A apresentação formal do produto ao mercado nacional aconteceu na segunda-feira, 23, numa experiência gastronómica realizada num dos hotéis da cidade do Mindelo.
Na ocasião, o ministro do Mar, Jorge Santos, de acordo com informações fornecidas pela assessoria, considerou tratar-se de “uma experiência muito positiva” que representa um passo “importante” na diversificação da economia azul em Cabo Verde.
Para o governante, esta aposta alia inovação, sustentabilidade e criação de valor, reforçando a capacidade produtiva nacional e abrindo novas oportunidades de exportação, nomeadamente através do sector do turismo.
Isto porque, no entender de Jorge Santos, o esmoregal, peixe amplamente apreciado na gastronomia internacional, especialmente em pratos como sushi, sashimi e carpaccio, integra também a dieta alimentar cabo-verdiana, podendo afirmar-se como produto de excelência tanto para o mercado interno como para visitantes que procuram experiências gastronómicas diferenciadas.
O momento de degustação foi, conforme a assessoria do Ministério do Mar, “amplamente elogiada” pelos presentes, que destacaram a qualidade superior e a textura do peixe, reforçando a confiança no potencial da aquacultura como novo vector de desenvolvimento do sector do mar em Cabo Verde.
O grupo Nortuna, empresa sediada em São Vicente e que antes se dedicava mais à aquacultura com atum, encontra-se neste momento a desenvolver a fileira do esmoregal, contando já com uma produção significativa, tanto em ambiente controlado (in vitro), como nas suas instalações na ribeirinha de São Pedro, onde dispõe de jaulas com cerca de 90 metros de diâmetro, acolhendo milhares de exemplares.
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