Esta foi uma das exigências apresentadas na sessão inaugural do Conselho dos Direitos Humanos da ONU pelo ministro dos Negócios Estrangeiros venezuelano, Yvan Gil Pinto, que reclamou igualmente o levantamento de todas as sanções contra o seu país e o respeito generalizado pela soberania dos Estados.
Nesse sentido, Gil Pinto denunciou que Maduro foi detido de forma arbitrária e no "pleno exercício das suas funções", numa operação que provocou uma centena de mortos.
Contudo, o chefe da diplomacia venezuelana sublinhou também que as autoridades da Venezuela abriram com os Estados Unidos "um canal diplomático para dirimir divergências", mas "não a partir da subordinação", antes "com a convicção de que o diálogo entre os Estados é o único caminho civilizado entre nações".
Gil Pinto referiu, como prova da boa vontade do Governo atualmente liderado por Delcy Rodríguez, que a Venezuela renovou recentemente a cooperação com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
Apontou que dessa forma, se "reabrem espaços de diálogo técnico" com aquele organismo.
Foto: depositphotos
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