Segundo uma nota enviada, o espectáculo no Coliseu dos Recreios será uma viagem pelos grandes êxitos da sua carreira, incluindo temas que marcaram a música lusófona contemporânea, bem como momentos especiais que refletem a sua constante evolução artística.
Para o espectáculo, estão confirmadas as presenças de Nelson Freitas, Gil Semedo, Cef, Clayton M, Lisandro Cuxi, William Araújo e Hilar, numa verdadeira representação de estrelas da lusofonia.
“A estreia no Coliseu dos Recreios representa um novo capítulo na trajetória de Johnny Ramos e é um momento simbólico para a música cabo-verdiana em Portugal. Mais do que um concerto, será uma celebração da identidade, da cultura e da ligação entre povos unidos pela língua portuguesa”, destaca.
Reconhecido pela sua fusão autêntica de Zouk, Ghetto Zouk e Kizomba, Johnny Ramos conquistou ao longo de mais de 30 anos uma legião de fãs espalhada por Portugal, Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Moçambique e pelas comunidades lusófonas em todo o mundo. Agora, chega ao palco de uma das mais prestigiadas salas de espetáculos do país para um concerto que promete emoção, nostalgia e muita celebração.
Nascido em Roterdão, nos Países Baixos, e profundamente ligado às suas raízes cabo-verdianas, Johnny Ramos construiu uma carreira marcada por canções que atravessam gerações, combinando ritmos dançantes com baladas românticas que se tornaram banda sonora de milhares de histórias de amor. Lisboa espera, portanto, uma verdadeira festa da música lusófona, da cultura cabo-verdiana e de uma carreira com mais de duas décadas de sucessos.
Ao longo do seu percurso, Johnny destacou-se não apenas como cantor, mas também como compositor, produtor e empresário musical. Cofundador da editora Miss Jane Records e fundador da Just Jay Music, tem sido uma figura influente no desenvolvimento e internacionalização da música cabo-verdiana e africana de expressão portuguesa.
Iniciou a carreira ainda jovem e, com Grace Évora e Dina Medina, integrou os SPLASH, banda que marcou gerações e reescreveu a história da música dos PALOP. Ao longo do percurso, estabeleceu colaborações importantes com grandes nomes da música, como Suzanna Lubrano, Beto Dias, Don Kikas e Nelson Freitas.
Entre os marcos mais recentes da sua carreira encontra-se o lançamento do álbum “Angelina”, um trabalho profundamente pessoal que homenageia a sua filha e que trouxe novas sonoridades ao seu repertório, incluindo influências de Coladeira e Morna. O disco contou com colaborações de artistas como Grace Évora, Chelsy Shantel, Dji Tafinha e Dino d’Santiago, reforçando a sua capacidade de unir diferentes gerações e estilos musicais.
Em 2024, o artista voltou a destacar-se com os lançamentos dos singles “Te Amar é Bom”, em dueto com C4 Pedro, e “Menina”, uma canção inspirada nas sonoridades Terra-Terra, lançada pelo reconhecido DJ Malvado. Nesse mesmo ano, celebrou os 20 anos do clássico “Bo Amor Ta Completam” com um novo videoclip e protagonizou outro momento histórico da sua carreira ao estrear-se a solo no palco do prestigiado Festival da Baía das Gatas, em Cabo Verde.
Mais recentemente, Johnny Ramos lançou “Dod na Bo”, em março, e já em maio o dueto “Ilusão”, com a artista Jordânia, provando a ligação segura que tem com Angola e mostrando-se, uma vez mais, ponte entre mundos.
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