Arménio Vieira Nasceu na cidade da Praia, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, em 29 Janeiro de 1941 (embora algumas fontes citem o dia 24), e começou a sua actividade literária na década de 1960, nas revistas SELO, Voz de Povo, Boletim de Cabo Verde, Vértice em Coimbra, Portugal, Raízes, Ponto & Vírgula e Fragmentos, entre outras.
Publicou, entre outros títulos, “Safras de um Triste Outono (2021, “Silvenius – Antologia Poética (2016), “Fantasmas e Fantasias do Brumário!”, “O Brumário” e “Derivações do Brumário” (2013), que acabou com um interregno de três anos, quando Arménio Vieira publicou “O Poema, a Viagem, o Sonho”, sequência lógica da mistura da poesia de “Poemas” (1981) e “MITOGrafias” (2006), da novela “O Eleito do Sol” (1990) e do romance “No Inferno” (1999).
Em 2009, tornou-se o primeiro escritor cabo-verdiano a obter o Prémio Camões, a mais importante distinção literária na língua portuguesa.
“Sou um poeta, apenas isso”, reagiu então.
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