Numa nota enviada, a ACACV relata ue esta obra representa um contributo para aproximar as novas gerações da história da libertação de Cabo Verde, reforçando o papel do cinema como veículo de memória, consciência e identidade.
Filmado em São Vicente e no Tarrafal de Santiago, o filme transporta-nos para a dura realidade dos campos de concentração e evidencia a força da resistência de um povo na luta pela liberdade.
Na mesma nota, o produtor Júlio Silva sublinha que, através da poesia, uma poderosa forma de expressão durante o período colonial, a narrativa revela o papel dos intelectuais cabo-verdianos na preservação da identidade cultural e na denúncia das injustiças.
“No centro da história, o protagonista simboliza uma geração que transformou a palavra em instrumento de luta, dando voz à memória dos presos e exilados, e mantendo viva a esperança de libertação das ilhas”, destaca.
A mesma fonte realça que esta obra representa um contributo para aproximar as novas gerações da história da libertação de Cabo Verde, reforçando o papel do cinema como veículo de memória, consciência e identidade.
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