O protesto teve início às 08:00 do dia 18, devendo terminar às 23:59 do dia 24, domingo, afectando todos os sectores, nomeadamente, cozinha quente e fria, pastelaria, manutenção, armazém, lavagem, montagem, entrega, condutores, controlo de qualidade e supervisores.
O presidente do Sindicato da Indústria, Comércio e Turismo que os representa, Nilton Vaz, disse não compreender a intransigência do conselho de administração da Freitas Catering, numa altura em que os trabalhadores “estão asfixiados”, com dívidas, nomeadamente de renda de casa, facturas da Electra, e privados do sustento das próprias famílias.
Considerando o rumo que as coisas estão a tomar, o sindicalista disse ter tentado mais um acordo, uma negociação no sentido do pagamento de “pelo menos” metade da dívida dos salários em atraso, mas sem sucesso.
“Os trabalhadores já estão saturados. Daí que não resta nenhuma outra alternativa senão manter a posição”, disse Nilton Vaz.
A Freitas Catering é a única empresa do Sal a prestar serviço de abastecimento de alimentos e bebidas aos aviões que demandam o aeroporto do Sal, pelo que se receiam as consequências da greve, que poderão colocar em causa a própria sustentabilidade da fábrica, conforme o sindicalista.
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