Durante a iniciativa, foram expostos veículos e motociclos sinistrados, numa acção que visou demonstrar de forma clara as consequências dos acidentes de viação e reforçar a necessidade de prudência nas estradas.
Ao longo do espaço, podiam ler-se frases como “A moto voou, ele não”, “Atendi a chamada errada” e “A pressa matou-me”, que, segundo a directora-geral de Segurança Rodoviária, Ana Paula Silva, pretendem reforçar os cuidados que se devem ter na condução, especialmente nesta época de Carnaval.
Um período em que, de acordo com a mesma responsável, se regista um aumento de acidentes devido a factores como o maior número de veículos e pessoas nas estradas, o consumo abusivo de álcool e a condução sob efeito do cansaço provocado pela falta de sono.
“A ideia é essa: estar presente na condução e comprometer-se com a vida, porque quando estamos comprometidos com alguma coisa, tomamos todos os cuidados necessários para manter o que estamos a proteger por perto e em segurança”, sublinhou Ana Paula Silva à Inforpress.
Entre as actividades programadas, os Bombeiros Municipais realizaram demonstrações práticas de socorro e explicaram os procedimentos adoptados em caso de acidente.
Já as escolas de condução promoveram sessões de esclarecimento sobre regras de trânsito, uso do cinto de segurança e respeito pelos limites de velocidade, recorrendo inclusive a simuladores.
Alunos das escolas básicas participaram também activamente em jogos didácticos para transmitir informação e demonstraram estar conscientes dos cuidados a ter no trânsito.
Para além das actividades na praça, o evento incluiu ainda operações stop, destinadas a chamar a atenção de condutores e peões, nomeadamente nas paragens de autocarro.
A feira enquadra-se nas acções de prevenção e sensibilização promovidas pela Direcção-Geral dos Transportes Rodoviários, que defende uma maior responsabilidade individual como forma de reduzir o número de acidentes e vítimas nas estradas da ilha, salientou Ana Paula Silva.
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