Edição 1153

PorExpresso das Ilhas,3 jan 2024 0:00

Na edição desta semana o Expresso das Ilhas lança um olhar sobre o que pode vir a ser o ano que agora começa ao entrevistar Jacintos Santos, ex-presidente da Câmara Municipal da Praia, o economista João Estêvão e o embaixador Fernando Whanon.

Baseado na técnica da sociologia politica, o ex-presidente da Câmara Municipal da Praia lança um olhar sobre os principais temas que marcaram o ano político no país e perspectiva os seus desenvolvimentos em 2024: o “caso” do salário da Primeira-Dama; as eleições autárquicas deste ano tendo como pano de fundo as crises na câmaras municipais da Praia e de São Vicente; e a tensão no relacionamento entre o Presidente da República e o Governo em que Jacinto Santos considera que o Presidente está a trabalhar com uma Constituição na cabeça que não corresponde ao que está estabelecido na Constituição de 1992, defendendo a introdução do princípio do impeachment quando o Presidente entra em confronto directo com a Constituição

Doutor em Economia pela Universidade Técnica de Lisboa, académico e investigador com trabalhos nas áreas da Economia do Desenvolvimento, Economia Institucional, História Económica e Social e Economia dos Pequenos Países Insulares e uma das vozes mais activas na diáspora, João Estêvão falou com o Expresso das Ilhas sobre as perspectivas económicas para o ano que agora começa.

Olhar para 2023 e tentar fazer previsões para o ano que agora começa. Foi este o desafio que o Expresso das Ilhas lançou ao Embaixador Fernando Whanon. Nos EUA há uma escolha complexa a fazer: Biden ou Trump? No Médio Oriente é importante que o conflito entre Israel e Hamas não escale para uma guerra regional e na Ucrânia a guerra deverá estar estacionária até à primavera. Em África os golpes de Estado mostram que “em grande parte destes países, as democracias não têm funcionado”.

Destaque igualmente para as expectativas dos jovens cabo-verdianos para o ano de 2024. Envolvidos por anseios e aspirações, os jovens cabo-verdianos reflectem sobre as vivências de 2023 e antecipam com esperança as possibilidades de 2024. Confrontados com desafios como desigualdade social, falta de emprego e questões de segurança, esta geração anseia por mudanças significativas e oportunidades que impulsionem um futuro promissor em Cabo Verde.

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Autoria:Expresso das Ilhas,3 jan 2024 0:00

Editado porAndre Amaral  em  3 jan 2024 16:25

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