BCV divulga um conjunto de boas práticas para uma utilização adequada segura dos meios digitais

PorExpresso das Ilhas,11 mai 2020 15:18

O Banco de Cabo Verde divulgou hoje, um conjunto de boas práticas que devem ser reforçadas para uma adequada e segura utilização dos meios digitais enquanto instrumentos de pagamento, sobretudo neste momento excepcional que se vive devido à pandemia de COVID-19.

Através de um comunicado o BCV recomendou a utilização de pagamentos com cartão de pagamento ou com recurso aos meios digitais, em detrimento de meios de pagamento tradicionais, como as moedas e as notas.

O Banco Central informa ainda que boa parte das operações de pagamento quotidianas podem ser realizadas através dos canais homebanking ou aplicativos para telemóveis disponibilizados pelos prestadores de serviços de pagamento.

Quando não for possível utilizar meios digitais para realizar operações , o BCV recomenda a utilização das caixas automáticas (ATM) ou terminais de pagamento automático (POS), evitando, o máximo possível, os contactos pessoais.

“Sempre que tiver de utilizar um POS, o cartão não precisa ser entregue ao comerciante, devendo ser o cliente a introduzi-lo na ranhura do chip ou a passar no leitor magnético, enquanto o comerciante segura no POS. Durante a realização do pagamento, com uma mão digite o código pessoal, enquanto com a outra mão proteja a digitação do seu PIN”, lê-se no comunicado.

Neste sentido, através da nota, o BCV sugere a utilização de um lenço ou guardanapo enquanto se manuseia o cartão e as teclas do ATM ou POS, devendo o referido lenço/guardanapo ser descartado com cuidado assim que terminar a operação.

Relativamente a utilização dos canais digitais, o Banco Central alerta aos utentes para nunca aceder ao serviço de homebanking da sua instituição através de uma hiperligação (link) existente em mensagem de correio electrónico (e-mail), de endereços gravados nos “Favoritos” ou no “Histórico”, nem de resultados de pesquisa de motores de busca.

O cliente bancário deve, conforme a mesma fonte, sempre escrever, de forma completa, o endereço electrónico de acesso (URL) que pretende no browser, a fim de evitar o acesso a programas que permitam a apropriação de informação confidencial ou que o reencaminhem para uma página WEB com a mesma aparência da instituição financeira, mas falsa (“página espelho”).

“Nunca divulgue a totalidade das coordenadas do cartão matriz de acesso ao serviço de homebanking (a sua instituição financeira nunca o pedirá)" e " evite utilizar o serviço de homebanking em equipamentos públicos (computadores, smartphones ou tablets partilhados)”, avisa.

Para as compras online, o BCV propõe procurar informações sobre o vendedor, pesquisando na internet o nome da empresa, a verificação da segurança do site ou da app e ainda a adopção de procedimentos de segurança habituais para proteger o computador, tablet ou telemóvel, mantendo atualizados os programas de antivírus e anti-spyware e a firewall ativa.

Quanto a higienização do instrumento de pagamento, o BCV orienta a utilização de um pano macio limpo, humedecido em solução desinfetante (álcool isopropílico ou etílico a 70º ou sabão/detergente neutro), para higienizar o cartão de pagamento, dispositivo móvel ou computador, após cada utilização.

”Sirva-se sempre de um lenço/guardanapo sempre que tiver que manusear o cartão em terminais de pagamento automáticos ou caixas automáticos; Evite tocar com as mãos no rosto, nariz e boca antes de higienizá-las (lavadas ou desinfectadas), após tiver tido contacto directo com o seu cartão de pagamento, smartphone/tablet ou computador; Siga todas as recomendações de higiene e segurança emanadas pelas autoridades sanitárias do país”, finaliza.

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Autoria:Expresso das Ilhas,11 mai 2020 15:18

Editado porSara Almeida  em  28 mai 2020 15:19

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