Os sectores do turismo e actividade imobiliária turística concentraram 90% do investimento estrangeiro no arquipélago, com cerca de metade desse montante na ilha de Santiago, seguindo-se as ilhas do Sal, São Vicente e Boa Vista.
Portugal foi o maior país de origem de investimento identificado no período, com 1.302,3 milhões de escudos (11,8 milhões de euros), cerca de 34% do total, embora 44,5% surja agregado, quanto à origem, na categoria ‘Outros’ países.
O turismo e serviços associados são tradicionalmente o motor da economia cabo-verdiana.
Sal e Boa Vista são as ilhas com complexos hoteleiros que tradicionalmente recebem a maior parte dos turistas estrangeiros, em pacotes integrados.
Santiago é a ilha mais populosa, com cerca de 280 mil habitantes, e onde está localizada a capital, Praia, enquanto São Vicente tem a segunda maior cidade, Mindelo, e serve de porta de entrada para Santo Antão, procurada para turismo de natureza, sobretudo caminhadas.
Cabo Verde tem beneficiado desde 2023 da concessão aeroportuária à multinacional Vinci com abertura de novas rotas através de companhias aéreas europeias.
No último ano, o arquipélago recebeu um recorde de 1,2 milhões de hóspedes, mais 6% que no ano anterior.
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