Segundo o CNAD, a exposição reúne doze obras que dialogam entre si, explorando o conflito humano em múltiplas dimensões: emocional, existencial, simbólica e narrativa.
“Cada peça é um fragmento de experiência, um instante detido onde o espectador é convidado a contemplar a vulnerabilidade, a resiliência e a presença consciente frente ao caos e à incerteza da vida”, indica.
A mesma fonte relata que as obras transitam entre o caos interior e a reflexão profunda.
“Em ´Pesadelo´, a tensão e o medo manifestam-se em um cenário fragmentado; ´Espectro´ confronta os resíduos do conflito e a memória da dor; enquanto ´Presença´ actua como testemunha silenciosa, um olhar que observa e sustenta a narrativa das demais peças”, realça.
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