Turismo nas áreas protegidas. Desejável, se com regras

PorLourdes Fortes, Rádio Morabeza,22 mar 2018 14:59

Santa Luzia
Santa Luzia

É possível realizar turismo e criar dinâmica económica em áreas protegidas, apesar do processo demorado de consolidação dos espaços. Quem o diz é o vice-presidente do Instituto de Florestas e Conservação da Natureza da Madeira, Portugal, que afirma que este tipo de turismo beneficia, sobretudo, o tecido sócio-económico da região e do país.

Paulo Oliveira afirma que os dois conceitos deixaram de ser “inconciliáveis”.

“Quando uma área é criada e começa a sua implementação e gestão, não podemos  pensar logo em ter um turismo consolidado. Há que, primeiro,  consolidar aquilo que é a gestão e fiscalização e aos poucos ir criando esse segmento”, explica.

Em entrevista à Rádio Morabeza, o vice-presidente do Instituto de Florestas e Conservação da Natureza da Madeira afirma que este tipo de turismo beneficia o tecido socioeconómico da região.

“Eu penso que é desejável criar essa dinâmica económica associada, de forma gradual, com regulamentos, com regras e todo um conjunto de acções que levem a uma boa gestão”, indica.

Em Cabo Verde para participar num projecto para Santa Luzia e ilhéus, em parceria com a Biosfera, Paulo Oliveira chama a atenção para as vantagens do envolvimento e sensibilização das comunidades locais.

Acompanhe a entrevista completa de Paulo Oliveira a Nuno Andrade Ferreira, da Rádio Morabeza:

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Autoria:Lourdes Fortes, Rádio Morabeza,22 mar 2018 14:59

Editado porNuno Andrade Ferreira  em  20 nov 2018 3:22

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