Numa publicação nas redes sociais, a associação manifestou a sua “profunda preocupação e indignação” perante o contínuo sofrimento causado pela fumaça e pelos sucessivos incêndios no aterro sanitário localizado no concelho de São Domingos.
Segundo a mesma fonte, as comunidades de São Francisco, Portete Acima, Agostinho Alves, Palha Sé e outras localidades têm sido constantemente afectadas por densas nuvens de fumaça provenientes do aterro, cuja gestão é da responsabilidade da autarquia praiense.
A associação advertiu que a situação tem consequências para a saúde pública, o ambiente e a qualidade de vida dos residentes, destacando que as crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios são os grupos mais prejudicados.
No comunicado, a organização considerou “incompreensível” que, apesar das repetidas reclamações e apelos das populações e das organizações comunitárias, o problema continue a repetir-se sem que sejam apresentadas soluções eficazes e duradouras.
Perante esta realidade, a associação apelou às autoridades competentes, em particular à Câmara Municipal da Praia e às entidades responsáveis pela gestão ambiental, para que intervenham com urgência, adoptando medidas concretas que ponham fim aos incêndios recorrentes e minimizem os impactos causados às comunidades vizinhas.
A associação defende ainda que as populações afectadas merecem respeito, protecção da sua saúde e um ambiente saudável, conforme consagrado nos direitos fundamentais dos cidadãos.
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