O nosso país estará representado num stand próprio, partilhado pelas entidades do sector no país, a saber: a Biblioteca Nacional, as editoras, os livreiros e as instituições especializadas nacionais.
Numa publicação na rede social, a Biblioteca Nacional de Cabo Verde frisa que levou para a feira a riqueza da literatura cabo-verdiana, a força da nossa cultura e o encanto das nossas histórias. “Um encontro de palavras, ideias e pontes entre povos unidos pela língua e pela leitura”.
Segundo a organização, esta edição da feira reúne mais de 52 editoras, livrarias e projectos independentes, distribuídos por 36 stands, incluindo 11 participantes pela primeira vez, demonstrando a vitalidade e a capacidade de renovação do sector cultural madeirense.
"Ao longo de dez dias, o Funchal transforma-se num verdadeiro palco de criação e intercâmbio, com 219 actividades culturais, 22 apresentações de livros, 14 lançamentos editoriais, mais de 100 sessões de autógrafos, um concerto diário, 21 espectáculos de teatro e marionetas, mais de 20 actividades infantojuvenis e mais de 20 actuações de rua", avisa.
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