A cerimónia contou com a presença de dirigentes e simpatizantes do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), como Rui Semedo, Júlio Correia, Fernando Moeda, Victor Baessa, José Manuel Andrade, Filomena Martins, entre outros. O partido que, no entanto, já informou publicamente que não apoia nenhuma candidatura a Presidente da República.
“Estou consciente que será uma batalha difícil, talvez invencível, mas não será inútil”, afirma Albertino Graça.
Graça sublinha que se trata de é uma candidatura com os “pés bem assentes no chão”, que sabe o que quer, ou seja, “reforçar a democracia e a cidadania”, mas também promover a expressão de “todas as vozes”, promover o diálogo, o “equilíbrio e a harmonia” em Cabo Verde.
O candidato entende que Cabo Verde precisa, “mais do que nunca” de um Presidente da República que seja “independente” e que conheça bem o país e os problemas do mundo.
“Esta candidatura é a afirmação da vitalidade da sociedade civil, onde nasceu, medrou e se desenvolveu, ao ponto de ter conseguido arrebatar o candidato, num primeiro momento bem instalado, algo desconfiado e cheio de reservas e de arrebatar muito de vós, como esperamos”, perspectivou.
No entender do candidato presidencial, o cenário político que se apresenta depois das eleições autárquicas de 04 de Setembro “convoca todos os cabo-verdianos” a uma “profunda reflexão” quanto ao futuro da democracia no arquipélago.
Albertino Graça pede a mobilização dos cabo-verdianos à volta” da sua candidatura que tem como lema “mais equilíbrio”, nomeadamente social, no exercício dos poderes presidenciais, na defesa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, na representação internacional, no tratamento de todas as ilhas e de todos os municípios, no exercício da magistratura de influência na promoção das causas globais, entre outros.
Estão ainda na corrida às presidenciais, Joaquim Monteiro e Jorge Carlos Fonseca, que concorre à sua própria sucessão.
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