Segundo uma nota enviada, serão seleccionados para participar na residência três artistas moçambicanos e dois dos restantes PALOP.
A residência terá início online, a 1 de Fevereiro, e tem a sua fase presencial, em Maputo, de 30 de Março a 10 de Abril, culminando com a inauguração da exposição colectiva.
O programa é destinado a artistas visuais e curadores emergentes, dos PALOP, que desenvolvam a sua prática artística em campos vários de execução multimédia e que apresentem um projecto para a reutilização de recursos de arquivos audiovisuais públicos e/ou privados.
A mesma fonte sublinha que, ao longo de dois meses, os participantes vão participar em regime de desenvolvimento à distância, seguido de 10 dias intensivos de finalização e montagem, em Maputo.
Durante a residência, os participantes serão orientados para a concepção e criação de obras de arte multimédia que “reciclem” imagens do arquivo audiovisual destes países, criando narrativas que proporcionem novas interpretações da História e da Memória, a elas associadas.
O trabalho será acompanhado por dois curadores, Ângela Ferreira e João Roxo, e complementado por convidados e uma equipa técnica de apoio, e trará ainda um foco sobre os temas de direitos de autor, licenciamento e domínio público.
Os últimos três dias do programa são dedicados, exclusivamente, à montagem da exposição e sua inauguração pública, a 10 de Abril de 2026, em espaços culturais de Maputo.
A candidatura deve ser feita através do formulário online, acessível no link: https://bit.ly/candidatura-UPCYCLES-2026.
A UPCycles é um dos projectos da AAMCM – Associação dos Amigos do Museu do Cinema em Moçambique, financiada pela Fundação Calouste Gulbenkian. É uma iniciativa de fomento à criação, através da reutilização do património dos arquivos audiovisuais dos PALOP, cujo conceito e formato têm tido sucesso, junto de parceiros, artistas e públicos.
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