Numa publicação na rede social, o Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas sublinha que a assinatura do memorando de entendimento para a transformação do Fortim Dona Carlota numa ramificação do Museu da Diáspora é um acto de elevado simbolismo histórico, cultural e identitário.
“Este projecto reconhece o papel determinante das comunidades cabo-verdianas na diáspora na preservação das nossas memórias ancestrais, na afirmação da identidade nacional e na construção de pontes entre Cabo Verde e o mundo”, frisa.
A mesma fonte realça que o Museu da Diáspora nasce como um espaço de memória, valorização e promoção da emigração cabo-verdiana, resgatando percursos, vivências e contributos dos nossos compatriotas nos mais diversos contextos sociais, culturais e económicos.
“A transformação do Fortim Dona Carlota permitirá valorizar o património histórico, reforçar a atratividade cultural e turística da ilha do Fogo e criar um espaço vivo de reflexão sobre quem somos e de onde viemos”, acrescenta.
Para a mesma fonte, este memorando reflecte a importância da cooperação institucional, do envolvimento do poder local e da partilha de responsabilidades como bases de uma governação pública eficaz e de uma valorização sustentável do nosso património nacional.
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