Numa nota enviada à Fundação Gulbenkian informa que vai apresentar um programa de dança contemporânea pensado para vários espaços da Sede e do Centro de Arte Moderna, no contexto da sua participação na Mostra de Artistas Residentes de Procultura.
Nuno Barreto, Djam Neguin e Rosy Timas, juntamente com os artistas Moçambicanos, Pak Ndjamena, Mai-Júli Machado e Francisca Mirine, vão apresentar seis criações que desenvolveram nas residências artísticas no âmbito do Programa de Mobilidade de Artistas Procultura.
A mesma fonte avisa que após edições no Mindelo, em 2022, e em Luanda, em 2024, a Mostra, apresenta-se pela primeira vez em Lisboa, para reflectir um trabalho marcado pela pesquisa individual, pela aprendizagem entre pares, e pelo contacto com diferentes realidades culturais e artísticas em contexto internacional.
A Mostra, conforme explica, dará a conhecer um conjunto de práticas coreográficas dos artistas africanos de língua oficial portuguesa, no cruzamento entre tradição e dança contemporânea, possibilitando um espaço para apresentação dessas criações em diálogo com outros contextos de criação contemporânea.
O Procultura – Promoção do Emprego nas actividades geradoras de rendimento no sector cultural nos PALOP e Timor-Leste é um projecto financiado pela União Europeia, co financiado e gerido pelo Camões, I.P., e que conta com financiamento da Fundação Calouste Gulbenkian.
O objectivo principal do Procultura é contribuir para a criação de emprego nos sectores culturais nos PALOP e Timor-Leste, através do reforço de competências dos recursos humanos e do financiamento disponível para o desenvolvimento destes sectores, especialmente nas áreas da música, das artes cénicas e da literatura infantojuvenil.
"Entre outras iniciativas, a acção implementou um programa de mobilidade de artistas, que, entre 2019 e 2022, atribuiu 61 bolsas internacionais para frequência de residências artísticas, envolvendo 50 criadores dos PALOP e Timor-Leste", indica.