qualidade seja alcançada em primeiro lugar”, referiu.
Segundo Carmem Costa, o Ministério do Desenvolvimento Rural deve trabalhar com várias entidades ligadas a esta matéria em Cabo Verde, por isso considera que o “importante” é haver um trabalho “concertado e em conjunto” entre as mesmas.
“A qualidade do produto não depende da certificação, mas a certificação depende da qualidade e a prioridade é trabalhar para criarmos um ambiente propício para atingir essa qualidade e consequentemente a certificação”, frisou.
Sobre essa questão, a ministra do Desenvolvimento Rural, Eva Ortet, afirmara que o Governo está a apostar na certificação dos produtos “Made in Cabo Verde” para poder atingir os mercados hoteleiros do país.
Na opinião da governante esta é uma “condição essencial” para a expansão no mercado nacional, particularmente para a introdução do produto nos hotéis do país.
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