O calendário estabelece que o sorteio da ordem dos candidatos nos boletins de voto será realizado em 17 de Setembro e que o Tribunal Constitucional decidirá sobre a admissão das candidaturas até 21 de Setembro, depois de um prazo de 48 horas para os mandatários nacionais corrigirem eventuais irregularidades processuais.
O recenseamento eleitoral ficará suspenso entre 11 de Setembro e o dia das eleições, ou até 29 de Novembro, caso seja necessária uma segunda volta.
Os cadernos eleitorais estarão disponíveis para consulta e reclamações até 21 de Setembro, podendo os eleitores apresentar reclamações até 26 de Setembro.
Desde 30 de Julho está proibida a propaganda política, directa ou indirecta, através de qualquer meio de publicidade comercial, após a publicação do decreto presidencial que marcou a data das eleições.
A partir de 16 de Setembro, os titulares de cargos públicos ficam impedidos de aprovar ou conceder subvenções, donativos, patrocínios e contribuições a particulares, assim como de realizar cerimónias públicas de lançamento de primeiras pedras ou inaugurações.
Na mesma data entram em vigor as regras previstas no Código Eleitoral para a cobertura jornalística do período eleitoral.
A campanha eleitoral decorrerá entre 29 de Outubro e 13 de Novembro, véspera do dia de reflexão.
A votação está marcada para 15 de Novembro e os candidatos podem retirar a candidatura até 13 de Novembro, através de uma declaração entregue ao presidente do Tribunal Constitucional.
Caso seja necessária uma segunda volta, esta realiza-se entre 20 e 25 dias antes do fim do mandato presidencial.
Nesse caso, os candidatos podem desistir até às 18:00 do segundo dia após a primeira votação, cabendo ao Tribunal Constitucional decidir após receber os resultados.
A Comissão Nacional de Eleições deverá definir o número e os locais das assembleias de voto até 21 de Outubro no território nacional e até 26 de Outubro no estrangeiro.
Os membros das mesas de voto serão designados até 26 de Outubro.
As eleições presidenciais vão encerrar o ciclo eleitoral em Cabo Verde, depois das autárquicas de Dezembro de 2024 e das legislativas de Maio deste ano.
Nas últimas presidenciais, realizadas em 17 de Outubro de 2021, José Maria Neves foi eleito à primeira volta com 51,7% dos votos, derrotando Carlos Veiga, que obteve 42,4%.
José Maria Neves tomou posse em 09 de Novembro de 2021 para um mandato de cinco anos.
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