Na sua intervenção na abertura do II Congresso Internacional de Medicina Legal e Ciências Forenses e da IX Reunião da Rede de Serviços Médico-Legais Forenses dos Países de Língua Portuguesa, que decorrem durante dois dias na cidade da Praia, sob o lema “Ciência que protege”, Joana Rosa, sublinhou que o governo tem plena consciência do papel estruturante desempenhado pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses para o funcionamento do sistema de justiça.
Segundo a governante, o executivo tem vindo a reforçar as capacidades humanas e materiais da instituição, com investimentos na formação contínua dos profissionais, na modernização de laboratórios e equipamentos e na melhoria do quadro legal e regulatório.
“Sabemos que a justiça não se faz apenas com leis; faz-se também com pessoas, com meios e com ciência”, afirmou a governante, defendendo a necessidade de continuar a fortalecer os serviços médico-legais e forenses no país.
Joana Rosa destacou ainda a importância da cooperação internacional e do intercâmbio de conhecimentos entre os países de língua portuguesa, considerando que estas iniciativas contribuem para elevar o nível técnico das instituições e melhorar a resposta do sistema de justiça.
O congresso reúniu profissionais das áreas da saúde e da justiça, incluindo magistrados, oficiais de justiça, investigadores da Polícia Judiciária e agentes da Polícia Nacional, além de peritos e especialistas internacionais ligados à rede forense lusófona.
A iniciativa pretende fortalecer o conhecimento técnico dos participantes, promover a articulação entre instituições e valorizar a prova pericial como instrumento essencial para o esclarecimento científico dos factos e para a promoção de uma justiça mais eficaz.
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