“Face às alegadas práticas de açambarcamento e de venda irregular de gás butano, com particular incidência na ilha do Fogo, a Agência Reguladora Multissetorial da Economia (ARME) vem tranquilizar os consumidores, assegurando que o stock nacional existente é suficiente para garantir o normal abastecimento do país”, lê-se no comunicado.
Ainda assim, a instituição reconhece que se têm verificado constrangimentos pontuais na logística de abastecimento em algumas ilhas. Segundo informa, a situação encontra-se em vias de resolução, estando a ser acompanhada em estreita articulação com os operadores do sector.
Paralelamente, a ARME afirma que tem recebido diversas reclamações relativas a alegadas práticas de açambarcamento, que, a confirmarem-se, configuram condutas lesivas dos interesses dos consumidores e do regular funcionamento do mercado.
Neste sentido, a entidade informa que está a cooperar com as autoridades competentes, nomeadamente a Inspecção-Geral das Actividades Económicas (IGAE) e a Polícia Nacional, com vista à averiguação das situações denunciadas e à adopção das medidas legalmente previstas.
De referir que há mais de um mês a ilha do Fogo, enfrenta escassez de gás butano, tanto da Enacol como da Vivo Energy.
Segundo a Inforpress, a situação tem riginado grandes filas nos dois postos de venda de combustíveis na cidade de São Filipe.
A mesma fonte refere que algumas pessoas passaram a cobrar alguma quantia para vigiar as garrafas durante o período nocturno, garantindo a manutenção da vez na fila e evitando furtos.
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