"Acredito que só resta uma questão para ser resolvida. Discutimos diversas versões dessa questão, o que significa que ela pode ser resolvida. Portanto, se ambos os lados desejarem resolvê-la, nós vamos resolvê-la", disse, sem pormenorizar, num evento à margem do Fórum Económico Mundial, em Davos, Suíça.
Witkoff viaja ainda hoje para Moscovo, prevendo-se um encontro com a cúpula do Kremlin para transmitir o ponto da situação negocial com Kiev.
A Rússia invadiu território ucraniano em 24 de Fevereiro de 2022, na altura classificando as suas acções como uma "operação militar especial", supostamente para "desmilitarizar" e "desnazificar" o regime liderado por Volodymyr Zelenski, já depois de ter anexado a península Crimeia, em 2014.
O conflito estendeu-se e já fez milhões de mortos e estragos materiais de ambos os lados e, ainda hoje, sistemas de defesa aérea russos abateram, nas últimas horas, um total de 31 drones ucranianos sobre diversas regiões da Federação Russa.
A Ucrânia tem concentrado os ataques na infraestrutura energética russa, especialmente em refinarias nas regiões sul do país, numa tentativa de comprometer a capacidade de produção e abastecimento das forças armadas inimigas.
Moscovo lançou uma série de ataques nas últimas semanas, bombardeando a infraestrutura civil do país vizinho e deixando milhões de ucranianos sem electricidade e aquecimento, enquanto as temperaturas caem para entre 10 e 20 graus negativos.
homepage








