Segundo a IGAE, a unidade fabril já tinha os alambiques selados, mas os selos foram violados para permitir a realização da destilação de calda extraída de cana-de-açúcar verde, ainda em fase de maturação.
A utilização de cana-de-açúcar verde implica, de acordo com a IGAE, a utilização de açúcar refinado para o adoçamento da calda destinada à produção de aguardente. A entidade considera que se trata de aguardente de fabrico proibido, que posteriormente é comercializada como grogue.
Para a IGAE, esta prática contribui para a desvalorização do grogue genuíno.
homepage








