Alveno Figueiredo lança este ano quatro dos 15 livros em carteira

PorExpresso das Ilhas, Inforpress,12 mar 2021 10:05

O investigador cultural Alveno Figueiredo e Silva dará à estampa, este ano, quatro dos 15 livros que escreveu durante 10 anos, como forma de deixar o seu contributo para a história e a música cabo-verdianas.

A informação foi avançada à Inforpress pelo próprio investigador.

Dos 15 livros, informou, 12 falam de personalidades artísticas cabo-verdianas e os demais são livros de histórias.

A nível da música, adiantou, escolheu alguns artistas que marcaram a sua vida e com quem tem alguma “cumplicidade”, como é o caso de Ildo Lobo, Katchás e Nhô Balta.

“São três figuras para mim determinantes na música de Cabo Verde, num determinado período. Sei que há muitos outros, mas escolhi esses”, justificou, avançado que os outros livros falam de figuras como Eugénio Tavares, B.Leza, Manuel D’Novas, Conjunto Voz de Cabo Verde, Tigo e Ano Nobu.

Já a nível de história, Alveno Figueiredo e Silva escolheu abordar temas como a “evolução da aviação civil, comercial e militar em Cabo Verde”, a “história da marinha cabo-verdiana”, nos vários períodos, desde da pesca da baleia, passando pela luta de libertação, até aos dias de hoje, e a “evolução dos transportes terrestres”.

Dos 15 livros, o autor projecta lançar quatro este ano, nomeadamente “Katchás” (Abril) patrocinado pela Câmara Municipal de Santa Cruz, “Mornas em Português” (Junho), financiado pela Cooperação Portuguesa e Hotel Pérola, “Voz de Cabo Verde” (Julho) e “Ildo Lobo” (Setembro/Outubro).
Os livros Kacthas”, “Voz de Cabo Verde” e “Ildo Lobo” vão homenagear a vida e obra desses músicos cabo-verdianos.

Já o livro “Mornas em Português”, que contou com a parceria técnica do maestro Casimiro Moreno, que foi chefe da Orquestra Nacional, traz partituras de 25 mornas em português.

“São 25 mornas em português que eu recolhi e tem mais 35 canções entre sambas, maxixe, bolero, choro, hinos, e canções normais que têm como denominador comum a língua portuguesa. Portanto, são ritmos que chegaram a Cabo Verde por aculturação”, explicou.

Os restantes livros, segundo a mesma fonte, serão lançados nos próximos anos

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Autoria:Expresso das Ilhas, Inforpress,12 mar 2021 10:05

Editado porAndre Amaral  em  13 mar 2021 7:20

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