“A nossa prioridade para o mandato da UECL é reforçar o seu lado político no sentido cívico, não partidário. Queremos que a UECL seja, em Portugal, um espaço onde os estudantes cabo-verdianos pensem Cabo Verde, discutam medidas concretas e se desafiem a construir reformas para o futuro do país”, declarou Ruben Traquino à Inforpress após o acto de tomada de posse.
De entre as principais prioridades está ainda a afirmação da UECL como um ponto de encontro de estudantes e futuros quadros qualificados, incentivando o regresso e o contributo activo nas várias áreas do desenvolvimento de Cabo Verde.
Relativamente aos projectos previstos, o líder associativo destacou a organização do primeiro Fórum de Estudantes e Quadros Cabo-verdianos da Diáspora, uma iniciativa que pretende reunir talentos e promover a troca de ideias e experiências.
Paralelamente, a direcção pretende dar continuidade a iniciativas importantes já existentes, como eventos sobre saúde mental e a atribuição da bolsa de mérito social, entre outras.
Reconhecendo que o mandato de um ano limita a execução de projectos mais extensos, o presidente da UECL assegurou que o foco estará na qualidade e no impacto das acções a desenvolver.
“Tudo o que fizermos será feito com qualidade e com impacto real, directo ou indirecto, na vida dos estudantes cabo-verdianos na Área Metropolitana de Lisboa”, comprometeu-se o também activista social.
A direcção da UECL é composta por 17 membros, entre efectivos e suplentes, e o mandato tem a duração de um ano.
O acto, que decorreu nas instalações da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, contou com a presença de membros da UECL e de estudantes cabo-verdianos.
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