Segundo o IPC, esta intervenção reforça o compromisso de Cabo Verde com a preservação do seu património marítimo e com a valorização dos faróis enquanto elementos essenciais da identidade histórica e do desenvolvimento sustentável das zonas costeiras.
“Para além da preservação da sua autenticidade e valor histórico, pretende-se promover estes equipamentos como espaços de memória, de interpretação do património marítimo e de dinamização das economias locais”, frisa.
A obra é financiada pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) e resulta de uma parceria entre o Instituto do Património Cultural (IPC) e o Instituto Marítimo e Portuário (IMP), unindo esforços na preservação deste importante património nacional.
"Com esta intervenção, os Faróis D. Luís e D. Amélia juntam-se aos quatro faróis já reabilitados no país, enquanto outros dois deverão iniciar o respectivo processo de recuperação até ao final do corrente ano, consolidando um programa nacional de valorização do património faroleiro de Cabo Verde", realça.
A mesma fonte explica que este projecto assenta numa abordagem integrada que procura conciliar a função primordial dos faróis com as infraestruturas de apoio à navegação marítima com a sua crescente valorização enquanto bens do património cultural e recursos de interesse turístico.
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