A informação foi avançada pelo próprio dirigente, numa nota publicada na sua página oficial na rede social Facebook, na qual destacou ter assumido as funções “com profunda honra e elevado sentido de responsabilidade”.
“Este momento representa não apenas um compromisso profissional, mas também um compromisso pessoal com a missão da CPLP: promover a cooperação multilateral, reforçar a concertação político-diplomática, valorizar a língua portuguesa como património comum e contribuir para o desenvolvimento sustentável dos nossos Estados-membros”, afirmou.
Na mesma publicação, Monteiro avançou que, enquanto director-geral, assumiu a responsabilidade de coordenar os serviços do Secretariado Executivo, garantir uma gestão rigorosa, transparente e eficiente, apoiar a execução dos projectos aprovados e trabalhar, em estreita articulação com os Estados-membros, para fortalecer uma CPLP mais próxima dos cidadãos, mais relevante no plano internacional e mais eficaz na resposta aos desafios comuns.
“Com espírito de serviço, diálogo e cooperação, inicio este mandato determinado a honrar a confiança que me foi concedida”, comprometeu-se o ex-presidente do conselho de administração da Bolsa de Valores de Cabo Verde (BVC).
A CPLP reúne os países que têm o português como língua oficial. Além de Cabo Verde, fazem parte do grupo Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
A sua criação começou a ser preparada na década de 1980 e o primeiro encontro de chefes de Estado ou de Governo dos países de língua portuguesa teve lugar em 1989, na cidade de São Luís, no Maranhão (Brasil). No entanto, a organização só foi oficialmente instituída em 1996, em Lisboa.
Entre os objectivos previstos no estatuto da CPLP está a promoção do entendimento político e da cooperação nos domínios social, cultural e económico. Outro objectivo central é a concertação para uma actuação conjunta nos fóruns internacionais.
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