Depois de Cabo Verde, Nelson Freitas tem já marcado um concerto na Meo Arena, em Lisboa, no dia 27 de Março de 2027.
Com 25 anos de carreira, o artista despede-se com um disco de legado. “Legacy” (Legado, em português) reúne 12 temas cantados em língua cabo-verdiana, português e inglês, com uma sonoridade urbana e atual, e conta com participações de artistas como Agatchu (Angola), Manecas Costa (Guiné-Bissau), Nuno Ribeiro (Portugal), Anderson Mário (Angola), Twenty Fingers (Moçambique) e Teo No Beat (Angola).
Sobre o lançamento na Cidade da Praia, numa publicação nas redes sociais, Nelson Freitas garante que será “um espectáculo único, cheio de emoção, história e grandes sucessos”.
Com raízes na ilha de São Nicolau e nascido em Roterdão, na Holanda, Nelson Freitas cedo percebeu que a música e a dança fariam parte do seu futuro, muito influenciado por Michael Jackson.
Na adolescência e juventude, passou por grupos como Stylistic e The Right Track e, em 1997, estreou-se com o grupo Quatro na compilação “Mobass”, com o sucesso “Hoje em Dia”, que impulsionou a carreira da boy band, com a qual viria a editar três discos aclamados.
Foi um dos protagonistas do ghetto zouk, género que ajudou a criar, combinando melodias do zouk com influências do hip hop e do R&B, tendo também fundado a sua própria editora.
Com uma longa trajectória na música, o cantor, que actualmente reside em Portugal, tem explorado múltiplas sonoridades, sempre com forte ligação às suas raízes cabo-verdianas.
A sua discografia percorre diferentes géneros musicais, do zouk ao R&B, da kizomba ao hip hop.
Ao longo dos anos, colaborou com nomes internacionais como Mr Eazi, DJ Maphorisa, June Freedom e Juan Magan, entre outros. As suas actuações já passaram por palcos em países como os Estados Unidos (Dunkin Donuts Center, em Boston, e AfroNation, em Miami), Reino Unido, Holanda, Suíça, França, Cabo Verde, Moçambique, Angola e Portugal, onde esgotou salas emblemáticas como o Coliseu dos Recreios e o Campo Pequeno.
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