
De acordo com a Ministra da Economia Crescimento e Competitividade (MECC), Fátima Fialho, a ADEI vai ser dotada de capacidade e autonomia para facilitar a inovação e o desenvolvimento de programas criativos que contribuam para o desenvolvimento do sector privado.
Por sua vez, o Primeiro-ministro, José Maria Neves, considerou que o momento é fundamental para um forte investimento do sector empresarial privado caboverdiano, sobretudo no segmento das micro e médias empresas que possam gerar novas dinâmicas de negócios em Cabo Verde e que contribuam para criar mais empregos e mais riqueza no país. Sublinhou, por outro lado, que a ADEI vai ter um papel importante no fomento das empresas e na criação de novas oportunidades de criação de negócios, tanto a nível da realização de investimento como do desenvolvimento das empresas e da introdução de mudanças positivas.
Florentino Cardoso, Coordenador da ADEI, explicou que as principais atribuições da Agência é promover a formulação e a implementação de políticas, em colaboração com o MECC; a capacitação do sector privado, especialmente no que diz respeito à liderança, estratégia, gestão, inovação, finanças e outras competências técnicas, bem como a facilitação no acesso ao financiamento do sector privado e o desenvolvimento de programas que minimizem os constrangimentos na concepção de créditos no seio do sector.
A ADEI inicia com cinco programas: Business Coaching - Projecto de capacitação e apoio na gestão de Pequenas e Médias Empresas(PME) - longa duração; PME Express - Projecto de apoios pontuais em matérias específicas de gestão de PME; Incubação de Empresas - Projecto de apoio na instalação e gestão de incubadoras de negócios; Market Linkage - Apoio a produtores e promoção da utilização e venda de produtos cabo-verdianos no mercado; Empresas de Base Tecnológica - Promoção de start'ups e apoio a empresas nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação.
Os principais critérios de acesso aos programas são os seguintes: as primeiras empresas e/ou associações têm de ter menos de 50 trabalhadores; apresentação de candidatura junto das Entidades Executoras (Parceiros); disponibilidade do empresário/dirigente para percorrer o itinerário da formação; disponibilidade do empresário/dirigentes para, em caso de necessidade, integrarem na empresa/associações, por um período determinado, jovens com formação superior e perfis adequados às características da empresa/associação, quando se trate do programa alargado; disponibilidade do empresário para participar no ciclo de formação em gestão e disponibilidade do empresário para assegurar o co-financiamento dos custos.
A Agência será tutelada pelo Ministério da Economia, Crescimento e Competitividade.
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