Pandemia já matou mais de 1,8 milhões de pessoas no mundo

PorExpresso das Ilhas, Lusa,7 jan 2021 14:47

A covid-19 já matou pelo menos 1.884.187 pessoas no mundo desde o início da pandemia, em Dezembro de 2019, segundo o levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP.

Mais de 87.162.540 casos de infecção pelo SARS-CoV-2 foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 54.233.100 pessoas já foram consideradas curadas.

Os números baseiam-se nos levantamentos comunicados diariamente pelas autoridades de saúde de cada país e não têm em consideração as revisões efetuadas posteriormente por organismos de estatística, como na Rússia, Espanha e Reino Unido.

Na quarta-feira, foram registados 14.615 óbitos e 748.244 novos casos em todo o mundo.

Os países que registaram nesse dia o maior número de mortes, segundo os levantamentos mais recentes, são os Estados Unidos com 3.626 novas mortes, Brasil (1.242) e México (1.165).

Os Estados Unidos são o país mais afectado em termos de mortes e casos, com 361.297 mortes para 21.305.323 casos, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 198.974 mortes e 7.873.830 casos, a Índia com 150.336 óbitos (10.395.278 casos), o México com 129.987 mortes (1.479.835 casos) e o Reino Unido com 77.346 óbitos (2.836.801 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 172 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Eslovénia (139), Bósnia (128), Itália (127), Macedónia do Norte (123).

A Europa totalizava hoje 601.606 mortes em 27.971.353 casos de contágio diagnosticados, a América Latina e Caraíbas 519.683 óbitos (16.046.726 casos), os Estados Unidos e Canadá 377.633 mortes (21.930.370 casos), a Ásia 223.149 óbitos (14.143.903 casos), o Médio Oriente 91.304 mortes (4.123.735 casos), a África 69.867 óbitos (2.915.217 casos) e a Oceania 945 mortes (31.239 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de rastreamento e despistagem melhoraram, levando a um aumento no número dos contágios declarados.

O número de casos diagnosticados, entretanto, reflete apenas uma fracção do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos ainda não detectados.

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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Autoria:Expresso das Ilhas, Lusa,7 jan 2021 14:47

Editado porAndre Amaral  em  6 mar 2021 23:20

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