Segundo a PN, a operação foi desencadeada pelo Comando Regional de Santiago Sul e Maio (CRSSM) e envolveu várias unidades da corporação, incluindo a Direcção Central da Investigação Criminal (DCIC), o Comando das Unidades Especiais (CUE), o Centro de Comando e Controlo (CCC), a Direcção de Estrangeiros e Fronteiras (DEF) e a Guarda Fiscal (GF), com a colaboração da Polícia Municipal.
As dez detenções ocorreram em flagrante delito, estando os indivíduos indiciados, segundo a PN, pela prática de crimes relacionados com a posse de armas brancas e de substâncias psicotrópicas.
Durante a operação foram ainda apreendidas uma munição, 11 armas brancas, um taco de basebol, dois gorros e 140 porções de substâncias suspeitas de serem ilícitas. No âmbito das acções de prevenção e fiscalização, 693 pessoas foram abordadas e submetidas a revista de segurança na via pública.
A operação incluiu igualmente uma componente de fiscalização rodoviária. Ao todo, foram fiscalizados 219 veículos, dos quais 10 acabaram por ser apreendidos. As autoridades aplicaram ainda coimas no valor global de 255 mil escudos.
Na área da fiscalização comercial, a PN inspeccionou 24 estabelecimentos. A operação integrou ainda acções de fiscalização e controlo de cidadãos estrangeiros, fiscalização marítima, manutenção da ordem pública e investigação criminal, tendo como objectivo a prevenção e o combate à criminalidade e a garantia da segurança e tranquilidade públicas.
A PN afirma que as operações de segurança serão mantidas durante o período de Verão, através do reforço das acções de prevenção e fiscalização.
A corporação apelou também à colaboração da população, recomendando que situações suspeitas ou susceptíveis de colocar em risco a segurança pública sejam comunicadas às autoridades através do número 132.
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