Durante um programa televisivo que protagoniza, Diosdado Cabello defendeu que há uma "firme rejeição ao que aconteceu", no início de janeiro, quando forças armadas dos Estados Unidos capturaram Maduro e a mulher, Cilia Flores.
"Nós conhecemo-los e sabemos quem são", esclareceu o governante e secretário-geral do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), sublinhando que só há um caminho a seguir: "permanecermos unidos".
Para Cabello, "aqueles venezuelanos que vivem no estrangeiro e pediram o bombardeamento da Venezuela não se importam com suas famílias ou com os seus filhos, são desprezíveis".
O povo venezuelano "está a recuperar, gradualmente, do ataque dos EUA e do sequestro de Maduro e da mulher", disse o responsável.
Cabello admitiu que a intervenção norte-americana foi "um duro golpe para o país", inclusivamente "para as pessoas que nada têm a ver com a Revolução Bolivariana".
O ministro condenou também as "campanhas mediáticas que visam gerar desinformação e divisão", já que procuram "repetir mentiras" e "têm como único propósito semear a discórdia entre a população venezuelana".
Foto: depositphotos
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