Segundo voo da TACV assegurado apesar do caos no aeroporto de Lisboa

PorExpresso das Ilhas, Inforpress,3 jan 2022 8:24

A presidente do conselho de administração (PCA) da TACV-Cabo Verde Airlines, Sara Pires, garantiu hoje à Inforpress que o voo programado para esta segunda-feira, 03, “não sofreu nenhuma alteração”.

“O voo está de pé e não tivemos nenhuma indicação em contrário”, disse a PCA da Cabo Verde Airlines, ao ser abordada a pronunciar-se sobre o voo de amanhã, tendo em conta a “situação de caos” que se vive no Aeroporto de Lisboa, causada pelas enormes filas de pessoas à espera para fazerem o teste à covid-19 no Aeroporto Humberto Delgado, numa situação que se mantém hoje.

O voo está previsto para às 15:35 (horas de Portugal) e, segundo Sara Pires, não há nenhuma alteração em contrário.

Conforme informou até quinta-feira, 30 de Dezembro, já estavam confirmados 83 passageiros.

Entretanto, de acordo com aquela gestora, o avião da CVA vai ficar baseado na Praia, para realizar dois voos semanais para Lisboa, ou seja, às segundas e sextas feiras.

O plano de retoma e estabilização da TACV para o período 2022/23, aprovado por unanimidade na recente Assembleia-geral, prevê voos para Boston, Paris e Brasil e aquisição de três aviões em regime de leasing operacional.

A PCA da transportadora aérea cabo-verdiana indicou que o plano prevê a retoma das operações e estabilização da empresa a nível financeiro e a sua preparação para uma nova privatização.

“Nós apresentamos as rotas que consideramos rentáveis para a empresa, o nosso plano de retoma, que será iniciado de forma muito tímida porque estamos num contexto de pandemia e de muitas incertezas. Portanto, não convém iniciarmos de uma forma brusca para depois termos interrupções e não conseguirmos ajustar a retoma quando houver algum conveniente”, explicou.

Neste momento, a empresa está a operar com uma aeronave em regime de ‘wet leasing’, dado que a tripulação da empresa não está certificada para realização dos voos tendo em conta o longo período de 19 meses de paragem.

“A nossa tripulante tem de fazer um ‘refresh’ para voltar a ter certificado. É um processo que leva algum tempo e enquanto isso não acontecer nós vamos estar em regime de ‘wet leasing’”, disse prevendo que até Março a tripulação da empresa esteja preparada e certificada para realizar os voos.

Sara Pires prevê que até ao final de 2023 a empresa vai estar a operar com três aparelhos em regime de leasing operacional.

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Autoria:Expresso das Ilhas, Inforpress,3 jan 2022 8:24

Editado porAndre Amaral  em  3 jan 2022 20:25

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