De acordo com a página de Facebook da Agenda Brasil, a produção foi distinguida “pela força telúrica do protagonista, capaz de penetrar na tela, pela força visual e poética que as imagens transmitem".
Numa publicação na sua página de Facebook, Samira Vera-Cruz diz-se horada pelo prémio.
“Eu não posso nem começar a expressar o quanto estou honrada com este prémio! O meu coração está cheio de amor e felicidade! Obrigado aos incríveis Chepa, Patricia e Tina que nos confiaram suas histórias. E um enorme obrigado à nossa equipa trabalhadora Eder Martins Photography, Ruzeth Ivany Graça, Luis Rodrigues, Alexandre de Figueiredo e Madalena Palmeirim!”, escreve.
Sumara Maré fez parte do Laboratório de Produtores do NEWF — uma iniciativa da África Refocused (uma colaboração entre o NEWF e a National Geographic Society) e foi financiado pelo NEWF e pelo Accelerator Lab do PNUD.
Sumara Maré narra a destruição ambiental através das performances de Betty e de Ondiana, mãe e filha, em conjunto com as vozes das mulheres que apanham areia para sobreviver, Chepa, Tina e Patrícia – mostrando o seu impacto na natureza, na sua saúde e na economia. Um depoimento forte do que ainda acontece nas ilhas de Cabo Verde, o seu efeito imediato e o impacto tanto no arquipélago como no mundo.